Sábado, 16.05.09

FLOWER POWER

ao sol Foto: Shark

publicado por shark às 18:56 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sexta-feira, 15.05.09

MUITO MAIS DO QUE MEREÇO

E do que algum dia esperei ter.

publicado por shark às 12:39 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (16)
Quinta-feira, 14.05.09

ALIVE AND KICKING

Nunca pensei gostar tanto de ser quarentão.

publicado por shark às 22:09 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (30)

A EMOÇÃO

De não saber se ficou perdida para sempre a informação que acumulamos ao longo de quase cinco anos num portátil.

E de saber que depois de enfrentar a perda de um disco rígido, qualquer pessoa com dois dedos de testa e um pingo de bom senso jamais arriscaria de novo não fazer backups ou apenas gravar as coisas mais importantes num simples dvd...

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publicado por shark às 09:30 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (19)
Quarta-feira, 13.05.09

NA CAMA COM A VOZ

Podem ler AQUI.

publicado por shark às 12:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Terça-feira, 12.05.09

JÁ CÁ NÃO ESTÁ QUEM POSTOU

É lição aprendida desde tenra idade. Optar por qualquer dos extremos corresponde sempre a um desafio que nem todos estamos à altura de abraçar. Isto é válido para as posições assumidas como, por exemplo, para relações de qualquer tipo entre as pessoas.

Não falo da moderação que nos é exigida a quase todo o tempo, sob pena de nos pintarem excêntricos ou mesmo marginais, mas do impulso natural e social para o refúgio nas meias-tintas.

No meu caso concreto, esse refúgio assumido por parte de alguém só serve para borrar a pintura e eu vou tentar explicar porquê.

 

Na perspectiva de uma pessoa de extremos, das que é comum afirmarmos capazes do melhor como do pior, as meias-tintas constituem um factor permanente de desorientação. Inevitavelmente as posições que não são carne nem são peixe assumem contornos que levam a considerá-las dignas de vegetarianos, devendo-se isto à preguiça mental (e outras) que uma atitude assim-assim normalmente implica.

Aos olhos da pessoa de extremos, essa postura corresponde a uma indefinição que impossibilita de chamar os bois pelos nomes ou de encaixar as coisas (e as emoções) no seu devido lugar.

 

Claro que a maioria não admira e muito menos respeita os extremistas (e não estou a falar de política ou de religião), pela ameaça que estes representam à flexibilidade de critérios que as meias-tintas permitem a quem gosta de balançar ao sabor do vento mais favorável ou da corrente que está a dar. São incómodas, as pessoas de extremos, por exigirem a todo o tempo que as imagens reais sejam sempre visionadas em alta definição. Não aceitam, essas pessoas, o tom cinzento que resulta da mistura das tintas que no meio do barulho das luzes oferece tanta escapatória para os factos que se encubram ou as coisas que não se querem dizer. E rejeitam o daltonismo como desculpa seja para quem for.

 

Ensinam-nos por isso, a vida e os outros, a abdicarmos bem cedo das convicções demasiado firmes ou das posições que possam ser interpretadas como radicais. Seguimos o exemplo da raposa manhosa e nunca o do rinoceronte bruto mas frontal. Ou devemos seguir, se quisermos garantir uma perfeita integração social e mesmo a aceitação por parte de quem connosco mantenha uma relação amorosa ou outra qualquer.

Tudo, sobretudo as reacções de quem partilha o nosso espaço e/ou o nosso tempo, está concebido para impor pela força se necessário o tal véu que não passa de um paninho quente para esconder o truque por detrás da prestidigitação que caracteriza a maioria das relações de merda que acabamos por manter com as outras pessoas.

E de pouco vale invocar algum tipo de ideal ou de valor quando tentamos encostar alguém à parede da sinceridade espontânea que a sociedade aos poucos transforma num erro letal.

 

As pessoas de extremos acabam por isso isoladas, devidamente rotuladas por quem as atura ou apenas tolera como inconvenientes, insistentes, maçadoras ou simplesmente indesejáveis como companhia porque a malta procura é gente bem disposta e sem veia para complicações, capazes de admitirem todo o tipo de excepções à regra (que nunca passa de uma mera linha de orientação) mesmo quando a desmentem por completo. O absurdo nunca consta do menu, tal como a falta de lógica nas contradições.

Uma relação dos nossos dias parece ter que pautar-se pela leveza sustentável e pela certeza inabalável de que o que hoje é verdade poderá ser mentira amanhã. Ou vice-versa.

 

E por isso eu, que não sou uma pessoa de extremos (cruzes credo!), não percebo como é que ainda há quem imole a imagem e dê cabo da vida com os seus fundamentalismos quando é mais do que evidente que a coisa está boa é para quem, como diz o povo, possua um mamar doce e, acima de tudo, perceba por instinto quando está na hora certa para se calar. 

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publicado por shark às 16:54 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)

EU GOSTO DE PESSOAS

na onda do olhar

Foto: Shark

publicado por shark às 10:18 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (11)
Segunda-feira, 11.05.09

NÃO SEI SE ISRAEL PAPA

Grupos.

publicado por shark às 20:25 | linque da posta | sou todo ouvidos

ALMA FADISTA

A minha, hoje cantei-a AQUI.

publicado por shark às 18:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

ÁGUA BENTA

Se dançássemos na pista como o fazemos na cama, o mundo inteiro parava só para nos ver dançar.

publicado por shark às 17:03 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

FLOWER POWER

pétalas pintadas Foto: Shark

publicado por shark às 11:24 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

CARGA D'ÁGUA

A zona oriental da Grande Lisboa tem estado sob um intenso chuvaréu.

É sempre flixado uma pessoa começar a semana assim, tão húmida.

Mas há que enfrentar a tempestade com um sorriso de quem sabe que por detrás de tanto cinzento está um imenso céu azul.

 

Tenham um dia e uma semana livres de borrascas e cheios de sol.

publicado por shark às 10:50 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)
Domingo, 10.05.09

DAS FAENAS VERBAIS

Já referi por diversas vezes que não sou aficionado das touradas. É um direito que me assiste e possuo com toda a certeza argumentos tão “incontestáveis” como os sentem os opositores à minha posição acerca do assunto.

Contudo, não me visto paladino dos direitos dos animais ao ponto de ter a pachorra de me juntar às manifestações promovidas pela Animal ou mesmo de insistir em aproveitar este meu tempo de antena para zurzir numa qualquer das muitas touradas que este país produz.

Nada disto invalida que quando me deparo com debates acerca da questão tento perceber se existe algum lado com a razão definitiva, algum argumento que pela sua pertinência ou inteligência seja capaz de desarmar um dos lados da barricada.

 

Prendi a atenção no último “Eixo do Mal” e calhou aterrar no meio do assunto que dá corpo a esta posta, precisamente as touradas, e ouvi cada um dos quatro intervenientes no programa definir a sua posição na matéria.

Surpreendeu-me a unanimidade, confesso. Todos se admitiram a favor do espectáculo em causa e um deles até juntou a questão dos animais selvagens no circo como uma causa pela qual se bateria de bom grado. Ele lá sabe porquê.

E houve um que para além de me deixar surpreso pela sua condição de aficionado, conseguiu com a natureza da sua argumentação motivar-me a escrever uma posta.

É o Daniel Oliveira, nosso colega blogueiro, e como já antes discordei das suas afirmações públicas gostava de deixar bem claro que não o cito senão por ter sido o único que me pareceu disparatado na sua argumentação.

Eu explico porquê.
 

É que o moderador do programa confrontou o Daniel Oliveira com uma versão particularmente sangrenta que acontece nos Açores, alegadamente onde os animais são picados com frequência e a coisa assume contornos mais cruéis.

Desconheço essa tourada em concreto e por isso remeto-me para o contraponto que o nosso colega Daniel entendeu ser o mais adequado.

Ele pegou naquele argumento estafado das condições em que os bovinos são mantidos, em espaços reduzidos ou coisa que o valha.

E eu pego também por aí, pela debilidade de tal comparação. É que o Daniel, sempre polémico na definição das suas prioridades, entende que as condições em que são mantidos os animais para garantirem os bifes do lombo e o leite que estou certo ele também consome, para a nossa alimentação, servem de atenuante aos maus tratos praticados em nome de tradição lúdica que tanto o seduz.

A comparação parece-me infeliz sem grande esforço de raciocínio, nomeadamente porque ao servir-se de tal termo de comparação assume por inerência que a crueldade praticada é similar. E isso, vindo de uma figura pública que por acaso até bloga (ou vice-versa) e se assume adepto da tourada, não soa inteligente e da pertinência estamos conversados.

 

Mas como se não bastasse o argumento fácil acima, tanto o Daniel como qualquer dos restantes companheiros invocaram a razão principal. Basicamente a mesma que serviu para acabar com o problema de Barrancos, a inefável tradição.

A tradição já não é o que era e por isso mesmo quase toda a gente se insurge contra actividades antigas mas de grande barbárie como as lutas de galos ou de cães. Com o tempo as pessoas aperceberam-se de que se trata de coisas estúpidas, tão estúpidas como a tradicional violência doméstica que estou certo mesmo o Daniel Oliveira não aceita como tradição a manter.

 

Agora sei que fiz uma comparação à Daniel Oliveira, mas eu não sou pago para dizer as minhas tonteiras em horário nobre e posso, na minha condição de anónimo cidadão, valer-me das comparações excessivas ou despropositadas ou dos argumentos mais rebuscados para defender as minhas posições. E também eu sinto o apelo do argumento fácil, que aparentemente desminta os outros com o peso daquela ideia que temos em putos, eu faço mal mas tu ainda fazes pior, a atenuante de treta que faz a nossa ideia ou posição parecer um bocadinho menos mal no boneco.

 

O meu problema, insisto, não tem a ver com o Daniel Oliveira (que nunca escondi não ser alguém a quem reconheça um mérito especial que o possa destacar de entre outras pessoas) mas sim com o calibre da argumentação com que se defendem questões polémicas precisamente por não serem, por não poderem ser consensuais. Essa característica não legitima a argumentação de treta e que quase soa para imbecis ou distraídos, pelo tal raciocínio que acima formulei.

E a que serviu de mote a esta prosa que o nosso colega decerto entenderia (se a lesse) como um ataque pessoal é tão legítima como eu afirmar aqui que um gajo capaz de defender a tourada jamais deveria ser autorizado a manter em casa qualquer animal de estimação. Pela associação de ideias tão fácil como a de comparar os alhos de uma indignidade “necessária” para garantir a alimentação da malta com os bugalhos de uma outra que acontece com o único pretexto de entreter de forma que sinto como cruel e desnecessária alguns dos comensais. 

publicado por shark às 21:32 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Sexta-feira, 08.05.09

FLOWER POWER

oceano em flor Foto: Shark

publicado por shark às 12:06 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (16)
Quarta-feira, 06.05.09

ALMA ESPELHADA

 

Viu no espelho o reflexo de um homem mais velho, um homem grisalho cujo rosto divergia ligeiramente do que pensava e afinal lhe mostrava um homem diferente do que esperava encontrar.

Viu tudo aquilo que lhe serviu para abraçar o que da vida pudesse levar, enquanto durava, na bagagem das memórias (não as que deixava, efémeras como traços de giz).  

 

No final das suas histórias para a quais reclamava, com uma postura sincera, um desfecho feliz.

 

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publicado por shark às 19:28 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)
Terça-feira, 05.05.09

É SIMPÁTICO

Um gajo como eu, anónimo e amador, encontrar uma foto sua em destaque no portal Sapo.

publicado por shark às 16:58 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (18)

PARCERIA

parceria

Foto: Shark 

publicado por shark às 16:40 | linque da posta | sou todo ouvidos

APATIA

Às tantas um gajo satura-se de pagar a factura dos seus desabafos, explosões ou calinadas. Porque nem todos os gajos possuem o dom de inspirar nos outros as reacções mais cordatas, menos susceptíveis de agravarem o clima de treta que se instala quando falamos demais.

Às tantas um gajo percebe que se calhar é mesmo melhor não comunicar tanto como é normal nos dias melhores.

 

E depois, nessas alturas, é difícil um gajo escrever uma posta.

publicado por shark às 11:50 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Segunda-feira, 04.05.09

EROSÃO

São como rastos na areia, os rostos na memória que são os restos de qualquer história de amor ou de paixão séria e duradoura que uma ligeira brisa um dia bastou para desmentir nessa condição.    

publicado por shark às 12:32 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Domingo, 03.05.09

EU GOSTO DE PESSOAS (Especial Dia da Mãe 3)

bingo oriente

Foto: Shark 

publicado por shark às 16:18 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)

EU GOSTO DE PESSOAS (Especial Dia da Mãe 2)

mãe filha e cachorro

Foto: Shark 

publicado por shark às 16:11 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

EU GOSTO DE PESSOAS (Especial Dia da Mãe)

mãe e filhota

Foto: Shark 

publicado por shark às 16:09 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Sábado, 02.05.09

O BENFICA E O SPORTING NÃO GANHARAM

Ainda há coisas que fazem sentido neste mundo às avessas que nos desorienta com as suas infindáveis surpresas.

publicado por shark às 23:36 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

VOU A CAMINHO

na luz

Foto: Shark 

publicado por shark às 01:19 | linque da posta
Sexta-feira, 01.05.09

NOVA ENTRADA NO BERÇO

É (de novo) uma menina e acaba de ocupar o seu espaço no nosso Berço.

publicado por shark às 21:12 | linque da posta | sou todo ouvidos

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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