SOCIALITE RUINOSA

Antes de começar esta posta, fica uma palavrinha de agradecimento ao simpático patrocinador do acontecimento literário mais in da blogosfera nacional e estrangeira. Sempre que precisares de cobertura mediática para estas cenas, basta dares uma palavrinha para acertarmos os detalhe$. Gostei da pinta desse homem incansável. E agradável, também.
Ao seu lado, na foto, um pormenor da Ana. Um encanto de rapariga.

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O charme prevaleceu nesta noite, como comprova este instantâneo da Árvore mais Maria que pude fotografar. Chiquérrima, a nossa oliveirinha da serra.

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Só a gravata do Gibel (adquirida na Feira de Carcavelos) competia com este requintado penduricalho que o Leonel (a Memória deixou de ser Virtual) usa quando ganha a vida. Estava bonito, o nosso historiador oficial. E discreto, como é seu apanágio...

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Um ombro magnífico que enchia a sala com laivos de uma Ilegalidade descascada. Ainda por cima, a Mi estava só. Porém, de nada resultou o assédio dos mais afoitos (ouviste, Descompensado?).

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Um dos blogueiros mais charmosos que conheci destacou-se pela fluência do discurso e pela elegância no trajar. Quem vê cus não vê corações, mas eu acho que o Eufigénio tem um grande potencial cardiológico...

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E para terminar esta primeira sequência da crónica social do lançamento do dardo, perdão, do livro, e como não podia deixar de ser, destaco agora a minha predilecta (estava linda, a Mar, e não fui só eu a achar). Muito fresca, adivinhava-se na sua expressão que vinha pronta para enfrentar a náite até ao fim. E enfrentou-a, com galhardia. Na foto, um pormenor da sua mão que tanto aprecio (a pernoca por baixo, tá bem de ver, é a minha...).

Em breve regressarei a este tema, com mais apontamentos de reportagem.

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publicado por shark às 01:38 | linque da posta | sou todo ouvidos