ECONOMÊS E OUTROS DIALECTOS INDECIFRÁVEIS

Há quem estranhe a diferença entre a rapidez com que tudo e todos deitaram a mão à banca na aflição decorrente da crise financeira que os afectou e a que se verificou quando foi preciso unir esforços para salvar um Estado-Membro da União Europeia.

E depois eu vejo que uma das figuras públicas que verbalizam os riscos inerentes a essa demora no auxílio à Grécia é precisamente um banqueiro e curiosamente já nem estranho.

 

Limito-me a não perceber.

publicado por shark às 10:40 | linque da posta | sou todo ouvidos