Segunda-feira, 20.07.09

MEMÓRIAS DE UM PTERODÁCTILO

Foi numa televisão a preto e branco, as que havia, da marca Salora.

E lembro-me bem do Mensurado, irrepreensível, a relatar o que os meus olhos de garoto gravavam para poucos anos depois me tornarem num adepto da Ficção Científica capaz de ler por 50 vezes a parte do espaço no Atlas.

 

Eu sei que é incrível, sendo eu um chavalo, mas lembro-me desse pedaço do dia 20 de Julho de 1969 como se fosse ontem...

publicado por shark às 22:38 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

PARA SEMPRE (E MAIS ALÉM?)

Existem aqueles que afirmam preferir uma morte digna, como se a morte (bem feitas as contas) não constituísse uma indignidade seja para quem for e aconteça como acontecer, sobretudo para os que cá ficam a chorá-la.

No amor também há quem confunda final digno com final feliz, mas tal como defendo para a vida entendo que não existe dignidade no fim de um amor, mesmo na morte de um ou de ambos os amantes, precisamente pelo motivo que aponto acima...

 

Claro que somos todos vítimas da tentação de adornar o fim de uma relação amorosa com todo o tipo de unguentos que a tornem mais suportável, seja qual for o motivo dessa interrupção no que, por hábito ou simples amor à utopia, tendemos a cultivar como perfeito se eterno.

Contudo, o sabor amargo sobrepõe-se a todas as panaceias que o tal fim digno possa facultar a quem precisa seguir em frente e não pode ficar a remoer a perda que, se aconteceu, se calhar nem o foi.

E na amizade o critério é igual.

 

Aceito a definição de que um amor pode ser bonito dure quanto durar. É indesmentível tal pressuposto. Mas é igualmente verdade, nua e crua, que quando acaba entristece e sente-se como uma frustração, uma desilusão, uma perda.

E eu não vejo onde está a dignidade nessas emoções tão avessas ao conceito do amor como o entendo, donde concluo que não existe um final feliz para qualquer história de amor.

 

Por isso mesmo, qualquer amor deve ser feliz é enquanto dura. No fim, quando este se verifica, a felicidade possível nunca passa de um doce engano para a amargura da saudade ou de qualquer das tais emoções negativas que cito mais acima.

publicado por shark às 16:11 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

ALHOS E BUGALHOS

É o título DESTA POSTA que publiquei no Cabra de Serviço e no qual podem ter acesso a uma perspectiva acerca do conceito de Justiça, para além de lá encontrarem outras opiniões sob a forma de posta ou nas respectivas caixas de comentários.

publicado por shark às 14:49 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)
Sábado, 18.07.09

PRAIA, AMEIJOAS E CAMARÃO TIGRE

Enquanto assistia ao ocaso diante da Ilha do Pessegueiro.

A vida tem coisas porreiras, pá...

publicado por shark às 23:04 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (15)
Sexta-feira, 17.07.09

ENTARDECER

ao fim de mais um dia

Foto: Shark

 

Tags:
publicado por shark às 19:46 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

E DO MAU FEITIO DO TUBARÃO, TAMOS ESQUECIDOS?

Nas minhas cada vez mais curtas incursões pelo resto da blogosfera constato que renasce a velha tradição do "empurrãozinho" aos blogues com travo intelectual, nomeadamente os recém ressuscitados, por parte dos espaços da sua igualha.

Nada me move contra os blogues que fazem vida da dissecação exaustiva daquilo que outros pensaram, disseram ou fizeram, ainda que o único propósito seja (em muitos casos) a colagem a determinado estatuto que num mundo virtual onde a antiguidade é um posto muito relativo e de pouco vale e as aparências nem sempre iludem só cria ilusões. Contudo, comparo os linques e descubro sempre os mesmos. Como se não existisse outra forma de blogar digna de ser promovida que não a "séria" (política, "literária" e/ou qualquer outra que cheire a inteligência superior) e de preferência a que seja protagonizada pelas figuras do costume.

 

Tresanda a bafio nessa blogosfera, convenhamos. Figuras públicas de segundo plano mais uma legião de aspirantes atropelam-se na promoção recíproca que não garante visitas (os contadores são implacáveis e provam que nem se visitam uns aos outros, os parceiros) mas sempre vai dando um ar de popularidade que disfarça a falta de talento para a escrita de uns e a falta de jeito para comunicar de outros, por muito que os recomendem por analogia ou associação de ideias.

Raramente encontro alguém que me prenda a atenção com aquilo que tem para dizer acerca de um pensador ou de um artista qualquer que estejam a fazer tijolo há séculos. Não porque esteja desinteressado da obra (e sobretudo da vida que a influenciou) desses criadores, mas porque na blogosfera entendo que todos devemos esforçar-nos por assumir esse papel, o da criação, e nunca nos confinarmos ao debitar de umas larachas cuidadosamente filtradas pelo intelecto suprasumo que acreditamos distinguir-nos.

publicado por shark às 15:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

UMA GRIPE HIGIÉNICA

Lavar as mãos com frequência e não roer as unhas vão ser aspectos determinantes nos tempos que se avizinham...

publicado por shark às 11:32 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

JÁ SÓ FALTAM UMAS HORITAS...

...Para este vosso amigo se raspar para a Terra Santa e mergulhar no sempre bem vindo fim-de-semana.

publicado por shark às 11:30 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Quinta-feira, 16.07.09

O MEU RIO CHAMA-SE TEJO

céu do tejo

Foto: Shark 

publicado por shark às 16:19 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (15)

SHARK ALL OVER

Hoje podem encontrar-me AQUI.

Mas também AQUI.

 

E já agora AQUI também...

publicado por shark às 11:47 | linque da posta | sou todo ouvidos
Quarta-feira, 15.07.09

ALMA EQUILIBRISTA

Como é que uma vocação tão óbvia para a gestão de equilíbrios precários nunca me garantiu uma carreira no maior espectáculo do mundo?

publicado por shark às 17:27 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

POR ACASO ATÉ PREFIRO OS DA NESTLÉ/CAMY...

 quiosque gelado

Foto: Shark

publicado por shark às 10:54 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Terça-feira, 14.07.09

MILÍCIA POPULAR

Descobriram que se tratava de um assassino de crianças, violara duas delas até. Dizia-se.

E o povo da aldeia, em surdina, começou a falar coisas estranhas, ódio entre dentes que os olhos cuspiam à passagem do ancião.

Os dois únicos petizes da terra deixaram de brincar junto à casa do recém-chegado, o homem que descobriram ter sido libertado da prisão depois de cumpridos apenas doze anos da pena que não metia dó a ninguém naquele lugar onde o homem decidira passar os últimos anos da sua vida à solta no meio das pessoas normais.

Ninguém lhe vendia fosse o que fosse, ninguém o cumprimentava e toda a gente se desviava do seu caminho conspurcado por crimes de um passado que alguém, dizia-se, lhe descobriu.

 

Um dia o povo decidiu. Reuniram os rapazes e os homens mais capazes da aldeia junto ao pelourinho e juraram determinação na hora de tudo acontecer.

O homem, esse bandido, acabaria por morrer a golpes de sachola e de ancinho e toda a gente na aldeia sabia que ninguém foi, ninguém vira ou participara no ajuste de contas com o canalha daqueles a quem ninguém valha num momento de aflição.

A culpa morreria solteira, não fora no dia seguinte chegar à aldeia um forasteiro que o Cabo António da GNR identificou em segredo a um primo que contou à mulher que espalhou como um vírus a verdade tão difícil de engolir que alguém finalmente se chibou.

publicado por shark às 22:38 | linque da posta | sou todo ouvidos

PERDIDOS

Procuram e não alcançam. Procuram e não descansam, numa pausa para pensar ou apenas para interrogar o sentido dessa busca, quem porfia.

Sondam de raspão, pelo cheiro de uma emoção que desafia. As vergonhas e os medos, a aventura snifada numa prosa bem esgalhada que agite a lâmina do diapasão, a melodia desafinada por falta de coordenação. Nas ideias. O som confuso das palavras desperdiçadas só para dizer que nem sim nem não e um talvez se calhar, eventualmente, possa bastar para acrescentar outro marco no mapa do tesouro virtual.

Planam em silêncio sobre as palavras com olhos de falcão, a presa lá em baixo à condição que as palavras parecem esboçar. Nunca admitem desertar, pela noção de cobardia que tal gesto traduz e o desaparecimento se reduz a um traço de fumo soprado por alguma desilusão derivada da constatação que algures, nesta ou naquela tabuleta, o caminho sonhado era da treta, imaginação, e a sede de atenção afoga a lucidez numa bebedeira construída com base no conteúdo de um dedal.

 

Definham aos poucos, padecem de um mal comum aos coelhos que brotam livres da cartola de um ilusionista para acabarem na gaiola a seguir. Em filinha pirilau pelo palco, actores secundários de um número de magia que acontece na sua fantasia desorientada pela busca descoordenada de algo que não sabem muito bem o que é.

Tentam morrer sempre de pé, como o arvoredo por detrás do qual enterram qualquer segredo capaz de desmascarar a triste condição quando o espelho ensina a sua lição de humildade que o é a descoberta da realidade tal e qual.

 

Dizem que é normal, no contexto do labirinto que constitui qualquer forma de solidão.

publicado por shark às 01:58 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Segunda-feira, 13.07.09

EU GOSTO DE PESSOAS

perfil berbere

Foto: Shark 

publicado por shark às 17:05 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sexta-feira, 10.07.09

A POSTA NA BALDA QUE PRÁI VAI

Em poucos dias reparei com atenção nas reacções bizarras de dois cromos de nomeada de entre o ilustre anedotário da justiça deste país.

A primeira reacção que não me deixou atónito porque bate certo com o que todos intuímos ser a realidade do que se passa foi a expressão sorridente de Oliveira e Costa aquando da sua intervenção na audiência par(a)lamentar. De resto, não noto na fisionomia e no discurso daquele homem acusado de crimes tão graves, excepto nas proporções, como os do Madoff qualquer tipo de preocupação. É nítida a descontração daquele septuagenário a quem qualquer pena de prisão efectiva digna desse nome deverá condenar a morrer na condição de recluso.

A segunda foi a de Isaltino Morais. O homem pediu à juiza do seu processo que o deixasse sair a meio da leitura das alegações finais, alegadamente para não ter que desrespeitar o tribunal com a sua reacção ao que ouvia. E a juiza deixou.

Mas o que é isto afinal? Então o fulano é alvo de uma acusação que leva a ser pedida pena de prisão efectiva com um mínimo de cinco anos, o que implica existirem elementos de prova sólidos, ameaça o tribunal por não se achar capaz de se conter nas reacções e deixam-no sair para dar entrevistas às televisões?

E se fosse eu ou qualquer outro cidadão anónimo também era assim? Ou fariam como todos julgamos ser adequado e como compete a quem quer fazer respeitar a Justiça e diziam ao gabiru que se levantasse a crista ia dentro logo ali?

 

Há algo de profundamente errado na notória impunidade que transpira das (poucas) figuras públicas incomodadas pela Justiça.

 

E eu nem sei se quero mesmo saber o quê.

publicado por shark às 11:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

QUEM IRÁ FAZER A COBERTURA DESTE FUNERAL MEDIÁTICO?

Apesar de não faltarem as vozes que o denunciam, a Imprensa enterra-se cada vez mais no lodaçal criado pelo culto do boçal que caracteriza o trabalho da maioria dos profissionais da Comunicação.

Futebol, celebridades (muitas delas forjadas pelos media) e dramalhões de faca e alguidar, as novelas mexicanas da vida de anónimos cidadãos que num instante passam a ser o centro das atenções mediáticas. É disto que (sobre)vive a Imprensa, toda a Imprensa, nestes dias em que a verdade cercada pela futilidade e pelas crescentes pressões dos vários poderes passa quase despercebida no contexto da missão de informar.

 

Sim, é verdade que o menino dos pais adolescentes foi visitado pela família. Mas não, o país inteiro não precisa de acompanhar a visita.

Sim, é verdade que a filha da mãe russa (passe a redundância na alusão à eslava má onda que protagonizou a cena) foi "deportada" pela justiça imbecil que às vezes se faz. Mas não, não precisavam de ser tão óbvios no deixar cair do assunto agora que o sentiram devidamente espremido até ao tutano.

Os holofotes e as câmaras correm em magotes para o assunto da moda e os paparazzi multiplicam-se, agora disfarçados de jornalistas a sério que se submetem por necessidade ou simples conformismo à cobertura de assuntos de merda que os critérios em vigor tornam vitais.

Depois, em face dos estudos de audiências viciados pelo próprio ciclo que assim se criou, a malta encolhe os ombros e diz que tem que ser.

 

Tem que ser? Só a morte.

E a da Comunicação Social dita séria para mim está cada vez mais anunciada.

publicado por shark às 11:14 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Quinta-feira, 09.07.09

CIBERBAR

ciberbar

Foto: Shark 

publicado por shark às 16:36 | linque da posta | sou todo ouvidos

COM TRÊS LETRINHAS APENAS

TGV. PIB.SMS. IRS. SIS. SNS. OGE. MMS. ISN. RTP. SIC.TVI. CNE. ONG. MNE. CAP. CIP. CRM. REN. CTT. BTT. BES. BIT. UGT. PCP. PSD. SNB. MOP. LPF. SLB. CML. FMI. ONU. PDF. INE. IVA. OGE. OMS. PSP. GNR. TIC. CPC. UNL. CAE. IRS. AMI. ACP. IMI...

 

SOS!!!

publicado por shark às 15:44 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)
Quarta-feira, 08.07.09

A POSTA NAS OBRAS FEITAS

Uma das formas mais rentáveis de adquirir uma casa era comprando-a na planta. Ou seja, a pessoa comprava o seu apartamento antes de a obra estar concluída e o construtor, grato pela antecipação do pilim, vendia a um preço que garantia uma mais-valia choruda.

Mas isso era no tempo das vacas gordas.

 

Agora, o cenário de crise está talhado para transformar a compra de sonho num pesadelo impossível de vender. Imaginem esta hipótese: vocês até são pessoas crédulas e/ou desatentas e adiantam digamos 30% do valor da casa magnífica (no papel) que qualquer vendedor imobiliário de craveira razoável mais um tipo jeitoso a desenhar por computador consegue convencer-vos a comprar.

Entretanto vendem a vossa casa, dispostos a morarem numa casa alugada durante um ano ou dois à espera que a outra esteja acabada.

E é aqui que a coisa complica. Se o construtor estiver com a corda ao pescoço e falhar com os pagamentos aos subempreiteiros podem acontecer três coisas: estes últimos começam a abandalhar, trocando os materiais excelentes do andar-modelo por materiais mais baratos, de recurso; pior ainda, suspendem o trabalho (e a obra estagna); a melhor hipótese, tudo corre bem e a obra é concluída.

Mas e se entretanto o construtor vai à falência? O prazo para a reclamação de eventuais defeitos de construção passa a zero (e se vier a verificar-se a primeiras das três hipóteses que enumerei...).

 

Ou seja, a compra pela planta (que a crise no imobiliário tornou irrelevante do ponto de vista financeiro) passou a ser um risco tão desmedido que até a banca hesita em conceder empréstimos para este tipo de negócio, mesmo quando a própria obra é financiada pela instituição.

E existem cada vez mais portugueses, consta que sobretudo na zona do Algarve, "agarrados" com dinheiro enterrado nestes negócios da china (da loja do chinês), com as suas casas vendidas e com as adquiridas por construir e com os construtores a desaparecerem de cena por artes de pura magia.

 

Eu sei que este tema é uma seca para uma posta, mas só agora tomei conhecimento desta verdade que só as crises expõem e achei que valia a pena tentar evitar que alguém se deixe cair neste tipo de situação por desconhecimento de causa.

Confesso que ainda não tentei verificar em que medida a legislação protege os audazes apanhados num caldo destes.

 

Mas a sorte é que me parece não ser uma boa aposta nesta altura...

publicado por shark às 16:07 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

PURE CHESS

- Ó Torre das pretas, porque é que vocês jogam com um peão cinzento?

- Ele era preto, Cavalo das brancas, mas é um grande fã do Michael Jackson e o vosso Bispo viu aí uma janela de oportunidade para o converter... 

publicado por shark às 12:24 | linque da posta

EU GOSTO DE PESSOAS

sector terciário 

Foto: Shark

publicado por shark às 01:14 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Terça-feira, 07.07.09

A POSTA NO PROVADOR

Despiu as calças sem tirar os olhos dos dela. Sem pressas, sem falsas promessas que o relevo destacado não pudesse desmentir na condição.

Tentou controlar a emoção para se exibir confiante na sua pele de amante, para em momento algum reflectir a ansiedade que lhe transmitia tanta vontade de brilhar naquele pedaço de vida partilhado.

 

Deitou-se ao seu lado devagar, tentando não hesitar na iniciativa que lhe competia. Ou pelo menos era isso que pretendia demonstrar, seguro de si. Por fora. O medo que o impedia agora de ser igual a si próprio, absurdo, à prova nas alucinações disparadas pelos canhões na sua cabeça a latejar.

As mãos entretidas a passear pela pele desejada. A boca na nuca, colada, e ela a entregar-se sem reservas nem pressões.

O rumo natural das decisões já tomadas, as medidas já tiradas à situação que lhes competia agora viver.

 

Pelo amor embrionário e pelo prazer necessário, disponível. E ele a sentir-se cada vez mais perecível na frescura do sentido figurado que já quase jazia pendurado num acto vil de traição do corpo embebedado pela pressão estapafúrdia.

 

Foi essa a lição que aprendeu e que jamais repetiu, restando-lhe o sorriso de quem ri de si próprio enquanto despe as calças sem tirar os olhos da amante que se revelara tão paciente no dia em que lhe provou sem humilhar que em momento algum teria, de facto, algo a provar.

publicado por shark às 01:56 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

SO WHAT?

É curioso constatar que a perda de quota de mercado dos últimos dois meses no meu negócio é, em termos percentuais, exactamente igual à verificada neste blogue...

publicado por shark às 01:52 | linque da posta
Segunda-feira, 06.07.09

BUSINESS AS USUAL

Já passou mais de um ano desde que cheguei a um acordo com uma grande empresa para viabilizar uma parceria comercial. E não estou a comemorar a efeméride, estou a pensar que os termos do acordo ainda não foram implementados pela tal empresa e não vejo como a economia de um país pode resistir a demoras medievais como esta no mundo dos negócios...

Tags:
publicado por shark às 12:21 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

Postas mais frescas

Para cuscar

2017:

 J F M A M J J A S O N D

2016:

 J F M A M J J A S O N D

2015:

 J F M A M J J A S O N D

2014:

 J F M A M J J A S O N D

2013:

 J F M A M J J A S O N D

2012:

 J F M A M J J A S O N D

2011:

 J F M A M J J A S O N D

2010:

 J F M A M J J A S O N D

2009:

 J F M A M J J A S O N D

2008:

 J F M A M J J A S O N D

2007:

 J F M A M J J A S O N D

2006:

 J F M A M J J A S O N D

2005:

 J F M A M J J A S O N D

2004:

 J F M A M J J A S O N D

Tags

A verdade inconveniente

Já lá estão?

Berço de Ouro

BERÇO DE OURO

blogs SAPO