A PUBLICIDADE FAZ DE MIM O QUE QUER II

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Foto: sharkinho

Depois de a mensagem do anúncio que afirma existirem milhares de pilhões no país (e ninguém os vê) entrar na minha cachimónia, admito que tenho procurado com atenção.
Ontem, finalmente, e para gáudio da minha paupérrima consciência ecológica, encontrei o meu primeiro pilhão. E tirei-lhe uma fotografia (a de cima), para perpetuar esse momento magnífico que a publicidade institucional me proporcionou.
Os pilhões existem e parece que evitam, quando utilizados, uma das péssimas consequências do nosso lixo na natureza que tanto nos esforçamos por arrasar.

O George, esse cretino, insiste em reafirmar a sua aversão ao Tratado de Quioto. Eu, nem que seja para lhe contrariar a intolerável estupidez dessa (re)afirmação, vou usar o pilhão. A minha vontade era dar-lhe com o pilhão na testa até ele acordar. E depois enfiava-lhe o pilhão (com pilhas duracell) pela via mais rápida até ao local onde se produzem estas suas magníficas ideias e intenções.

Hoje estou sem pachorra para os imbecis. Haja quem me ature... ;)
publicado por shark às 15:02 | linque da posta | sou todo ouvidos