Quinta-feira, 25.10.07

OLHEM PARA CIMA

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Fotos: Shark
publicado por shark às 23:29 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

OLHEM PARA CIMA (2)

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Fotos: Shark
publicado por shark às 23:28 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

O FUTURO DA RÚSSIA DE PUTIN NUMA SÓ PALAVRA

Kursk.
publicado por shark às 16:48 | linque da posta | sou todo ouvidos

O LUGAR DE PUTIN NA HISTÓRIA

Beslan.
publicado por shark às 16:39 | linque da posta | sou todo ouvidos

DO MEU BAIRRO

charquinho open for business.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 15:26 | linque da posta | sou todo ouvidos

IMPRESSÃO DE DEVIR

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"IMPRESSÃO" de Devir

A inauguração aconteceu no dia 20 de Outubro às 18H no WORK&SHOP
(em exposição até dia 15 de Novembro)

Stencil. Faz parte das principais metrópoles mundiais onde a liberdade de
expressão pisa a linha da ilegalidade, quer se goste, quer não. De Tóquio
a Nova Iorque, podemos encontrar todo o tipo de manifestos em todo o tipo
de edifícios e mobiliário urbano.
Mais do que nunca o Stencil é uma forma de expressão activa em Lisboa, uma
arte visual fisicamente pacífica, por mais forte que seja a mensagem.
De 20 de Outubro a 15 de Novembro, Devir traz ao WORK&SHOP as suas
criações - algumas inéditas - numa exposição onde é revelado todo o processo
de criação deste artista lisboeta.

Devir (Rui Antunes - Lisboa, 1973)
Licenciado em Gestão de Marketing no IPAM, Devir já vestiu a pele de
inúmeras actividades - Operador de Sistema para concursos de TV, Designer,
Formador de Informática, Videografista, Art Director...
Mas foi em 2005, quando começou a fotografar Street Art, que finalmente
descobriu a sua paixão: o Stencil.


Mais informações:
Patrícia Guerreiro | + 351 917 888 424
WORK&SHOP
Rua das Pedras Negras 17 ; 1100-401 Lisboa | Portugal
www.worknshop.com
publicado por shark às 11:16 | linque da posta | sou todo ouvidos

FOI ONTEM...

welcome to elsinore.JPG
Foto: Shark

...Mas eu gosto de notícias requentadas e por isso não me inibo de fazer referência aos quatro anos de Welcome to Elsinore, da Carla.

E acho que ninguém se chateava se desse na mona à Carla prosseguir por mais quatro anitos ou assim.
Tou nessa. Gosto de gaivotas. Gosto do blogue dela. E fico sempre emocionado quando alguém aguenta quatro anos desta cena.
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publicado por shark às 09:20 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Quarta-feira, 24.10.07

PRIMEIRO REGISTO

Hoje podem ler a minha estreia no Registo Provisório, se vos der prái.
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publicado por shark às 10:55 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

HÁ PRECISAMENTE OITO ANOS

Aconteceu o meu dia mais feliz.
publicado por shark às 09:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)

ESTOU SOLIDÁRIO...

coração de leão.jpg
publicado por shark às 01:25 | linque da posta | sou todo ouvidos

MARKETING MULTINÍVEL

Uma das estratégias mais simples para conquistar o poder numa pequena sede local de um partido político (ou qualquer outra organização) é fazer-se rodear de um núcleo duro, um grupo influente pelo número e a partir do qual se promovem líderes em regime de sucessão, posteriormente catapultados para voos mais elevados e deixando em aberto a vaga para um sucessor seleccionado a partir do tal grupo original. O único mérito de alguns desses escolhidos é o tom da sua voz, mais proeminente no meio de uma discussão, ou a sua habilidade para gerir interesses que, invariavelmente, se conjugam na perfeição com os seus.

Também pesa imenso a flexibilidade revelada para aceitar como naturais as mais escabrosas piruetas que (e no contexto das alianças criadas e dos compromissos, das cumplicidades e dos compadrios inerentes tornam-se inevitáveis), garantem a perpetuação da sua "corrente" numa posição de força, cada vez mais influente nos mais importantes centros de decisão.
O segredo está na promoção das figuras de proa, as que depois de guindadas ao lugar pretendido tratam de retribuir o obséquio e assim chancelam o ciclo natural que pouco ou nada tem a ver com ideologias ou ideias sequer.

Claro que estes esquemas simples acabam sempre por se complicar, sobretudo quando a dimensão do grupo inicial se expande ao ponto de surgirem várias vozes sonantes para um mesmo lugar disponível ou a esfera de influência abarca poderes com interesses associados demasiado elevados para não suscitarem a cobiça dos que falam mais alto na base da pirâmide e que, entretanto, se congregam num núcleo duro entretanto instalado no seio de uma pequena sede local e a partir do qual...
publicado por shark às 01:05 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Terça-feira, 23.10.07

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

rua estreita.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 12:50 | linque da posta | sou todo ouvidos

REGISTO PROVISÓRIO

Nasceu um novo blogue colectivo.
E hoje o Shark passa a fazer parte da equipa.
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publicado por shark às 11:48 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

DESCAFEINADO, SEM ÁLCOOL, COM CAMISA E IMENSA MODERAÇÃO

Detesto coisas mais ou menos. Seja o que for. Para mim ou são ou não são. Branco ou preto. Carne ou peixe. Esquerda ou direita.
Tudo quanto se encaixe naquilo que defino como meias tintas nem chegam a um quarto (de tintas, foi um acto falhado de trocadilho).
A cerveja sem álcool é um embuste descarado. Se não posso beber álcool bebo água, bebo 605 Forte, bebo Sumol de ananás. Punhetas a grilos, como já ouvi alguém chamar a estas cenas faz de conta, é que não.
Café descafeinado? Até a designação me arrepia. Vou fazer de conta que tomo um café logo de manhã, depois finjo que bebo uma cerveja ao almoço e ao fim do dia compro uma embalagem de preservativos para me sentir um potencial vencedor.
Desatino com preservativos. Sou um estúpido, bem sei. E até podia refugiar-me na lengalenga cristã, mas toda a gente sabe que os meus hábitos são pouco católicos. Contudo, não me escondo por detrás de um discurso culto e inteligente (todos percebem porquê), nem de uma pala porreira (também me parece óbvio para quem conhece o meu dark side ou já ouviu contar), nem de qualquer outro artifício que me salvaguarde da justiça popular virtual.
A turba que me rejeite ou me mande crucificar.

Nesta linha de raciocínio, chamemos-lhe isso, não consigo esquecer outra variante do mais ou menos que me enerva: a caixa de comentários com moderação, uma moda que está a pegar, simultaneamente para gáudio dos anónimos cobardes que assim obtém uma vitória com a sua estratégia de embirração e uma enorme desilusão porque se vêem impedidos de imprimir o seu cunho imbecil como uma espécie de grafite má onda nos espaços das outras pessoas.
Será uma opção defensável, perante alguns abusos que podem mesmo espantar os comentadores normais de uma caixa.
Pois é. Mas na prática a coisa resume-se a uma cedência, como a porta que antes se deixava aberta e agora é preciso tocar a campainha para poder entrar.

E nem sempre se entra, bastando desagradar a imagem (ou as palavras) da pessoa espreitada por detrás da porta para o dono da casa fazer de conta que não está lá para nos atender. Poucos são os que se dão ao trabalho de definirem critérios para o uso (e o abuso) do filtro moderador. Ou seja, a maioria opta pela sensação de poder, a pica de silenciar as inconveniências no meio do ruído de fundo das “ameaças” reais, evitando as verdades incómodas ou as intervenções de quem menos gostam.
O brinquedo é meu e eu não te deixo brincar.

Pelo menos a hipótese está lá instalada. E sem critérios definidos até “por engano” se filtram “sem querer” as intervenções das outras pessoas.
Prefiro os blogues sem caixa, mais arrogantes mas muito frontais. Não dão pala de defensores da liberdade de expressão, apenas a usufruem.
A moderação de comentários é um instrumento de poder e abre caminho para a censura, tal como constitui um dissuasor das intervenções mais ousadas (ninguém escreve um lençol numa caixa arriscando-se a vê-lo rejeitado pelo lápis azul virtual).
Ou seja, ficamos perante uma liberdade aos bocadinhos, intermitente, ao sabor da vontade e do humor de quem convida a entrar mas coloca-se de sentinela aos portões como o segurança de uma discoteca da moda.

Deixemos instalar câmaras de vigilância por todo o lado, por causa da segurança e do papão dos terroristas.
E depois não nos queixemos se o gajo à frente do monitor abusar do seu poder e um dia lhe der na mona instalar microfones para nos entalar quando falamos demais.

É assim, mergulhada nas meias tintas, que boa parte da nossa liberdade se afoga.
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publicado por shark às 09:51 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)
Segunda-feira, 22.10.07

UM GAJO NÃO PODE DISTRAIR-SE

Nisto da blogosfera, as coisas acontecem a um ritmo que não há pedal.
Ando a construir aos poucos o meu conjunto de linques ali ao lado (Reciprocidade) a um ritmo demasiado lento. Por exemplo, o Tecto da Sofia estava lá e de repente desabou. Nem cheguei a incluir esse espaço ocupado por uma pessoa porreira e que ao longo de meses foi das mais regulares presenças no charco.

Mas não fica por aqui a sangria...

O Visto da Lua não fechou mas está disponível apenas por convite e o shark ficou de fora. Nem sei se o linque para aqui ainda se lá mantém.
O Vão Sem Mim Que Eu Vou Lá Ter abriu em Julho e estancou em Agosto.
O Troca de Olhares sumiu.
O mesmo aconteceu ao Sorrisos.
E ao A Paixão de Amar.

Todos eles lincavam o charco e eram feitos por frequentadores/as desta casa.
Não há cu que aguente...
publicado por shark às 20:59 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)

HOJE É SEGUNDA...

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Foto: Shark
publicado por shark às 11:37 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)

DAS APREENSÕES PRÁ FOTOGRAFIA

Passei de raspão pela notícia divulgada hoje de manhã na TVI, pelo que não disponho ainda de pormenores. Mas deu para perceber que se tratava do anúncio de diversas apreensões de erva levadas a cabo pelas autoridades em apartamentos particulares.
De acordo com o pivot, as apreensões resultaram de rusgas efectuadas em diversos concelhos da zona da Grande Lisboa e visavam pequenas plantações caseiras para consumo próprio ou, em alguns casos, para o de amigos próximos também.

Só podem estar a reinar connosco.

É proibido vender, plantar e consumir cannabis e derivados. Por esta ordem de importância da proibição, julgo eu. Ou seja, a ideia é deitar a mão aos grandes traficantes (que no domínio das drogas leves são invariavelmente pequenos) e produtores (que em Portugal não existem), até porque o consumo há muito deixou de constituir um factor de criminalização séria.
Como explicam então as autoridades o facto de andarem a perseguir cidadãos que plantam nas suas casas, sem chatearem ninguém e para consumirem nos seus espaços, sem chatearem ninguém (outra vez), em lugar de apontarem baterias para quem possa de facto lucrar indevidamente neste contexto de uma legislação proibicionista absurda?

Agora em vez dos assaltantes de bancos e de bombas de gasolina vão concentrar-se nos tipos que vendem caldo knorr e folha de louro, o gato por lebre do chamon, à malta que passa no Rossio?
Que raio de mensagem pretendem as autoridades divulgar quando anunciam às televisões uma palermice assim? Então agora gabam-se de invadirem a privacidade de cidadãos que em nada prejudicam a sociedade e até lesam os interesses dos traficantes (não lhes compram nada), só para poderem aumentar a quantidade de apreensões?
Só se explicaria se fossem pagos à tarefa ou ao quilo, pois destas apreensões domésticas (quem cultiva é porque consome regularmente) apenas resultam quantidades inexpressivas e novos clientes para os dealers de cada uma das zonas limpas de “perigosos bandidos” pela diligente polícia lusitana.
E isto inverte um nadinha a lógica do combate ao tráfico que preside à estranha obsessão das polícias pela cannabis quando a malta anda toda a snifar coca e a alucinar com pastilhas que se encontram a pontapé na noite lisboeta…

As autoridades andam a lançar-nos serradura para os olhos de caretas para quem a droga, qualquer droga, equivale a terror e degradação social. Dá-lhes jeito esta ignorância das pessoas acerca das diferenças entre drogas duras e leves, tanto no que concerne às verbas (e poderes) envolvidos como, e sobretudo, no que respeita às repercussões dos dois tipos de substância na vida e no comportamento das pessoas.

Se a notícia é verdadeira, este cidadão não está nada agradecido à forma como os decisores definem as suas prioridades e consomem os recursos que o Estado coloca ao seu dispor.
Das duas uma: ou andam a tentar disfarçar o insucesso no combate aos traficantes a sério, das associações criminosas que envolvem fortunas, ou temos no comando das polícias pessoas sem qualquer noção dos alvos que importa abater no verdadeiro interesse do serviço que devem prestar à causa pública.
publicado por shark às 09:44 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Domingo, 21.10.07

PARTES DE TRÁS

presente do passado.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 23:43 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

O JULGAMENTO DE HIPÓCRATES

Li, no Criancices, da Rosa, um post acerca de um assunto levado da breca mas que deve ser falado com insistência: os cuidados paliativos.
Por cuidados paliativos o leigo entende assistência de médicos e de enfermeiros ao longo da agonia de um paciente que a medicina não consegue salvar.
E essa carga pejorativa reflecte-se na dificuldade de encarar, num mundo onde não faltam os males sem remédio capazes de matarem alguém aos poucos sob um nível de sofrimento quantas vezes insuportável, aquilo que mais do que um problema é uma questão humanitária fulcral.
A dor, uma ameaça terrível para a maioria de nós, não é uma área da medicina acarinhada ou devidamente apoiada em Portugal. E isso implica que os poucos profissionais de saúde preparados técnica e psicologicamente para lidar com pacientes terminais desdobram-se em esforços para atenderem a demasiados casos e quando não conseguem chegar a todo o lado é desnecessário descrever, quem conviveu de perto com a realidade saberá melhor do que eu, a dimensão das repercussões.

Um ser humano sensível deve revirar-se por dentro para conseguir impor o critério e o distanciamento requerido a um profissional da Saúde, sempre que se vê confrontado em simultâneo com a impotência para salvar e com a exigência de minorar o sofrimento de alguém. De uma criança, até. Como a Rosa especificou.

O meu dilema de leigo perante circunstâncias tão dramáticas como ver reduzidas a um milagre as hipóteses de salvação de uma pessoa vítima de doença terminal consiste, resumindo para não entediar, na inversão preocupante das prioridades que defino na questão da pena de morte por oposição à prisão perpétua. Se entre estas duas hipóteses não hesito em escolher a que privilegia a vida como opção, na escolha entre assistir à dor permanente de alguém destinado a morrer ou colocar um fim a esse sofrimento desnecessário para a vítima como para os seus inclino-me para a segunda e o alerta de contra-senso dispara na minha consciência de agnóstico que, nessa condição, decide sem a limitação do temor a Deus e às suas apregoadas intenções.

A eutanásia, que ainda consta como interdita no código deontológico da Ordem dos Médicos, por exemplo, e presumo que o seja também no âmbito dos parâmetros pelos quais os enfermeiros se regem na sua conduta perante tal opção quando esta se coloca, faz ainda mais sentido num país que não possui ainda uma resposta séria e capaz para as situações extremas a que faço alusão.
E eu, que rejeito a simples hipótese de executar um inocente por engano ou apenas por algum Estado arrogante e indecente possuir esse instrumento para se livrar de cidadãos incómodos (o pretexto nem sempre coincide com os termos da acusação), sinto-me próximo dos que defendem que as pessoas devem ser livres de escolher o seu caminho até ao fim. Ou os que as amam por si, se lhes faltar a hipótese de comunicar com clareza aquilo que aos olhos de quem as acompanha é gritante.

Acredito que existe um ponto a partir do qual a mesma humanidade que nos leva a preservar a vida de alguém para lhe conceder a hipótese de se provar inocente se o for, ou a preservar os sistemas judiciais da aplicação de sentenças “divinas” (um poder que a ninguém se pode confiar), essa mesma humanidade obriga-nos a equacionar a hipótese de atender ao pedido de alguém ou de pessoa próxima para acabar com uma vida indigna de tal designação.
Volto a chamar a atenção para o facto de me reconhecer leviano aos olhos de quem entenda a vida como um valor sagrado no sentido restrito e sem excepções. Eu quero respeitar essas nobres interpretações (que já na questão do aborto se evidenciaram), mas não concebo que alguém possa sofrer sem necessidade apenas por uma questão de princípios que, sob condições extremas, se revelam precisamente… extremistas.

A vida que eu defino não começa na fecundação de um óvulo e não existe na agonia de um corpo moribundo onde apenas acontece a percepção de uma dor tão inevitável (os cuidados paliativos também não produzem milagres) como insustentável à luz de muitos dos critérios adoptados na prática por quem invoca um nojo cristão perante a derradeira solução piedosa.
E não vale a pena encaminharmos o discurso para os casos excepcionais, os ressuscitados de coma profundo e outros exemplos clássicos esgrimidos por quem privilegia os dogmas em detrimento da misericórdia que merecem os imensos episódios (que envolvem pessoas de carne e osso) com que convivem de perto os que trabalham em clínicas ou em hospitais.

A questão que se coloca é se devemos continuar a arriscar, cada um de nós, um final indigno numa dolorosa convulsão ou uma “existência” vegetativa sustentada por máquinas ou uma dependência total de terceiros até chegar o fim, sem que nos seja oferecida (e aos nossos) uma opção devidamente enquadrada em termos legais e que permitisse a cada profissional da Saúde optar pela objecção de consciência que a sua ditar.

A questão é a mesma do costume, num país habituado a preferir os males necessários e as justificações por vezes hipócritas e tão contraditórias como a que expus no meu caso concreto.

É aquela mania de privarmos os cidadãos das soluções voluntárias que colidam com as posições instituídas com base em códigos e em crenças que assim se impõe a todos e não apenas a quem os adopte no âmbito de um direito que no fundo cada um exige para si e deveria ser concedido a todos por igual.
O simples (e sempre pintado como radical) direito a cada um ser livre de tomar as decisões que entenda sobre si próprio ou mesmo sobre outros quando estes nos conhecem o bastante ou estudaram o suficiente para as poderem tomar por nós.
publicado por shark às 21:51 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

SIM, DESTA VEZ FOI O FÁTIMA. E ENTÃO?

Tanto alarido, tanta surpresa, tanta justificação pela fé.
Até parece que é preciso um milagre para ganhar ao Sporting...
publicado por shark às 20:29 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

FERNÃO CAPELO

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Foto: Shark
publicado por shark às 13:01 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

IMPLOSÃO PRECOCE

Sentia-se no ar a pressão e adivinhava-se uma explosão enquanto os dois se fundiam como uma bomba e o respectivo detonador.
Arfantes, ardentes, tocavam-se como se disso dependesse a sobrevivência. Tiquetaque, venham os minas e armadilhas, tanto potencial devastador.

E eles aqueciam enquanto pressentiam um momento crucial, as mãos descontroladas pela pele transformada no invólucro de um dispositivo que accionava o desejo explosivo e os convencia do desabrochar de um enorme amor.
A mão dela em discreta aproximação daquilo que funcionaria como um botão para a hora decisiva.
O toque ansiado com dedos de fogo na ponta do rastilho que conduziria à deflagração.

Uma enorme desilusão para a parceira amorosa e sua expectativa ambiciosa, a imagem de uma flor de repente tão murcha.

O mecanismo até funcionara em condições. Mas o pavio era curto demais...
publicado por shark às 12:43 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

CHECK LIST

Ora temos insuflável reservado, lista de compras, hoje arrumar o armário "multimédia" e preparar o som, armadura, tampões para os ouvidos...
publicado por shark às 12:27 | linque da posta | sou todo ouvidos
Sábado, 20.10.07

DO MEU BAIRRO

charquinho em flor.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 21:34 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

O TOP-PANTEÃO DO WEBLOG

Numa apreciação de relance à listagem dos 25 blogues mais visitados do Weblog descubro que 10 dos citados já não estão activos (pelo menos nesta plataforma).
São quarenta por cento de cadáveres virtuais, se não me falham as contas.

Inibo-me de avançar com quaisquer conclusões e deixo-as ao livre arbítrio de quem como eu repara nestas merdinhas e não faz de conta que não vê.

Adenda: Com o anúncio do fim do Aspirina B passa a 11 o número dos extintos e/ou transferidos, pelo que a percentagem aproxima-se perigosamente dos 50%. Não sei exactamente quanto. É fazer a conta...

Adenda à Adenda: Afinal o Aspirina B não acabou, apenas passou ao formato de blogue de sucesso.com, depois de uma interessante sessão de suspense que afinal era apenas publicidade enganosa, falsa promessa e engodo para cumprimentos de despedida elogiosos porque devidamente filtrados pela moderação na caixa de comentários.
Mas este facto não altera o pressuposto estatístico.
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publicado por shark às 19:16 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (15)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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