Segunda-feira, 11.08.08

CONTINUO A APRECIAR...

...Esse teu sentido de humor.

Melhor, só mesmo a tua lata.

publicado por shark às 22:55 | linque da posta

PASSADO FUTURO

passado futuro

Foto: Shark

 

publicado por shark às 17:59 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (13)

E ENQUANTO ELES PINTAM OS OLHINHOS...

Eu vou revendo a matéria...

publicado por shark às 17:15 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

ASSUMO-ME PELUDO, RETRÓGRADO E JURÁSSICO

Mas isto já me parece ir longe demais...

publicado por shark às 17:12 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (20)

PURE CHESS

- Ò Torre das brancas, porque é que o vosso peão está ali parado mesmo à beira da última casa que lhe dá direito à promoção e ganham o jogo na boa?

- Nem me digas nada, Cavalo das pretas. Está um sarilho enorme porque o nosso Rei quer que ele se promova a Rainha e o peão hesita porque uns dizem que ele é preconceituoso por não querer avançar com a cena e outros acusam-no de querer mudar de sexo por ser rabicholas...

publicado por shark às 14:24 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

E AGORA COMO É QUE VAIS DESCALÇAR A BOTA, MENDES?

Deve ser complicado promover uma festa (a do Pontal que agora vai ser noutro lado qualquer - até podia ser na Pontinha) de cariz político-partidário desprovida de qualquer sentido pela ausência da líder do partido que nem sequer delegou representação.

Os algarvios, não só os laranja, devem estar com os nervos em franja perante as hipóteses que possam ocorrer a Mendes Bota para animar o (agora) convívio entre amigalhaços que pouco interessará em termos mediáticos (de resto os únicos termos que motivavam a dita festarola).

 

E não faltarão decerto os irredutíveis que rosnarão entre dentes:

Não cantarás, Assurancentourix, não cantarás!

publicado por shark às 11:12 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

ALENTEJO LITORAL

azul feroz

Foto: Shark

publicado por shark às 09:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (11)
Domingo, 10.08.08

A POSTA QUE MAIS VALE SÓ

Quando somos putos chamam-lhes más companhias. Por norma constituem-se bodes expiatórios de progenitores incapazes de aceitarem as pequenas “imperfeições” dos seus fedelhos que não tiveram tempo para educar mas que exigem impolutos à sua (repito: à sua) imagem e semelhança.

Acontecem as broncas e o culpado é o desencaminhador de serviço, o vizinho mal afamado, o amigo mais reguila, o outro que serve para limpar o pecado cometido.
Ao culpado, o verdadeiro, nem lhe permitem o mérito da autoria de uma irreverência que prefeririam expurgar do seu modelo sempre tão atinado, o fruto do seu ventre Jesus, incapaz de tal coisa sobretudo quando a coisa lhe desnuda a capacidade de pensar e de agir por sua conta e risco.
 
Aos que se vêem confrontados com essa tradição familiar e universal restam dois igualmente penosos mas bem distintos caminhos. Ou aceitam de forma submissa e silêncio cobarde a asa protectora do chuto para canto e vivem o resto das vidas a remoer o remorso, regra geral acrescentado por outros episódios com figurantes distintos.
Ou desafiam o protocolo e beliscam de forma indelével a sua reputação aos olhos dos que nada fizeram por isso mas os exigem imaculados.
Esta última opção também acarreta um preço a pagar, muito para lá dos bofetões e dos castigos e da declaração pública da vergonha que se inspira e que oblitera de imediato quaisquer realizações ou méritos que a pudessem contrabalançar.
A pele da ovelha ranhosa agarra-se aos mais dignos (há quem lhes chame palermas) como a da ovelha medrosa envolve para sempre a mente dos que optam pela aceitação tácita de uma mentira conveniente que abre caminho para uma vida irresponsável e invariavelmente pautada pela mesquinhez.
 
As más companhias dão jeito a qualquer pessoa, seguindo o raciocínio acima, tanto para os que prevaricam como para os que preferem o nojo de uma aldrabice ao embaraço de uma confissão que os conspurque por tabela. Acontece com superiores hierárquicos também.
E por isso são procuradas, com avidez, pelos que querem fazer merda sem sofrerem castigo (nem que seja por poderem descartar-se das suas tentações) e pelos que acham que vale bem a pena a punição por acompanharem gente capaz de alinhar numa ou noutra maluqueira que, na maioria dos casos, seria inconsequente sem a carga pejorativa que carregam aqueles que nada têm a ver de forma directa com o assunto mas anseiam salvaguardar a qualquer preço uma imagem (sua) sem borrões (dos outros).
 
Uma má companhia é, definida de forma grosseira, uma daquelas pessoas a quem não podemos exigir um comportamento exemplar, “perigosa”, imprevisível, proibida, e por isso só acompanhamos por uma das conveniências acima indicadas. Já vesti os dois papéis, o do desencaminhado (pasme-se!) e o do seu oposto e entendo-lhes as especificidades ao ponto de qualquer dos dois me vestir na perfeição.
Quem me conhece, e são menos do que aqueles que o afirmam, percebe porquê.
E esses poucos sabem igualmente que tipo de má companhia (entre aspas) me serve e qual a que sou homem à altura para proporcionar em condições.
 
Os outros, a maioria, mais receosos pela sua imagem ao ponto de esconderem as más companhias aos que os dominam de alguma forma, cedo ou tarde acabam por manter uma prudente distância.
 

Precisamente por não fazerem ideia daquilo que perdem por temerem em demasia a ignorância daquilo com que podem contar.

publicado por shark às 23:59 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

TELEMÓVEIS DE USAR E DEITAR FORA A POUCO MAIS DE 40 EUROS?

Grande novidade...

Ocorrem-me sem dificuldade dois ou três nomes de quem faça o mesmo com pessoas há anos.

 

E de borla.

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publicado por shark às 21:46 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

AGOSTO NO LITORAL

agosto litoral

Foto: Shark

publicado por shark às 19:44 | linque da posta | sou todo ouvidos

BEN & JERRY'S OU UMA HISTÓRIA COM FINAL FELIZ

Ia o pesado de mercadorias com caixa frigorífica a caminho da Zambujeira quando, azar, avaria-se o motor de frio mesmo ao pé do sítio onde o tubarão passa os seus fins-de-semana a sul.

A carga transportada destinava-se a promover na marca junto do Festival mas festival a sério foi quando o responsável pela dita entendeu entrar com o camião por um parque de campismo e distribuir o material antes que se deteriorasse com tanto calor.

 

Jackpot! Os gelados Ben & Jerry's são uma loucura e à borla ainda têm mais sabor.

Agradeço encarecidamente à empresa ter contratado pessoal com inteligência e espírito de iniciativa.

 

Ganharam um cliente fiel para o vosso Fossil Fuel.

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publicado por shark às 19:36 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)
Sábado, 09.08.08

NET DA IDADE DA PEDRA. STOP

Mal dá para responder a comentários. Stop. E para postas telegráficas. Stop. Dá vontade de dizer à TMN para meter a banda larga no. Stop...
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publicado por shark às 22:33 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)
Sexta-feira, 08.08.08

O MEO É UMA ANEDOTA (4)

Se fosse comigo eu nem daria oportunidade para me tentarem "comprar" com uma SportTV ( nem em altura de jogos estamos). No final da primeira falta, haveria uma queixa no Provedor da PT (Av. Fontes Pereira de Melo nr 40, 1069-300 Lisboa; 800 20 44 20; Fax: 215001016; provedoria-cliente@telecom.pt) com ameaça de anulação de contrato e pedido de indemnização por dia faltado ao trabalho.
Infelizmente ( e isto NÃO é de todo uma crítica pessoal) estamos num país onde todos falam, falam e reclamar bem e com eficiência, poucos fazem. Provavelmente o técnico não foi porque achou melhor ir para uma esplanada beber umas bejecas ou porque teve excesso de trabalho. E a empresa precisa de ser avisada disso.
Por muito menos do que essa história (e também incluia uma falta de uma inspecção do gás agendada por eles) eu tive uma guerra com a Galp Energia. E esses eram na altura e na zona os únicos fornecedores de gás.

E serviços de internet há muitos.

 

 

Mas SACI só há uma, digo eu.

O texto acima é a reprodução fiel de um comentário dela ao episódio 3 desta minha saga.

 

publicado por shark às 18:18 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)

O QUE TEM QUE SER TEM MUITA FORÇA

Há caminhos que o destino faz mesmo questão de cruzar.

publicado por shark às 18:11 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (18)

FLOWER POWER

flores de mar

Foto: Shark

publicado por shark às 10:53 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Quinta-feira, 07.08.08

BLOGUEIROS FAZEM REFÉNS NO BES DE CAMPOLIDE (2)

A Polícia portuguesa acaba de libertar os dois reféns, com uma limpeza impressionante.

publicado por shark às 23:28 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

BLOGUEIROS FAZEM REFÉNS NO BES DE CAMPOLIDE

Pelo menos é o que deduzo do facto de no noticiário da SIC terem convidado o Moita Flores para comentar a situação.

publicado por shark às 20:10 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (21)

PELO CAMINHO DAS ESTRELAS

Topo logo um artolas (ou um virgem, vai dar quase ao mesmo no caso concreto) quando me vêm com uma daquelas intervenções à garanhão: eu cá gosto é de comê-las por detrás, à canzana. Porreiro, pá.

Cada um/a terá as suas preferências e toda a legitimidade para manifestá-las e até para tentar criar as condições para viabilizá-las na hora da verdade. Contudo, cada um/a é como cada qual e isso implica (no meu entender, que é subjectivo e por isso discutível) que a arte da cena não reside na forma como gostamos de comê-las mas mais na forma como elas gostam de ser comidas e na nossa capacidade para identificar e corresponder a essa expectativa.
 
Fazer como gostamos é fácil, mas o verdadeiro desafio que nos coloca à prova é precisamente atinar com as preferências da parceira. E isto aplica-se, naturalmente, em sentido contrário se estivermos perante alguém que busca a sintonia que, julgo ser universal, distingue o sexo fantástico de uma simples queca para cumprir calendário.
Essa sintonia, o meu santo Graal nestas coisas, não é fácil de atingir mas é na sua busca que tratamos cada momento como especial.
É uma questão simples, a meu ver. É dar e é receber, é manter uma reserva de concentração e de lucidez que nos permite saborear a descoberta do outro em simultâneo e ajustar o nosso desempenho às características que variam de pessoa para pessoa e de situação para situação.
É o mínimo exigível para se merecer uma intimidade que ao longo de uma vida não oferecemos a tanta gente assim.
 
Por cima, por baixo ou de lado. É como estiver a dar.
 
É óbvio que não existem paradigmas da cama, nem regras que não aquelas que a sensibilidade e o bom senso possam impor por inerência. Porém, a questão da atitude é fundamental e, pela minha própria experiência, pode fazer toda a diferença na forma como as coisas acontecem e, por tabela, no peso que lhes atribuiremos na respectiva degustação à posteriori.
E notem que nada do que afirmei até agora descarta a tal canzana ou qualquer outra variante das muitas possíveis, nem tão pouco minimiza a realidade carnal, o impulso animal que podemos libertar na mesma sem enveredarmos pela (im)posição que mais nos satisfaz.
Ainda assim, sinto como uma limitação qualquer tipo de fixação nesta ou naquela abordagem. Sinto que se perde a magia que se instala quando nos percebemos na mesma onda com alguém que, nessas circunstâncias, merece tanto o nosso empenho como o respeito indispensável que se traduz na disponibilidade para agradar sem hierarquias ou desníveis.
Para ir ao encontro do que percebemos, se o quisermos, ser o ponto de convergência de duas formas distintas de sentir e de desejar.
 
Compartimentar um acto sexual num determinado padrão, cristalizar numa receita confortável, é pura preguiça ou simples falta de imaginação ou de versatilidade. É também um tédio, quando repetimos a dose com alguém. E isto aplica-se a posições como a durações como a quaisquer outros pressupostos que inquinem o prazer tão simples e tão grato de tactearmos com o corpo, com as palavras e até com o olhar a criatura que nos atraiu e por isso já se provou merecedora de todo o nosso enlevo.
 
A reciprocidade é a única opção.
 
Eu gosto de viver o sexo assim. Gosto de comer e de ser comido, de ouvir e de sentir e de cheirar e de me deixar seguir com a maré como de produzir a minha ondulação e apreciar o impacto da mesma num corpo disponível para o meu, numa mente tão importante como a minha nos seus devaneios, nas suas fantasias, nos seus apetites instantâneos que não vale a pena tentar adivinhar sequer.
Não somos máquinas, nem bichos. E isso só se comprova na diferença que impomos quando nos despimos para aproveitar os recursos inesgotáveis que a natureza tão generosa nos ofereceu, na tal flexibilidade que nos permita viver de forma intensa e tão gratificante quanto possível uma experiência que, se demasiado egoísta ou negligente, dispensaria a presença de outrem para se realizar.
A reciprocidade é a única opção.
 
O sexo tem que ser sempre um momento de amizade, de encanto, de espontaneidade, de amor. Tem que ser importante, cultivado, adorado à medida da relevância que assume para qualquer um de nós. Não tem que ser à bruta, nem gentil, nem outra coisa que não a que melhor servir os intervenientes naquela circunstância concreta e em função de cada etapa percorrida antes, durante e mesmo depois de acontecer.
 
Tem que ser sempre a valer. E eu não acredito que, salvo raras excepções, isso seja possível quando alguém pretende determinar por antecipação o rumo de uma viagem que só entendo inesquecível quando ao longo do caminho lemos a meias o céu e escolhemos ao acaso no firmamento a constelação seguinte a visitar.
publicado por shark às 14:31 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (36)
Quarta-feira, 06.08.08

DANCE WITH ME

dançar com o fogo

Foto: Shark

publicado por shark às 17:13 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (16)

ATÃO E SEXO NESTE BLOGUE?

Perguntam bem.

Vou tratar do problema.

publicado por shark às 14:36 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (27)

O MEO É UMA ANEDOTA (3)

E para não pensarem que é apenas uma panca minha, dêem uma vista de olhos AQUI.

publicado por shark às 10:10 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)
Terça-feira, 05.08.08

O MEO É UMA ANEDOTA (2)

E a prová-lo está o facto de não terem a eficiência para servirem os novos clientes - ver posta abaixo - que tentam desesperadamente (até ao vómito) aliciar passando por 5 vezes em 8 minutos o mesmo spot publicitário na SIC Notícias.

publicado por shark às 23:58 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

O MEO É UMA ANEDOTA

Aqui há tempos contei-vos a "banhada" que os MEO´s me deram, baldando-se a uma instalação de serviço aprazada com um mês de demora e sem qualquer justificação.

Pior a emenda do que o soneto: ligaram-me na semana passada, desfazendo-se nas desculpas (tardias) que se impunham e oferecendo-me a SporTV grátis como prémio de consolação para lhes dar uma nova oportunidade.

Marcaram para hoje, de manhã, a tal instalação.

 

Por acaso, hoje tive que ficar em casa.

Os incapazes, ineptos, intrujas e mais uma série de adjectivos que me escapam baldaram-se outra vez.

 

Sem aviso.

publicado por shark às 18:55 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (11)

ÀS VEZES ARREPENDO-ME...

...De agir por impulso.

 

publicado por shark às 18:15 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)

PARCEIROS (PARA AS) IMPERIAIS

parceiros imperiais

Foto: Shark

publicado por shark às 17:17 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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