Quarta-feira, 05.12.12

A POSTA QUE SOU UM NABO

Pensei que conseguia alterar o visual disto sozinho. Foi um flop. As minhas desculpas pela interrupção.

publicado por shark às 18:42 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)
Quarta-feira, 28.11.12

A POSTA NUMA RELAÇÃO GOOGLE TRANSLATOR

Olá Queridos,
Como você está hoje? e como é que as coisas se movendo com você? espero bem e você está
em nome de health.My bom é Miss cicilia, eu estou procurando um muito bom
pessoa de amor, carinho, sincero, vai fácil, amadureceu, e
compreender, depois de passar pelo seu perfil agora.
  i pegar interesse em você, então eu gosto de você para me escrever
através do meu endereço de e-mail que é a seguinte ("cicilia.fredxx@yahoo.co.uk") para
que eu vou dar-lhe a minha imagem para uma discussão mais aprofundada, porque eu sou
realmente ansioso para uma amizade séria com você,
Cicilia seu novo amigo.


Diabos me carreguem se este não foi o couro mais bizarro que já me bateram. Pelo menos entre os couros batidos por email.

publicado por shark às 15:19 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)
Terça-feira, 20.11.12

A POSTA NO EFEITO SURPRESA OU ASSIM

As minhas causas não estão a produzir efeitos.

publicado por shark às 00:38 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)
Segunda-feira, 05.11.12

A POSTA SÓ PARA ABRIR CAMINHO

Nem na estupidez a pessoa precisa de ser demasiado óbvia. Sim, é possível manter a estupidez num nível relativamente discreto. Pelo menos consegue-se confinar o problema ao domínio privado, evitando a partilha (o contágio?) com os que mesmo sendo próximos devem ser mantidos fora dos dilemas que a estupidez sempre suscita.

 

Uma das mais evidentes manifestações de estupidez é a insistência em determinados erros, já depois de diagnosticados nessa condição. Ou seja, a pessoa reconhece a estupidez que protagonizou mas insiste em alimentar os factores necessários para acabar por repeti-la. E isso eleva o nível da estupidez a um patamar que deixa a pessoa em maus lençóis perante si própria, confrontada com a evidência de que a coisa é crónica e não um fenómeno passageiro como todos atravessamos algures ao longo de uma existência preenchida.

 

Sempre que erramos existe apenas, em termos racionais, um benefício possível: aprender uma qualquer lição. Mesmo para a pessoa mais estúpida é quase impossível não assimilar aquilo que até o gato escaldado conseguiu, é um desperdício repetir um erro quando não escasseiam opções nessa matéria, evitando sair escaldado (o felino ou qualquer outro animal) quando pode perfeitamente sair embaraçado, constrangido, arrependido, seja o que for que constitua uma variação relativamente ao desfecho de outros momentos de estupidez, involuntária ou não.

 

A única forma de contrariar a má influência da estupidez é ir tapando os buracos por ela deixados ao longo do percurso, evitando assim no presente os futuros tropeções em asneiras passadas. É um raciocínio elementar, ao alcance até de uma pessoa tendencialmente estúpida, e que deve prevalecer de entre todas as consequências que a estupidez possa acarretar.

Agindo dessa forma sensata e prudente, a pessoa sente-se um nadinha menos estúpida e isso já faz valer a pena o esforço mental requerido para as conclusões mais elementares.

Parece simples, posto desta forma. E é.

 

Assim sendo, e porque hoje é segunda-feira (algo que influencia sobremaneira o discernimento da pessoa, estúpida ou não), resta-me desejar-vos, aos poucos que por aqui ainda passam, uma semana decente e ao longo da qual consigam rentabilizar o potencial desta posta como eu próprio o tentarei.

publicado por shark às 10:17 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Sexta-feira, 19.10.12

TAMBÉM FOI BOM PARA TI?

Era tão intenso o seu prazer na relação com a escrita que terminava cada texto num descontrolado frenesim de pleonasmos múltiplos.

publicado por shark às 17:26 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Quinta-feira, 19.07.12

A POSTA BEM DESCONVERSADA

Existem várias expressões populares cujo sentido nunca entendi, embora perceba a respectiva intenção.

De entre as várias que poderia aqui citar ocorre-me apenas a que mais se coaduna com a conjuntura pessoal: estar com a telha.

 

Eu sei o que é estar com a telha e, por mero acaso, hoje poderia fornecer material de sobra para o telhado de uma mansão. Das antigas.

Contudo, o facto de saber que estou com ela não me esclarece o porquê de estar com a telha e não com um algeroz. Isso não me irrita só por si ao ponto de poder afirmar-me com a telha, mas põe-se a jeito para uma embirração e era precisamente isso que a minha telha parecia reclamar quando me predispus a esgalhar uma posta.

 

Gosto de começar pelos alicerces na construção de um raciocínio, mas o caso concreto eleva-me até precisamente à cobertura do mesmo. E é aí que tento perceber a lógica da coisa.

Ora bem, a pessoa está aborrecida, com a neura, irritadiça, sente-se de rastos. Não faria sentido imaginar-se de rastos num telhado, embora possamos concordar que qualquer pessoa podia ficar com a telha se desse consigo nesses propósitos, e por isso julgo que não passa por aí.

 

Olhando para as telhas um tipo tenta imaginar porque acha o povo que estar com uma delas equivale a um estado de espírito execrável e não consegue sintonizar bem a imagem. Pelo contrário, para ver alguém com a telha basta percorrer as ruas de uma zona atingida por um vendaval: a falta de telhas dá cabo do humor do proprietário de um imóvel e não o facto de ter, hipoteticamente, restado no sítio apenas uma das muitas que o vento soprou até fazer voar.

De resto, é nessas ocasiões que se percebe a dimensão da telha de cada um. Os mais optimistas olhariam para a tal telha solitária como um pretexto perfeito para o cliché infalível: podia ter sido pior. Já os outros, com uma telha do caraças, eram capazes de arremessarem eles próprios a sua telha remanescente para o chão lá em baixo.

 

E por aqui se vê o quanto o facto de estar com a telha pode contribuir para multiplicarmos pretextos para agravar essa sensação desconfortável, porquanto bem coberta. A ideia que dá é que a pessoa parece ter acordado num daqueles dias em que os acontecimentos são como telhas sopradas pelo vento e, por coincidência, sempre na direcção certa para aterrarem de esquina na nossa cabeça.

Aí já percebo melhor do que se trata.

 

É a desconversar que a gente se entende.

publicado por shark às 16:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Quarta-feira, 13.06.12

A POSTA QUE JÁ ENJOA

Como estamos a lidar com uma estatística muito favorável para um prognóstico, uma hipótese em duas, é de prever que em milhares de cretinos com bichos adivinhos, sejam polvos, vacas ou pardais de telhado, haja centenas que poderão reclamar o acerto no resultado do Portugal-Dinamarca.

Aliás, ainda com base na mesma garantia de apenas ter que acertar numa de duas alternativas, até haverá dezenas a poderem invocar o estatuto de vidente para o seu papagaio por ter comido primeiro a bolacha pintada com a bandeira do vencedor do Portugal-Holanda.

E mais, se logo à partida forem mesmo milhares os cretinos com bichos alegadamente adivinhos até pode, é mais difícil, mas pode haver um animal capaz de transcender qualquer ser humano nesse dom tão em voga nos dias que correm sem cromos como o Zandinga para substituírem os bichos dos macacos amestrados pela sede de projecção e escolher a guloseima certa até ao jogo final.

 

Claro que não faltarão municípios interessados em ver surgir no seu concelho uma galinha visionária ou mesmo um porco ciclista, pois já toda a gente percebeu que os holofotes dos quinze minutos de fama apontam de imediato para onde os milagres possam acontecer, de preferência em directo e em exclusivo mas nunca de surpresa para poderem afinar agulhas com um patrocinador.

É no fundo o síndrome do emplastro, com a vantagem de o bicho poder servir de pretexto para a gula do dono pelas câmaras, que sempre se revela quando a ocasião justifica e nada mais à mão do que um Europeu de futebol quando ainda está fresca a memória dos tentáculos saudosos do pioneiro alemão deste folclore dos segundos planos.

De repente lá começam os noticiários mais os programas desportivos habituais mais os programas desportivos especiais na sua busca incessante do bruxo genuíno, torcendo para que não seja uma barata, uma cascavel ou mesmo um crocodilo. Até um urso de peluche serviria, se o vento o inclinasse para o lado da bandeira da selecção vencedora.

 

Esta faceta pitoresca do entusiasmo futeboleiro não é diferente de muitos outros estratagemas a que o anónimo sem jeito nenhum seja para o que for recorre para chamar a si a atenção imbecil dos caça-palermas que trabalham nos media, tanto pode ser barricar-se num apartamento de Chelas gritando que tem uma bomba quase a ferver no interior do micro-ondas como aproveitar o sucesso da filha pimba num programa televisivo inenarrável mas muito popular entre as massas devoradoras de tudo quanto acontece nas capas das revistas ou nos ecrãs (e cada vez mais nos monitores).

De cada vez que acontece algum evento capaz de congregar multidões ou de encaixar num espaço do tempo mediático as referências de que toda a gente quer estar a par, lá teremos centenas ou milhares de cidadãos convictos do seu direito ou mesmo do seu mérito para justificar nem que seja metade do rosto apanhado na borda da fotografia a um famoso qualquer.

 

Naturalmente, os cidadãos anónimos e sem jeito para seja o que for terão que disputar com outros cidadãos, igualmente anónimos mas com um talento especial qualquer, a atenção de quem forja famas e fabrica fortunas. É aí que entra a bicharada, como poderia entrar a tia acamada há muitos anos em coma profundo e que de repente acorda e alguém se lembra de ligar para uma televisão ou um jornal. São testas de ferro perfeitos para os seus porta-voz de circunstância que assim recolhem os louros da atenção sem os espinhos da necessidade de produzir, de fazer ou de dizer algo de suficientemente relevante para se transformar num momento de grande informação.

Já toda a gente sabe que não precisa de esforçar-se mais do que o necessário para se encaixar no critério de selecção dos chouriços com que se enchem páginas de publicações ou minutos de emissão, apenas pela esperteza de estar associado a uma figura de uma moda suficientemente duradoura ou apenas oportuna.

 

É no oportunismo que está o segredo desta receita magnífica para confeccionar enchidos que contrabalancem os horrores do quotidiano ou vão ocupando o espaço deixado vazio pela ausência de factos ou de pessoas dignas de o ocuparem ou apenas pela negligência grosseira daqueles a quem essa tarefa deveria competir. Mas preferem percorrer o país em busca do ornitorrinco capaz de adivinhar o resultado de um jogo decisivo de futebol.

E eu, o camelo do espectador, fico pelo menos a saber que a situação do país, a crise marada, não é assim tão desesperada porque afinal, seja na Amareleja ou nos arredores de Vila Real, existe um português capaz de ser dono de um bicho capaz de adivinhar pela simples consulta do menu o final de uma história tão mal jogada que até parece que o Cristiano Ronaldo vai nu.

publicado por shark às 16:23 | linque da posta | sou todo ouvidos
Terça-feira, 05.06.12

A POSTA BEM MEDIDA

Inconscientemente ou não acabamos por definir a nossa relação com os outros depois de medida a distância a que os colocamos sobre uma escala imaginária. Ou seja, para entendermos com clareza o papel e a relevância dos outros para nós basta situarmos cada pessoa num ponto da tal escala (imaginemos uma régua ou uma fica métrica, por exemplo).

A ideia é fácil de concretizar, sobretudo depois de colocadas no seu lugar meia dúzia de pessoas que façam parte do nosso círculo mais restrito de companhias (os filhos estão excluídos pois o grau de proximidade que sentimos é “colado” e não se requerem medições). Passo a especificar.

 

Começo por definir melhor os contornos da imagem a partir do qual poderão acompanhar o raciocínio: a pessoa coloca-se de perfil e a fita métrica está no chão. Depois pode ir colocando, com o poder da mente, as pessoas com as quais se relaciona em função de um critério subjectivo da proximidade a que nos sentimos de cada pessoa em causa.

Claro que existem variáveis de acordo com o género (a pessoa ficar de perfil tem ligação com esta diferença) e outros factores que nos distinguem e a técnica de medição (utilizemos uma escala em centímetros para facilitar a compreensão da cena) acabará por ser influenciada pelo peso dessas incógnitas, mas com as necessárias adaptações qualquer um/a conseguirá aplicar a coisa (ou o coiso) ao seu caso concreto.

 

Depois de alinhados como em formatura na parada, devemos percorrer com o olhar (é com o pensamento, mas assim fica mais realista) todos aqueles rostos que temos por mais familiares. Um aviso: o equipamento de medição pode tornar-se desconfortável quando percebemos que a distância a que colocamos cada pessoa pode constituir um embaraço inesperado. É o caso quando chega a hora de colocar o chefe ou qualquer outro superior hierárquico, pois enquanto para alguns de nós a única distância ansiada é a equivalente à distância a percorrer entre o pouso dessa pessoa e o nosso posto de trabalho, para outros a distância para alguém com esse estatuto não pode ultrapassar o comprimento da própria língua para que esta consiga aceder com facilidade às botas ou ao fundo das costas do outro, ao ponto de, nesta perspectiva, os superiores poderem situar-se num ponto da escala de medição mais próximo do que o dos seus próprios amantes e/ou cônjuges.

 

Mais centímetro, menos centímetro

 

As pessoas amadas ficam sempre ao alcance da mão, embora no caso de amantes a distância nunca possa ultrapassar, tendo em conta o perfil, a que vai da pessoa à ponta dos mamilos ou, tendo pila, a que vai da pessoa à ponta da dita cuja (a medição não pode ser efectuada no modo stand by, tem mesmo que ser em on – mesmo que uma e outra distância quase coincidam).

Por outro lado, um/a amigo/a verdadeiro/a ficará sempre no ponto acessível a um abraço mas com uma distância ligeiramente superior à da medição acima descrita, para evitar confusão de estatutos que poderá adulterar os resultados e as conclusões possíveis de tirar.

 

Outra das armadilhas (chamemos-lhe ilusões de óptica para haver uma tábua de salvação) deste processo de avaliação simples da nossa distância aos outros é a aparente contradição entre a proximidade efectiva e aquela que desejaríamos manter em dado momento relativamente à pessoa. Exemplo clássico é o da vizinha boazona que, na prática, está colocada a uma distância equivalente à existente entre as portas de nossas casas mas basta entrar connosco ao mesmo tempo no elevador para de imediato a colocarmos num ponto da escala em que até conseguimos cheirá-la (a fita métrica, no caso em apreço). A vizinha boazona é uma aberração estatística, neste contexto, não podendo ser-lhe atribuído um cariz mais do que aleatório e, naturalmente, oscilante em função das circunstâncias específicas e, lá está, dos relevos nos perfis em apreço.

 

Uma introspecção com conta, peso e medida

 

Ainda assim, a medição de relevâncias acaba por nos fornecer indicadores claros acerca do que os outros significam para nós, pelo menos em matéria da proximidade que lhes queremos atribuir.

Naturalmente, pessoas aparentemente com idênticos estatutos (por ser igual o vínculo que nos une às mesmas) podem estar nos antípodas da nossa escala de medição individual. É o caso dos nossos professores do liceu, sendo natural que enquanto o professor de Matemática seria colocado mais ou menos na Austrália a curvilínea professora de Inglês encaixaria como uma luva no ponto atribuído à vizinha no exemplo acima.

Aqui vemos como é possível utilizar a escala para entendermos a atribuição de importância em função das matérias de estudo preferidas e isso diz muito da pessoa.

 

Este último aspecto transporta-nos de imediato para a validação científica do método em causa que, embora de alguma forma comprometida pelos inúmeros imponderáveis, se concretiza de forma empírica quando meditamos acerca da distância a que estamos colocados relativamente a algumas pessoas que podem fazer parte, pelos estranhos desígnios do acaso, da nossa existência e depois observamos o posicionamento das mesmas numa abordagem espontânea.

Para o efeito são requeridos equipamentos complementares capazes de fornecerem o rigor que em qualquer ciência se impõe.

Se quiser observar com exactidão o posicionamento dos/as seus ex deverá ter à mão um par de potentes binóculos.

E se pretender, num gesto ousado, referenciar a sogra o Planetário será o seu melhor ponto de vista. 

publicado por shark às 16:05 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)
Quinta-feira, 10.05.12

A POSTA QUE AGORA DEUS MANDA OS MILAGRES POR EMAIL

Dear Partner,

Greetings from Hong Kong

I am sending you this message concerning a Business Proposal of $24.5M USD
and I want you to partner with me in this project. This business will benefit you a lot.

Please contact me back with the below address for details:

Email: jkh1568432310@qq.com (não tinham um mais complicado à mão)

I await your prompt response.

Thanks.

Mr J.H

 

 

Eu não gosto de me gabar mas como vêem não consigo escrever postas por andar atarefado com os meus negócios de milhões de USD (isso dos euros foi chão que deu uvas...).

Desta vez foi o meu futuro sócio em Hong kong, uma terra à qual tenho profundas ligações por via do meu primeiro Atlas Geográfico do Readers Digest, a reparar no ar próspero do meu email e a sentir de imediato o impulso imparável de me propor uma parceria que, ainda por cima, me irá beneficiar imenso.

É assim a vida do cidadão de classe média de um país em crise, sempre muito agitada como a de qualquer empresário de sofá com um email à sua imagem (sedutor, apelativo e assim...).

De resto, vejam o que me enviou um outro grande amigo meu, o Roland Gun (Armado em Esperto, em tradução livre):

 

oferecemos empréstimos

Dear Sir / Madam, você precisa de um empréstimo para melhorar o seu
negócio? Você é um homem comerciante ou mulher? Tem alguma confusão
financeira e os recursos necessários para criar o seu próprio negócio?
Precisa de um empréstimo para pagar suas dívidas e pagar suas contas ou
iniciar um negócio bonito? Você tem uma baixa pontuação de crédito, e eles
são difíceis de obter empréstimo de capital de bancos locais / outras
instituições financeiras? Precisa de um empréstimo ou financiamento, por
qualquer motivo, como encontrar empréstimo legítimos? Cansado de
empréstimos à habitação e hipotecas? Você já foi recusada seus bancos? Além
disso, uma vez que você foi enganado? Então o seu trauma financeiro é mais
Oferecemos empréstimos a partir de R $ 3.000,00 min. para US $
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certificados e de confiança. Nós podemos ajudar com ajuda financeira. Se
estiver interessado, entre em contato conosco por e-mail:

(email ilegível, faz de conta)


Se este se adapta às suas expectativas, então podemos prosseguir, eu
gostaria de dizer a quantidade exata das operações de crédito exigem uma
acção mais urgente para preencher e enviar as informações necessárias
abaixo: Pedido de Crédito Aplicação (preenchido e devolvido) para se
conectar com esta informações abaixo:
Nome do requerente:
Endereço do requerente:
Cidade:.
Status:.
País:.
Sexo: Masculino.
Estado civil:.
Idade:.
Ocupação: ..
Velocidade de renda: ..
Tel: ..
Celular:.
Montante solicitado: ..
A duração do empréstimo :??..

Contacte-nos por e-mail: (não queriam mais nada...) para mais informações

Obrigado e Deus os abençoe


Espero ouvir de você logo.

Sr. Roland Gun

 

 

Agora digam-me lá se sobra tempo à pessoa para escrever postas quando tem que gerir a sua fortuna pessoal crescente a uma velocidade de renda supersónica?

publicado por shark às 14:58 | linque da posta | sou todo ouvidos
Sábado, 11.02.12

A POSTA QUE EU ACHO. EM TONS LARANJA E LAIVOS ROSADOS

Eu acho que dar importância à expressão “piegas” quando provinda da boca de um Primeiro-Ministro de uma nação mergulhada numa crise sem precedentes no tempo de vida dos portugueses a quem a dedicou é um desvio colossal da concentração necessária para cumprir à risca as instruções do ministro das finanças alemão (ou chinês, ou angolano, ou qualquer outro que se disponha a entrar com a massa) e tudo o resto são pintelhos a que nem um líder da oposição que se recusa a governar o país antes de 2015 (deve ter várias entorses agendadas até lá), numa abstenção violenta perante a gestão ruínosa como ele próprio a define, ousaria enfatizar nas suas intervenções tão discretas quanto inconsequentes.

publicado por shark às 19:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Sexta-feira, 23.12.11

DE PEITO ABERTO

Li algures que a atracção deste Natal no circo Cardinali é a que dizem ser a única mulher-bala do mundo.

E eu dei comigo a pensar: o que será que um gajo diz se se apanha com uma mulher-bala?

A resposta é simples e ocorreu-me na hora:

 

Shoot me!

publicado por shark às 22:56 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Terça-feira, 30.08.11

PATRÍCIA MAMONA DESQUALIFICADA

A desilusão provocada pela desqualificação desta atleta sobe exponencialmente em função do aumento exagerado das naturais expectativas que são criadas por uma pessoa com tal nome.

publicado por shark às 22:34 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)
Domingo, 31.07.11

VAI SER REESCRITA A HISTÓRIA DO BPN

Com BIC laranja, para escrita fina.

publicado por shark às 20:37 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Terça-feira, 19.07.11

UM PRIMAVERÃO PUXADO A VENTO

Em mais um belo dia de praia para os padrões do Outono dinamarquês, o mês de Julho continua a exibir um desvio colossal relativamente às expectativas criadas.

Existem rumores (de fontes anónimas, as melhores para o efeito) acerca de um boicote das andorinhas já para o próximo ano, pela reincidência deste logro estival que no ano passado também enviou o Verão propriamente dito para meados de Outubro.

Entretanto, a protecção civil (eu não sou militar) recomenda aos senhores que enfiem os chapéus pelas orelhas abaixo e às senhoras mais optimistas e arrojadas que decidam usar saia neste dia chama-se a atenção para a janela de oportunidade para o uso do melhor underware disponível.

publicado por shark às 12:34 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (16)
Domingo, 03.07.11

O QUE É QUE VOSSA ALTEZA COAXOU?

Na ressaca da exposição mediática global do casamento real britânico, muitos analistas referiram o quanto de positivo tal enlace traria para a causa monárquica tão fustigada por eventos e personagens trágicos (Lady Di, família real nepalesa), escabrosos (Lady Fergie, Princesa Stephanie) ou apenas patéticos (não preciso de citar nomes), julgo ser oportuno prestar atenção a esses mesmos analistas quanto ao mais recente matrimónio com sangue azul, no Mónaco dos iates e da Fórmula Um.

 

A questão só se coloca quando tentamos fazer um paralelo entre as duas cerimónias acima. Se de um lado temos uma espécie de conto de fadas moderno que até inclui a transformação de uma plebeia em candidata a rainha, do outro temos algo de parecido mas com contornos um nadinha menos favoráveis à tal causa que um simples casamento parece servir.

 

O problema da monarquia moderna reside precisamente nas comparações: a realeza arrasta desde há séculos o fardo de estar à altura dos contos de encantar instalados no imaginário dos súbditos e mesmo dos que não o sendo formam o tal poder invisível e que todos os outros poderes tentam manipular chamado opinião pública.

É difícil olhar para as imagens do casamento real monegasco e vislumbrar ali uma pitada sequer do tal final feliz onde tiveram muitos infantezinhos e viveram felizes para sempre num palácio com jardim e cheio de assoalhadas, tal como não se distingue a diferença entre aquele casório e o do filho primogénito de um qualquer milionário nascido no Mónaco, em Andorra ou noutro país de fantasia para gente de brincar.

 

Por outro lado, neste plebeu desencantado não encaixa o perfil deste príncipe regente do Mónaco.

É que para o transformar num cinquentão careca, sem piadinha nenhuma e com filhos bastardos não valia a pena ter beijado o batráquio, pois não?  

publicado por shark às 20:18 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)
Terça-feira, 31.05.11

A POSTA SEM NOME

Como estamos todos saturados de temas densos que em nada ajudam a malta a descontrair um bocado da crise opto hoje por um tema mais ligeiro, porquanto muito sério.

Em causa está a flagrante injustiça cometida para quem ao longo de milénios assumiu o ingrato papel de dar nomes às coisas e às pessoas. Quer dizer, somos todos muito rápidos a desdenhar de quem se esmifrou a olhar para um filho para concluir: meu filho, tens mesmo cara de Hideraldo. Ou minha filha, toda tu és Ermengarda. Mas nesse desdém imediatista esquecemos a angústia de quem se vê a braços com tamanha responsabilidade.


Recuemos um pouco no tempo (pouco, porque estas coisas do tempo são muito relativas em termos cósmicos) e vistamos a pele (de mamute ou assim) do primeiro gajo a olhar embevecido para aquele espaço mágico entre as pernas da sua neandertala, encantado, e a querer louvá-la.

No meio dos seus grunhidos pré-históricos de aflição por não saber que nome dar àquilo, imaginemos o que terá saído para que, muito tempo depois, alguém considerasse vagina o nome mais adequado.

Não domino dialectos do tempo das pinturas de Foz Côa, mas não deixo de pasmar perante o que terá saído da boca daquela criatura peluda para virmos a baptizar o tal espaço sagrado com um nome tão complicado de pronunciar e sem piadinha nenhuma.

 

Mas a minha admiração abrange também a posterior adopção de nomes alternativos. Notem bem: alguém deu cabo da tola a pensar em nomes suplementares para algo já devidamente catalogado num conjunto de sons qualquer.

Ah e tal, vagina é um nome que não lembra ao caralho (já vão perceber porque acabo de me exceder na linguagem). Eu olho para aquilo e só me ocorre cona.

E toca de espalhar a nova terminologia pelos amigos do bairro chunga até a coisa (o nome da coisa) chegar aos ouvidos da elite pensadora da sua época.

Claro está que quem abraçou o nome original reclamou de imediato a patente imaginária e terá desabafado com os mais próximos: atão um gajo aqui a dar voltas ao miolo para arranjar um nome para aquilo e vem-me aquele primogénito de uma meretriz inventar um nome novo? Tenho que providenciar de imediato um esquema eficaz para a respectiva conspurcação! Vamos espalhar o boato de que se trata de uma asneira, de uma ordinarice que não se pode tolerar, de um pecado mortal.

 

Mas o que é certo é que a designação pirata acaba provavelmente por ser a mais utilizada no quotidiano de todos nós os que usufruímos dos nomes que não precisámos de inventar, até porque não soa muito razoável e ainda menos estimulante a pessoa, em pleno acto, sair-lhe um vou comer-te essa vagina toda. Não sei se a questão é fonética ou semântica ou se tem apenas a ver com o fruto proibido inerente ao palavrão como o entendemos, mas a verdade é que quem inventou o termo cona parece ter tido maior acerto na sua opção.

 

Isto não invalida o reconhecimento da relevância dos autores de quaisquer nomes, bem vistas as coisas.

Não levam a sério o assunto e acham que é fácil dar nomes às cenas?

Então tentem colocar-se na posição do primeiro gajo que olhou para, sei lá,  um calhau. Ou para a pila do tal mamute prestes a ser esfolado para cobrir, entre outras, as partes pudibundas dos nossos antepassados das cavernas, e percebeu que se tratava da mesma coisa (do mesmo coiso) que ele pretendia agasalhar, perante o olhar interessado da fêmea a quem pretendia dar com a moca na tola, e precisou de arranjar assim de repente um nome comum para designar os dois pénis em apreço num conveniente plano de igualdade linguística…

publicado por shark às 15:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)
Segunda-feira, 09.05.11

FAVOR RESPONDER SEM RECORRER A PALAVRAS MUITO FEIAS

Depois de um fim de semana absolutamente anormal, com o Benfica a ganhar, o Porto a empatar e o PSD a apresentar um programa de Governo, eis-nos em mais um início de ciclo com nada menos do que cinco dias úteis para podermos ajudar a Nação a sair da crise com uma produtividade doidona.

É uma maravilha ou não é?

publicado por shark às 10:42 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Segunda-feira, 18.04.11

ESTA É MESMO SÓ PARA VOS DESEJAR...

...Uma excelente entrada na nova semana de trabalho.

 

(imaginem-me com um sorriso estampado no rosto que eu não tenho à mão nenhuma foto minha com expressão de sexta-feira...)

publicado por shark às 09:09 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sexta-feira, 15.04.11

CONFÚCIO DE BOLSO

Mesmo numa escada em caracol os espalhanços não acontecem em câmara lenta.

publicado por shark às 20:04 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Domingo, 06.03.11

TRISTEZAS NÃO AS PAGAM

Tanto alarido por Portugal andar aí a vender a dívida externa quando está aqui um cidadão benemérito tão ansioso por oferecer a sua...

publicado por shark às 21:49 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Segunda-feira, 28.02.11

A POSTA DE SEGUNDA

Há fases na vida, para muito boa gente pode ser uma vida inteira, em que uma pessoa sente uma necessidade compulsiva de desligar o sistema, de poupar o cérebro ao bombardeio de informação e à sobrecarga da tensão que o quotidiano nos impõe.

São períodos ao longo dos quais evitamos pensar demais, recolhidos no santuário da apatia voluntária que nos protege de uma espécie de meltdown que pode acontecer sob a forma de um esgotamento nervoso ou cerebral.

 

A pessoa parece estupidificar nesses lapsos de tempo que a mente processa a conta-gotas, confinada à gestão dos serviços mínimos obrigatórios para se manter a coisa (um gajo) funcional.

Contudo, podem ser fases agradáveis de viver. Horas desperdiçadas numa postura de contemplação bovina, sem no entanto ruminar pensamentos profundos, aflorando à superfície temas tão inócuos quanto possível. Este culto do trivial, nenhum risco corrido, assume o controlo da definição das prioridades e deixamos o pensamento deslizar sem pressas sobre um lago tão pacato que conseguimos ver nele reflectido a quase absoluta ausência de reflexões.

 

Claro que isto não é vida para ninguém e cedo ou tarde o crânio parece agitar-se com a vibração no seu interior, com o cérebro a vapor substituído pela versão diesel para ganhar embalagem até ao combustível para foguetão, espaço fora até tão próximo do Big Bang que quase se consegue cheirar a fragrância divina dos sovacos desodorizados do Criador.

 

É aí que um gajo se senta diante do teclado e escreve uma posta. 

publicado por shark às 15:58 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)
Sexta-feira, 25.02.11

JÁ REPARARAM?

Lá fora está a Primavera!

publicado por shark às 10:55 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)
Quarta-feira, 23.02.11

DIA POUCO MOVIMENTADO

Hoje já passaram três carrinhas funerárias à minha porta.

publicado por shark às 15:50 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)

A ANGÚSTIA, A ENORME ANGÚSTIA DE TER QUE POSTAR!

Nomeadamente a seguir à posta anterior a esta.

Um sacrifício, senhoras e senhores. Um enorme sacrifício pessoal.

 

É a vida...

publicado por shark às 11:07 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sábado, 19.02.11

DIAS DE BOLA E A TELEVISÃO DIGITAL DO PLANETA TERRA

Só hoje percebi que com a entrada em cena da Televisão Digital Terrestre (a gente não percebe nada destas tretas, ok, mas que não é a Televisão Digital Marciana conseguíamos lá chegar...) vão desaparecer dos telhados as tradicionais antenas que fazem parte dos meus céus desde que tenho a feliz oportunidade de os ter por cima da minha cabeça.

 

Claro que este pequeno choque tecnológico apenas corresponde à instintiva reacção à mudança, algo que tem castrado imenso a Humanidade por a mergulhar numa dualidade entre a sede de progresso e o medo das respectivas consequências, mas a sua corrente é feita de muitos amperes de informação contida no sítio onde arquivamos as referências. Coisas tão simples como a memória dos domingos de manhã em que os vizinhos ansiosos pela transmissão de um Sporting-Benfica obrigavam o Zé Fusíveis a abandonar o conforto da cama que não largava antes do meio-dia para arrastar a sua camisola interior à Vasco Santana para o telhado do edifício, apenas porque era ele o único a saber como se orientava a coisa para desaparecer a chuva na imagem do derby que reunia multidões nas casas dos felizardos que já tinham uma Salora a preto e branco no lugar mais destacado das salas que ainda não tinham nada de salões e uma lareira era coisa apenas de mansões daquelas que só víamos nos filmes ou ao longo do caminho no passeio saloio que percorria a marginal até entrar pela Serra de Sintra rumo a Mafra e depois a Belas ver as belas que belas não vi mas tenho muitas saudades dos fofos que lá comi.

E é no meio destas flashadas de tempos tão antigos que um gajo até estranha não ver no lugar das unhas umas garras de tiranossauro que a pessoa começa a alargar o horizonte das preocupações menos comezinhas e egoístas do que a de saber se o seu televisor está equipado para funcionar quando finalmente chegar a TDT que evoca um insecticida popular que entretanto se tornou proscrito e encontra de imediato quem vista a pele indispensável de quem serve de exemplo para o alívio inerente ao eu até estou mal mas fulano está bem pior. É fatal como o destino.

 

O advento da TDT, e chamo a vossa atenção para o delicioso pormenor de a escolha da palavra "advento" não ser obra do acaso mas antes um toque pessoal do autor para suscitar a óbvia associação de ideias entre o vento e as antenas que (ainda) balouçam como ramos de árvores nos telhados, dizia eu que esse advendaval, e aqui invento uma palavra nova, notem bem, da televisão terráquea vai transformar todos os fabulosos técnicos de antenas por esse mundo fora em invólucros de sabedoria obsoleta e absolutamente desnecessária.

Deve ser flixado, um gajo ter passado a vida a especializar-se numa cena que de repente deixou de fazer falta ao pessoal...

 

Mas não ficam por aqui os danos irreversíveis que este progresso a cores e de alta definição acarreta.

Caso não tenham ficado condoídos/as com o profundo drama pessoal de todo um grupo desta nossa sociedade sem lugar para monos, avanço com a cartada seguinte do meu raciocínio desvairado de cidadão atormentado pelas marcas da passagem do tempo na sua dimensão corredora, apelando de forma descarada ao generalizado amor aos animais que decerto irá conferir toda uma carga (um choque emocionológico?) a esta posta irrelevante como devem ser as de um fim-de-semana.

Poizé, e os pombos? Quem de entre vós teve o reflexo de lembrar a tragédia que se irá abater sobre nós quando as pobres avezinhas chegarem ao cimo dos edifícios e apenas dispuserem de meia dúzia de chaminés que não pode servir a todos de poleiro e, coitadinhos, começarem a escorregar com as patinhas nas telhas em plano inclinado e acabarem por tombar nas ruas, diante dos nossos olhares horrorizados e assim?

 

Claro, entretanto já algum/a desmancha-prazeres se lembrou do facto de os pássaros terem asas...

Mas a intensidade do problema acaba por ficar latente e posso sempre aproveitar esse final feliz para o novelo acima, com passarinhos e passarinhas a voarem alegremente pelo céu urbano livre de antenas e a pousarem, tão lindinhos, sobre os parapeitos das janelas e tal, para recordar que temos sempre revelado capacidade para darmos a volta às dificuldades e não tarda tocarão à nossa campainha os Zés Fusíveis modernos, antigos técnicos de antenas que nos levavam um dinheirão para chegarem ao telhado, abancarem a fumar um cigarro com uma vista magnífica, mandarem uma biqueirada na antena para resolver o problema de mau contacto nos fios e agora nos levarão ainda mais dinheirão para fingirem que foi a sua extrema perícia e inteligência superior quem acabou com a voz fanhosa do Rodrigues dos Santos no telejornal a falar-nos da história do técnico que caiu do telhado em Massamá quando tentava salvar uma cegonha entalada entre antenas e não um computador xpto instalado numa sala onde outros antigos técnicos de antenas convertidos à nova causa pensam em melhoramentos nos habitáculos para os seus pombos de criação na casa de campo que o seu novo emprego com salário chorudo lhes permitiu adquirir.

 

E agora é a malta comprar um conversor ou tradutor ou lá o que for e entretanto rogar pragas por nestes dias em que transmitem os Sporting-Benfica em canal fechado não ser razoável bater à porta do vizinho que subscreve a SporTV...

publicado por shark às 14:58 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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