Sexta-feira, 07.03.08

AVALIEM MELHOR

Para quem quer ter acesso a uma versão alternativa, nua e crua, do que está em causa neste sururu docente em torno das avaliações, ESTE texto daquele que é nesta altura o meu blogueiro de referência é OBRIGATÓRIO.

E se gostarem tanto da prosa como eu, façam um favor ao vosso semelhante e linquem-no em profusão.
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publicado por shark às 00:31 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)
Quinta-feira, 06.03.08

A POSTA NA SIMPLES CONSTATAÇÃO (for my eyes only)

Sempre que o tempo, na sua infinita sabedoria, me concede a razão de que no passado aparentemente me privou confronto-me com uma vara de dois bicos. Sobretudo quando essa razão tem a ver com pessoas e a verdade dos factos confirma o acerto das minhas piores previsões.
Se, por um lado, o desvendar póstumo da minha “inocência” neste ou naquele conflito ou picardia me permite a reconciliação comigo próprio pelo devido enquadramento das minhas reacções, por outro lado sinto-me desconfortável com a constatação de que há mais pessoas de má índole do que desejaria.
Já por diversas vezes me invectivaram por desferir “ataques” sem alvo identificado nos desabafos a que (cada vez menos) me permito. Fui inclusivamente citado como cobarde nessa perspectiva.
E insisto nessa opção, arriscando as peles que me possam vestir, precisamente porque os meus ataques sem alvo definido possuem sempre destinatário/a concreto a quem a carapuça encaixa na perfeição e só esse/a se constitui o devido receptor.
Nessa medida, o apontar público de um dedo reservo-o para as situações em que a minha atitude hostil justifica esse tipo de identificação para que os bois sejam chamados pelos nomes e desmascarados na sua condição.
À pequena “sapatada” dou-lhe o estatuto de reacção privada que deve ter e apesar de publicar o recado não ofereço de bandeja a trica a mirones que dela se poderiam servir para o alimento de discussões e trocas azedas de palavras sem interesse algum.

Ao longo de mais de três anos desta actividade ainda não houve quem me provasse cobarde, canhestro ou gratuitamente hostil (nesta última, quando o fui apresentei as minhas desculpas a quem as devia e assumi a responsabilidade inerente pelos maus momentos que qualquer pessoa pode ter – ainda que não os reconheça).
Sou homem para assumir as minhas fraquezas e limitações como o sou para gabar os méritos que me assistam e por isso tanto podem encontrar aqui a face visível da bonomia que me caracteriza e prefiro cultivar como podem deparar-se com tudo aquilo que faz jus ao nick que escolhi e me cola a um bicho pouco dado a reacções cordatas.
O dark side que todos temos mas nem todos admitimos com a mesma descontracção…

Essa costela de tubarão leva-me, nos tais momentos menos bons, a virar o dente a quem nada fez para o justificar e por norma acarreta consequências como a ruptura definitiva, qualquer que seja o caminho que escolha para desfazer a merda que fiz. É o preço a pagar e confesso que começo a aceitá-lo como natural.
Porém, também me permite fincar a dentuça ou apenas reagir na proporção a quem me hostiliza sem motivo aparente. E apesar de ficar mal no boneco pela acutilância ou pelo despudor de quem não deve e nada tem a temer, muitas vezes esse instantâneo vem a revelar-se menos feio do que se afigura na altura. É a justiça feita ao retardador e que, quando alguém já vestiu a casaca do mau da fita, chega invariavelmente tarde demais.
É outro preço da impulsividade e da sua exposição em demasia.
E já deixei de perder o sono por isso.

Tudo isto para dizer que me sinto no direito de, no mínimo, me sentir reconfortado quando vejo um/a medíocre desmascarado/a pela mesma verdade que nos fez entrar em rota de colisão. Mesmo quando isso não acontece comigo enquanto protagonista mas pela acção de terceiros e respectiva repercussão no estalar do verniz, pois basta-me a certeza de que tinha razão quando assumi o tal lado negro como reacção instintiva e acabei por ver o assunto virado contra mim.

Hoje calhou ter acesso a uma dessas confirmações póstumas da razão que tentaram retirar-me com base apenas na reputação e não na lógica pura dos factos que me envolveram em má hora.

Não me sinto vencedor, nem mesmo capaz de me arvorar senhor de todas as certezas.

Mas confesso-me um nadinha mais confortável na minha pele.
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publicado por shark às 12:20 | linque da posta | sou todo ouvidos
Sexta-feira, 29.02.08

UM GAJO PERCEBE...

...Que está a lidar com a má vontade alheia quando em vez de os palermas comentarem os posts começam a desatinar a despropósito com os nossos comentários.

(Por outro lado, é bom sabermos que não lhes somos indiferentes. Aos palermas.)
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publicado por shark às 12:34 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (20)
Sábado, 23.02.08

SE AINDA EXISTE FICÇÃO CIENTÍFICA EM PORTUGAL

Reconheço este nosso colega como um dos principais responsáveis pela sobrevivência do género no nosso país.
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publicado por shark às 11:37 | linque da posta | sou todo ouvidos
Quarta-feira, 20.02.08

FORA DO (B)LUGAR

Nem sempre me predisponho a oferecer aqui o melhor de mim, porquanto mesmo esta definição possa pecar por subjectiva e isso torne qualquer critério numa questão discutível.
Refugio algumas das prosas que mais me agradam em blogues ainda mais anónimos do que eu, isentos de contadores, de comentadores, de qualquer tipo de pressão.
E essa pressão existe, ainda que não a reconheçamos na fase do deslumbramento como na do desencanto que, o rodopio de aberturas e de fechos e de até jás a prová-lo, acaba por se instalar na maioria dos que blogam.

Cada um de nós bloga com motivações e objectivos que, embora possam coincidir neste ou naquele aspecto, variam de pessoa para pessoa. Até porque a blogosfera é uma realidade dinâmica, o fluir da sua existência virtual implica mutações na forma como a entendemos e como pretendemos vivê-la.
Tanto podem variar os propósitos como as necessidades que queremos preenchidas por este exercício que só na solidão e no silêncio (sem caixas de comentários, por exemplo) pode não interferir de forma intensa com quem a isto se entrega.
Da minha perspectiva acerca do que a blogosfera representa já dei conta por diversas vezes e se ocasionalmente volto ao assunto é precisamente por constatar as diferenças mais ou menos subtis, em mim e nos outros, que resultam da passagem do tempo (um tempo desfasado do que medimos na dimensão analógica, mais acelerado ou coisa que o valha) investido desta forma.
Existe uma maturidade específica associada à nossa vivência blogueira e que se traduz na alteração de ritmos, de registos, de percepções e mesmo de reacções perante a componente interactiva, os nicks e as pessoas entre si, ao longo do caminho que cada um de nós percorre aqui.

À evolução da nossa forma de blogar estão associados diversos factores que se estendem num espectro tão amplo que consegue albergar desde a interacção pessoal e respectivos efeitos no entusiasmo da estreia (a coisa amorna) à simples constatação dos factos que os números comprovam. E aqui já encaixam duas formas da pressão a que aludo e que em muito condiciona o nosso impulso blogueiro, ainda que experimentadas no contexto individual em função das expectativas criadas e do grau de satisfação que conseguimos extrair no saldo final.

Entrei na blogosfera no início de 2004 na pele de comentador e abri o primeiro blogue nesse mesmo Verão. E quando releio as minhas postas e respectivas caixas desses dias consigo evocar o chorrilho de emoções associadas, as ambições desmedidas ou o prazer simples que constituía o acto de escrever para depois oferecer as palavras ao mundo por uma janela entreaberta que arejava as ideias e, em simultâneo, me alimentava o ego com as pequenas glórias, as aparentes vitórias que conseguimos a custo definir enquanto parcos (parvos?) sustentos para enfrentar a despesa de cada dia a seguir.

E agora, mais de três anos depois, sinto-me compelido a avaliar o tempo medido sob esta bitola e a tentar perceber o que mudou e em que medida terá mudado para melhor, justificando a insistência.
A blogosfera sofreu importantes alterações e já pouco tem a ver com a “minha” tal como a experimentei nos primórdios. Isso nota-se, por exemplo, na obsolescência que detecto neste espaço arredado de termos agora correntes como web 2.0, RSS ou mesmo You Tube. Coisas triviais para os blogues dot.com ou mesmo para qualquer um dos mais recentes no panorama.
Como se nota na conversão dos apregoados “mega-encontros” de bloggers (que raramente envolviam mais do que umas escassas dezenas de pessoas) em reuniões informais de pequenos núcleos ou “capelinhas” numa mesa de jantar. Ou na diminuição drástica do número de comentários, neste como noutros espaços.
Ou ainda no fim da ilusão de uma igualdade de circunstâncias entre os “sobredotados” anónimos e as figuras públicas que assumem, como lá fora, o protagonismo que a catapulta mediática lhes confere e o apetite das “audiências” acaba por privilegiar.

Preciso de interpretar os sinais de alerta tão óbvios como a necessidade súbita de publicar “às escondidas” para me preservar de coisas que instintivamente sinto nocivas, castrantes da criatividade que preciso libertar aqui. Limitadoras da liberdade que sinto condicionada por coisas que não fazem, devidamente equacionadas, sentido algum.

A blogosfera está a mudar e nós, que a fazemos, estamos a mudar também. E eu sinto a necessidade de diagnosticar essa mudança, de lhe entender os contornos e perceber, por exemplo, se ainda faz sentido a minha presença à luz dessa evolução que nem todos queremos ou sabemos acompanhar.

E por isso podem contar com mais estuchas deste género nos próximos tempos. Talvez o golpe de misericórdia na vossa paciência que se reflecte na tendência inexorável de debandada que os números, implacáveis, não me permitem ignorar.

Talvez esteja na hora de parar aqui. Ou pelo menos, garantidamente, de acertar umas quantas agulhas.
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publicado por shark às 12:13 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)
Domingo, 17.02.08

THE CHAIN GANG

E porque amo a liberdade vou quebrar mais duas correntes não me deixando arrastar pela enxurrada proposta pelo Hugo, do Cama de Solteiro (quando é que te "acorrentas", pá?).

Não podia, no entanto, deixar de fazer menção a esta distinção. É que no meio de tantos blogues sensacionais, não deixa de ser espantoso alguém se lembrar deste para qualquer tipo de nomeação...
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publicado por shark às 11:27 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Sexta-feira, 15.02.08

DEBATE LATINO

A quem interessar o tema das caricaturas a Maomé recomendo vivamente este momento Aspirina.
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publicado por shark às 16:58 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

É IMPOSSÍVEL DESCARTAR...

Uma desconfortável sensação de perda.
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publicado por shark às 11:21 | linque da posta | sou todo ouvidos
Quarta-feira, 13.02.08

DEIXA-ME APROVEITAR...

...Que o Weblog anda outra vez em regime de intermitência.
É só para vos recordar que quando não consigo publicar no charco (e isso nota-se nos intervalos superiores a 24 horas sem postas frescas) recorro à Casa de Alterne para botar faladura.

E entretanto continuo a publicar nesse espaço alternativo algumas fotos e imagens que só lá poderão apreciar, caso sejam visitantes menos interessados no que tenho para dizer e mais no que tenho para mostrar.
Aproveito para vos desejar um dia sensacional.
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publicado por shark às 11:38 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (11)
Quarta-feira, 06.02.08

MAL NÃO FAZ...

Ler esta opinião de um colega.
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publicado por shark às 18:48 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

A POSTA EM VÃO

É recorrente da minha parte afirmá-lo e jamais tentarei descartar as minhas culpas nesse cartório, mas boa parte do abrandamento nas caixas e na visitação e da notória diminuição do interesse de alguns blogues feitos por gente capaz derivam da irreprimível tendência para falarmos DOS outros e não PARA os outros.
Volto ao assunto (já tão remoído e mastigado) porque descobri dois blogues recentes, excepcionais no que respeita à qualidade da escrita e com indicadores claros de inteligência e formação superior por parte dos/as respectivos/as autores/as, ambos já pautados pela tal tendência foleira que denuncio.

Essa tendência consiste no impulso para os juízos de valor acerca dos outros, sejam quem forem – eu próprio se me quiserem vestir essas peles, apreciações depreciativas da personalidade e/ou da forma de estar na vida que transparece daquilo que damos de nós.
É injusta sob qualquer prisma, essa postura fácil de quem dispara às cegas sobre aquilo a que tem acesso sem possuir de forma alguma os elementos necessários para tais conclusões.
E ainda menos com algum tipo de legitimidade para se alcandorarem com tal desplante num pedestal que, bem vistas as coisas, muitas vezes acaba por se revelar feito de papelão.
É que a blogosfera não concede perdão a quem envereda pela crítica com ar superior excepto aos casos raríssimos de quem nunca dá os flancos. E quem consegue tal prodígio só pode ser muito frio e racional ou um arquétipo da perfeição.
Eu não acredito nesta utopia e cada vez menos encaro com bons olhos estas poses de seres superiores que se sentem no direito de escarnecer, de minimizar, de forçar uma elevação artificial com base na comparação inevitável. Quando colocamos os outros num patamar inferior é lógico pressupor que nos instalamos acima, equilibrados de forma precária na subjectiva apreciação do que julgamos valer a mais na dita comparação.
Talvez nem o direito de cada um a uma reacção proporcional às atoardas de outros o legitime.

Insisto que não reclamo para mim qualquer espécie de isenção ou de inocência neste aspecto e a armadilha que a blogosfera constitui (quando temos a decência de, por exemplo, não apagarmos pura e simplesmente os posts ou comentários que nos podem macular o “boneco”) é conservar por escrito a flutuação das nossas posições e que facilmente nos etiquetam de inconsistentes, incongruentes ou simplesmente aldrabões.

Eu não sou, nem quero ser, um membro desse clã de semideuses capazes de esgrimirem o seu talento como armas de arremesso aos que sentem como inferiores ou apenas lhes caem mal por alguma razão que, de resto, nem sempre se prende com mais do que uma simples embirração própria ou solidária.
Não é esse de todo o objectivo desta posta, tal como não pretendo assumir o mesmo papel que critico nesta ocasião.
Pretendo apenas desabafar o meu desconforto perante o que sinto como uma perda.

A perda de mais duas opções (pouco interessa quais, neste contexto) que certamente me serviriam se não me oferecessem mais do mesmo que pretendo, cada vez com maior determinação, exorcizar da minha atitude blogueira e do tempo que dedico a esta actividade que sinto menos hostil e ingrata mas mais descaradamente arrogante.

E, na esmagadora maioria, mais distante e preguiçosa.
Sem sombra de dúvidas, injustificadamente vaidosa.
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publicado por shark às 12:16 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)
Quarta-feira, 30.01.08

TOO MANY CONNECTIONS

Impediram-me de postar mais cedo.
Que bom para uma plataforma, chegar ao ponto de ter conexões a mais...
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publicado por shark às 10:16 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Quarta-feira, 23.01.08

ELE HÁ COISAS DO...

...Caraças.
O blogue que actualmente mais me prende a atenção e, espantoso, que consegue estar cada vez melhor à luz da minha (cada vez mais) apertada bitola é o mesmo que nem assim há tanto tempo considerou este um dos piores blogues do ano (uma experiência deveras traumatizante, um horror...).

Aquilo é mesmo uma ganda malha e faz-me recordar os bons tempos do Afixe, para melhor. Aspirina B, de seu nome.

O melhor de 2007, no meu modesto entender.
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publicado por shark às 18:09 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)
Segunda-feira, 21.01.08

3062

Postas. Contando com esta. Só nesta versão do charco.
Veterania presume tarimba.
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publicado por shark às 23:18 | linque da posta | sou todo ouvidos

FICO EUFÓRICO

Sempre que encontro num blogue alheio trabalhos tão bons que me estimulam a tentar fazer melhor no meu.
Não pela inveja de quem faz bem, mas pelo brio de tentar estar à altura.
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publicado por shark às 14:23 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Domingo, 13.01.08

A POSTA NOS ATIRADORES FURTIVOS

É tão impossível agradar a gregos e a troianos como o é apreciar a totalidade dos blogues e das pessoas que se expõem ao nosso crivo pessoal.
Às vezes são coisas de nada, pequenas, as que nos tornam intragáveis aos olhos dos outros ou os transformam em sapos aos nossos.
Seja como for, os que estão são os que fazem, os que arriscam a dispensável mas inevitável cobardia anónima daqueles que apenas observam até surgir uma oportunidade de deixar umas palavras azedas no espaço de liberdade que alguém lhes ofereceu de bandeja.
E esta gentinha, agora menos activa, constitui aos meus olhos a mais maligna erva daninha que envenena este meio de comunicação.

Quero com isto dizer que não existe nada que mais me repugne dos que os “penetras” que aparecem do nada, anónimos, só para lançarem a confusão ou mandarem os bitaites que no resto do tempo não se mostram capazes de produzir.
No resto do tempo e na cara de quem insultam ou acusam ou difamam ou outra forma de terrorismo verbal que se justifica na expressão com a cobardia implícita em “deixar a bomba” e dar de frosques sem ligar às consequências.
Mas nem aqui, nesta aproximação a um conceito tão tenebroso conseguem fazer boa figura por comparação. Porque a cobardia dos terroristas genuínos tem por detrás pelo menos um mote que pintam como uma causa e à dos pára-quedistas cinzentões da blogosfera nem isso a sustenta.

Gente incapaz de abraçar o desafio de publicar com regularidade coisas de jeito, algo de seu, submetendo-se a todo o tipo de críticas, de desrespeito e de enxovalhos em troca. Gente mesquinha, sempre a farejar em silêncio a vida dos outros, o trabalho dos outros, aquilo que não é seu para poderem intervir quando lhes dá na mona, para fazerem boa figura…
É esse o tipo de gente que menos falta nos faz, essa elite de monos que funcionam como papagaios intermitentes e às vezes ainda recebem em troca os mimos de aduladoras e de aduladores ceguinhos pelas emoções ou por outro tipo de dependências.

Vagueiam como fantasmas pela blogosfera, esses mestres do oportunismo que só servem para armar putedo e assim estragarem o brinquedo que nunca serão capazes de criar ou manter. Sempre na sombra, onde ninguém se expõe e nada tem a perder. Subversivos, mal intencionados e sem a humildade necessária para arriscarem algo feito por si que não as intervenções malcriadas, arrogantes, de quem não faz por estar entretido em busca do pior que os outros são capazes de fazer. São anónimos, são cobardes, são sinónimos de comportamentos manhosos, viscosos, de atitudes que lhes ilustram a cegueira perante a capacidade dos outros e a surdez aos argumentos que os pudessem dissuadir de tal postura. Porque são de fora.

Curiosamente, alguma malta gasta mais latim a apontar o dedo aos de dentro, pegando por uma merdinha qualquer, e parece tolerar melhor a espécie abjecta a que faço alusão.
Mas lá está, gostos não se discutem. Sobretudo os de quem não se predispõe a dar ouvidos a qualquer tipo de razão.
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publicado por shark às 22:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)
Quarta-feira, 09.01.08

SECOND LIFE ÀS MOSCAS

De acordo com alguns estudiosos do fenómeno, a presença de avatares naquele espaço virtual não atinge os 10% do total de utilizadores registados, o que prenuncia o fim ou, no mínimo, uma profunda mudança nos hábitos da "bonecada" que reproduzia pessoas.
Há quem afirme que a agressividade comercial e a reprodução das rotinas da outra (life) são os factores que mais afastam os frequentadores deste mundo alternativo em ambiente Playstation, embora se desconheçam estudos nesse particular.

Depois do notório êxodo de colegas da blogosfera para aquela promissora catapulta para a celebridade, é de esperar o regresso ao activo (digno desse nome) de alguns desencantados bonicks (nicks com boneco associado).
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publicado por shark às 20:07 | linque da posta | sou todo ouvidos

HIPERLIGAÇÕES

Encontrei no blogue da Mar um linque para a opinião da Vieira e fiquei a saber que a Emiéle também gostou como eu deste texto da Hipatia.
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publicado por shark às 14:53 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Domingo, 30.12.07

A DIFERENÇA NA PLATAFORMA (Ou Do Comer por Tabela)

Um dos escassos indicadores que permitem a quem bloga e liga às "audiências" perceber as tendências de subida e descida na visitação do seu espaço, eu já assumi que dou atenção a esses pormenores, é o Blogómetro.
Trata-se de uma tabela na qual podem inscrever-se de forma voluntária todos quantos tenham instalado no seu blogue um contador Sitemeter.

Se tudo correr normalmente, e dado que o critério de medição é uniforme, podemos em simultâneo tomar nota da média diária das visitas (saber se sobe ou desce em determinado período) e do posicionamento relativo por comparação com outros espaços da referida listagem.
Ou seja, a tal média diária transporta-nos para determinada posição na tabela e aí podemos perceber se estamos a conquistar ou a perder assistência da nossa produção nesta cena.

Faz parte da forma de blogar que quem não liga nada a essas coisas despreza, isto de um gajo se ralar com o facto de o seu trabalho cativar ou não as outras pessoas. Mas colocando de lado o nojo natural de quem de facto não liga a essas coisas ou prefere nem saber, os que sobram (os que reparam na estatística) gostam de estar dependentes apenas da sua capacidade de seduzir quem visita e não do funcionamento do sistema.

É que se o nosso sistema é manco e produz falhas cíclicas pode provocar fenómenos de adulteração da tal média diária das visitas, obrigando todos os blogues alojados no dito a fazerem má figura perante os que tiveram nos seus blogues um dia normal.

Assim se explica que na tabela que vos linco acima existam em 100 apenas quatro blogues activos do Weblog.
E um desses quatro está quase a sair da tabela e, por coincidência, hoje teve o seu dia mais fraco desde que foi instalado o respectivo contador...
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publicado por shark às 23:01 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sexta-feira, 28.12.07

TALIBANZAI

É o título do post que acabo de publicar no Registo Provisório.
A sala de leitura fica AQUI.
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publicado por shark às 11:49 | linque da posta | sou todo ouvidos
Sábado, 22.12.07

AGRADEÇO

A cada uma das catorze pessoas que votaram no meu post candidato ao prémio de €1000, garantindo-me assim um honroso terceiro lugar no certame.

Ganhamos prá próxima...
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publicado por shark às 22:20 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)
Quinta-feira, 20.12.07

CABRA DE SERVIÇO

Tem sentido de humor, é mordaz, escreve bem, publica com regularidade, responde aos comentários que lhe deixam, o blogue é agradável à vista e os seus posts não são uma seca.

Não é preciso mais para justificar uma visita a um espaço que ainda por cima tem um nome à maneira, pois não?
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publicado por shark às 10:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)
Quarta-feira, 12.12.07

O SEXO ANAL

Continua a ser o líder incontestado nas expressões que conduzem a malta até aqui a partir dos motores de busca.
E a sério que me custa não ter maneira de oferecer algo daquilo que procuram dessa forma.
Imagens não dá porque não tenho bolinha no canto e mesmo assim às vezes já é o que é. Explicações também não me parece que sirvam de grande coisa (e a pessoa do blogue que percebe do assunto nunca está disponível). Então faço o quê para servir essa importante fatia do meu mercado blogueiro?

(A pergunta é meramente retórica. Tou só a conversar com os meus botões. Com as minhas teclas.)
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publicado por shark às 18:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

PORQUE SERÁ?

Contra muitos dos meus pressupostos, de cada vez que me afasto da blogosfera e percorro os sites que entretanto vão surgindo a internet no seu todo parece-me sempre mais interessante e apelativa.
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publicado por shark às 18:30 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

DON'T CLICK IT

Depois de o fazerem AQUI.
Preparem uns minutos para gastar na boa, se a língua inglesa não vos atrapalha. Acreditem que vale a pena, pela diferença.
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publicado por shark às 14:41 | linque da posta | sou todo ouvidos

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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