Quarta-feira, 22.10.08

EU GOSTO DE PESSOAS

tarde bem passada

Foto: Shark

publicado por shark às 22:28 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

DONOS DE CASA DESESPERADOS

São os construtores e as imobiliárias que não vendem nada de jeito mais os bancos que cada vez recebem menos "rendas" e vêem o caso (o crédito) muito mal parado.

 

E são vinte e três mil famílias à beira de um ataque de nervos a cada final de mês...

 

 

publicado por shark às 09:21 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)

ALERTA AMARELO EM QUASE TODO O PAÍS

E fazem muito bem, pois só em Moscavide e em Sacavém nos últimos dois anos já abriram mais seis lojas do chinês...

publicado por shark às 09:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (18)
Terça-feira, 21.10.08

SAUDADE DO VERÃO

terra e mar

Foto: Shark

publicado por shark às 20:47 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

DOUTOR É NOME PRÓPRIO OU APELIDO?

(…) Nos EUA, mesmo aqueles que são doutores a sério, porque fizeram um doutoramento após a licenciatura, ou são médicos, e portanto usam o título merecidamente (mas nunca como arma de arremesso para criar entre pessoas barreiras hierárquicas) logo após as primeiras palavras trocadas insistem que os tratemos por Bob, ou Jim, ou Phil. Sumidades como o Professor Dr. Robert Burgelmann, uma luminária da escola de negócios da Universidade de Stanford, pessoa com créditos firmados e reconhecimento internacional, disse-me quando eu me dirigi pela primeiríssima vez a ele, com a devida vénia e respeito, que me deixasse de tretas e o tratasse por Robert! Que Doutor, que Professor, qual carapuça.

Aqui as teias de aranha teimam em permanecer nos neurónios cerebrais. Alguns dos nossos licenciados ainda acham que é o título que os torna gente importante ou superior a quem, por exemplo, com um mero 5º ano liceal dos de antigamente (saíam melhor preparados que muitos “Doutores” hoje), tem uma vida inteira de experiência na sua profissão, e portanto é possuidor de um capital intelectual que nenhum canudo de recém-licenciado substitui. Se soubessem a figura lamentável que fazem… Uma geração no mínimo, é essa a minha aposta. Vamos precisar de uma geração para acabar com essa aberração. Os meus amigos mais pessimistas falam de três… (…)
 
José António de Sousa, licenciado, CEO da Liberty Seguros, in Revista Liberty em Acção.
 
 
Escolhi este trecho assinado por alguém a quem reconheço o mérito de ser o CEO de uma Seguradora que mais admiro e respeito. E nem sequer trabalho com a empresa em causa, o que me isenta da suspeita de “favores” ou outras coisas mesquinhas que as pessoas invocam para tentarem “justificar” este tipo de citações.
O homem é um espectáculo e o resto são fait-divers.
E o trecho em causa serve para pegar no tema sem que a minha condição de não licenciado (oito anos de propinas pró boneco…) possa ser trazida à baila como explicação para a minha opinião na matéria e que coincide com a do doutor que citei.
 
Ninguém pode duvidar da minha perfeita noção do esforço investido seja por quem for numa licenciatura, bem como do reconhecimento do mérito de quem a consegue completar (algo de que até hoje não fui capaz). Mas essa é uma questão acessória e serve apenas para separar as águas, para que entendam que não pretendo minimizar mas sim relativizar o valor dessa concretização.
No meu ofício é frequente ver-me confrontado com pessoas que utilizam o título, o grau académico, como nome próprio. “Fala Engenheiro A”, “sou o Doutor B” e por aí fora, tanto da parte de professores universitários como de recém-licenciados em cursos com nomes impronunciáveis tirados em universidades privadas extintas. E esse recurso visa apenas marcar a diferença entre tais interlocutores e os apenas “senhores” que lhes calham em caminho, visa apenas exibirem os galões possíveis de obter na vida civil por forma a colocarem-se num plano superior com base num pretexto artificial e antes que exista algo que possa sustentar tal pressuposto.
Equivale a pôr as pessoas na ordem, a impor uma hierarquia prévia.
 
Seria apenas arrogante e pretensiosa, esta mania tão portuga, se não constituísse igualmente um estorvo para a resolução de muitos problemas dos que exigem paridade (ou pelo menos equilíbrio) entre os intervenientes para que as coisas funcionem de facto e não fiquem inquinadas pela tal obsessão pelo estatuto que um grau académico só confere a quem se mostre um ser humano à altura.
Melhor dizendo, existem imbecis licenciados como se encontram por aí pessoas inteligentes e/ou especializadas em áreas que nenhum curso abrange de forma séria ou realista. E estas últimas nem sempre se predispõem a tolerar os bicos de pés implícitos no enfatizar de um “dr”, sobretudo quando a esse destaque não corresponde um ser humano em condições…
 
Confesso que não me perturba nem intimida o currículo académico seja de quem for. Admiro a capacidade intelectual, a bagagem cultural e tudo o resto que se presume em alguém que investiu uns anos da sua vida numa área de conhecimento específica. Contudo, admiro muito mais o calibre da formação pessoal dos outros, a firmeza de carácter, a imposição pelos factos, pelo mérito, em lugar da exigência de reconhecimento de um título que, bem vistas as coisas por quem por lá passou, pelo menos em boa parte das licenciaturas portuguesas, não requer assim tanto esforço ou mesmo tanta inteligência como seria desejável.
 
Quero com isto dizer que deveria ser óbvio para pessoas licenciadas e, teoricamente, mais inteligentes (ou pelo menos mais treinadas para pensarem as coisas) o absurdo de avançar com os títulos em riste mesmo antes de saberem com quem se deparam e de exibirem a massa de que são feitos, a idiotice de acreditarem que esses galões lhes permitem reclamar algum tipo de superioridade por inerência em vez da hostilidade mais ou menos reprimida por parte de quem os atura.
Mas não é assim tão óbvio, o que em nada abona da estrutura moral e mesmo da capacidade intelectual dos doutores e engenheiros que insistem em lidar com os outros com base nessa postura.
 
E repito, só levanto a questão porque me deparo com os engulhos que esta forma de ser licenciado cria em aspectos práticos do dia-a-dia profissional e não só. Muitas decisões erradas e conflitos desnecessários derivam da arrogância que só atrapalha quando se exige uma conjugação de esforços por parte de equipas de trabalho ou mesmo de parcerias de circunstância.
 

Por isso espero encarecidamente que os amigos mais pessimistas do meu estimado José António de Sousa percam a aposta…

publicado por shark às 12:01 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (19)

A POSTA QUE A RAZÃO DESCONHECE

O mito urbano-familiar, eu não afianço porque ainda nem sabia falar, reza que numa altura em que já duvidavam das minhas faculdades motoras (com mais de dois anos e mal gatinhava) topei duas vizinhas na porta do lado e quando elas se piraram para casa apoiei-me na parede, levantei-me e, para espanto dos adultos presentes, caminhei na pirisga atrás delas.

A ser verdade, as duas manas do quinto esquerdo terão sido a primeira das minhas inúmeras paixões.
 
Há pessoas assim e pessoas assado, cada um de nós com as suas características e motivações. E existem as que cedem mais às paixões, que são mais vulneráveis à atracção de uma voz quente, de um diálogo inteligente, de um corpo escultural ou de um olhar mais sensual e se deixam encantar sem apelo. Mesmo quando adivinham o cariz efémero ou mesmo turbulento dessa súbita emoção.
É poderoso, o efeito de uma paixão, e desarma por completo as parcas defesas que o bom senso tenta incutir em vão com a sua abordagem racional. Precisamente porque quando nos apaixonamos a sério nunca pensamos em verdades ou consequências, deixamo-nos arrastar por essa força maior que rasga sulcos nos obstáculos como uma imparável enxurrada.
 
Há pessoas como eu, reféns da paixão como um sopro de vida. Nem melhores nem piores do que as outras, mais conturbadas na maioria as existências de quem é assim porque calha e não por alguma espécie de escolha emocional. É assim porque algo em mim o exige, não se pensa, não se quer, mas acontece quando menos se espera e arrasa toda a lógica subsequente ao último fracasso amoroso, as lições de vida, ou mesmo ao turbilhão em que o quotidiano se pode transformar quando a conjuntura é desfavorável.
 
No entanto, passada a dor de qualquer separação fica-nos a lembrança do melhor que uma paixão acarreta. O tempo é aliado do amor porque o imortaliza, porque sempre que ele acaba cicatriza cada ferida passada e nela abre caminho para novos romances na sinopse optimista daqueles que terminaram mas valeram sempre a pena pela emoção.
É esse o efeito da paixão naqueles que cultivam o amor como uma razão para viver, mais premente do que qualquer outra.
É essa a droga que vicia, a adrenalina da emoção. E o brilho no olhar. E o sorriso especial. E o arrepio do primeiro contacto com uma pele. E a vontade de escutar para sempre aquela voz, de conhecer aquela pessoa por dentro e por fora, de parar o mundo em volta se ele perturbar a magia instalada no interior da bolha imaginária onde acontece tudo aquilo que merece atenção.
 
Há quem consiga domesticar o coração, sobreviver à ausência desses estímulos, direccionar os sentidos e a vontade para as mais variadas alternativas, o amor pelos filhos, o objectivo de carreira, mesmo tendo consciência da falta que a emoção mais forte nos faz. E há quem não consiga de todo, é tão simples assim.
E nada tem de censurável como de pouco vale a alguém para se gabar.
 
Eu preciso de me apaixonar todos os dias e de receber o meu quinhão da estimulante paixão retribuída.
É a minha forma de gostar da vida, de encontrar na realidade um sustento para tudo o que penso de mim. E será essa a minha verdade até ao momento do fim.
publicado por shark às 01:31 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (29)
Segunda-feira, 20.10.08

NÃO É COINCIDÊNCIA

Quanto menos postas faço mais visitas o charco recebe...

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publicado por shark às 19:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (17)

FERNÃO CAPELO

penas brancas

Foto: Shark

publicado por shark às 00:07 | linque da posta | sou todo ouvidos
Domingo, 19.10.08

POLIAMORIA ESTÁ BEM E RECOMENDA-SE

A Teresa, do Cabra, pegou hoje neste assunto.

E deixou-me com vontade de voltar a escrever qualquer coisita a propósito.

 

Ao longo da semana, está prometido...

publicado por shark às 23:44 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)

SOZINHO EM CASA

Parecia carregar às costas cada um dos fardos que a vida lhe impôs em dada altura. Vergado sob o peso da sua incapacidade para deixar cair as suas culpas, mais as dos outros que assumia para se flagelar.

Lia-se o remorso no olhar perdido num ponto qualquer quando se cruzava com outras pessoas, eremita num apartamento dos subúrbios, temido pela incógnita que o seu recolhimento representava para os vizinhos com vidas vulgares que todos podiam debater pelas costas uns dos outros.
A dele ninguém conhecia, ninguém a sabia e por isso afastavam-se da sua figura sinistra como se de um barril de pólvora com pernas se tratasse, como se bastasse um encontrão descuidado para acontecer uma explosão de loucura de proporções inimagináveis para cada um dos cobardolas que dele fugiam sem saberem porquê.
 
Os anos passavam depressa e ele envelhecia e alguma vizinhança temia que a coisa fosse a pior, os sarilhos a valer que toda a gente comentava em surdina, boatos, que poderiam acontecer ali como alegadamente noutro sítio no passado daquele ponto de interrogação.
Procediam a uma apurada investigação, com a ajuda de um amigo polícia, quando correu a notícia do corpo encontrado numa janela, pendurado pelo pescoço, o coitado do homem como passou a constar.
Já ninguém parecia duvidar da sua inocência quando lhe anunciaram o fim.
 
A solidão e a tristeza, o abandono a que o votaram, o desprezo que fomentaram sem uma razão concreta, apagados à pressa com um apagador imaginário pelos que o difamavam apenas porque sim.
 
A vergonha camuflada pela conveniente hipocrisia colectiva que contava agora uma história contrária à memória do que verdadeiramente aconteceu.
 

Era apenas um velho amargurado que passava a vida calado e finalmente morreu.

publicado por shark às 17:59 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sábado, 18.10.08

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

curvas da ponte

Foto: Shark

publicado por shark às 12:12 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Sexta-feira, 17.10.08

BLOGUE POR ENQUANTO BLOGUE

Seguindo um critério mais ou menos parecido com o do Eduardo Pitta, que a Jonas aqui desmantelou sem grande alarido, e sem contar com blogues temáticos, blogues de gajas, blogues de outros gajos, blogues colectivos e blogues que não contem com a minha apetecível presença, estou em condições de afirmar que se o Blogómetro estivesse a funcionar como deve ser o Charquinho estaria numa posição (nada negligenciável) que faria justiça ao quanto eu gosto dele.

 

E de mim, para continuar a seguir o critério do Eduardo.

publicado por shark às 10:54 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)

DETESTO GRAVATAS!

E tudo aquilo que elas (não) representam.

 

Vou voltar a este assunto, mas não hoje. (Por uma questão de coerência...)

 

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publicado por shark às 09:15 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (27)
Quinta-feira, 16.10.08

O MEU RIO CHAMA-SE TEJO

tejo sem ondas

Foto: Shark

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publicado por shark às 23:16 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

ENERGIA EMOCIONAL

 

Parece que o coração salta no peito, chocado pela força da corrente que o assalta por esticão. Ligado à tomada num olhar eléctrico, a descarga da alta tensão num instante, a paixão assolapada de rompante e a razão perdida, à deriva nas ondas de choque, rendida ao poder da alma instalada nos lábios magnetizados nos pólos opostos que se atraem, os rostos, beijos tão repentinos como relâmpagos numa trovoada tropical.
 
Curto-circuito, fusíveis derretidos no contador das histórias com explicação racional, a força da corrente espalhada pelos corpos em fusão antecipada pelo efeito do aumento de calor nas peles tocadas por instinto, atracção irreprimível e de todo inexplicável senão pelas teorias que tentam em vão explicar as diferentes manifestações do amor.
 
O sentido que faz aquilo que não precisa de o fazer, tão lógico na sensação de euforia como naquilo que faz doer, sem nexo, o desgosto e a saudade de um sexo emergente nas entranhas de palavras tão estranhas que apetece dizer mas que são proibidas pela razão que funciona como o isolante de recurso, a derradeira vacina para a paixão descontrolada que nos arrasta ao longo da ténue fronteira entre a insanidade e a lucidez.
 
A esperança e a sensatez em rota de colisão no pequeno espaço de um coração que salta no peito quando recebe o impacto das emoções fundamentais.
 

Sempre que a paixão se liberta, alada, dos seus grilhões artificiais.

publicado por shark às 14:22 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (25)

ENERGY

energia e ocaso

Foto: Shark

publicado por shark às 10:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

ASSOBIOS? MERECIAM ERA LEVAR UMAS BANDEIRADAS BEM ASSENTES...

Ora vamos lá ver…

Empatar ou mesmo perder um jogo de futebol, mesmo que o adversário seja o Arrifanense das selecções, não é vergonha para ninguém.
Mas o seleccionador passar o tempo a mandar vir por tudo e por nada, a despropósito, o capitão da equipa fazer caretas para o público por causa dos (mais do que merecidos) assobios, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol abandonar a bancada vários minutos antes do final da partida e ninguém aparecer para falar com os jornalistas, se tudo isto não é vergonha podemos pelo menos considerar um nadinha embaraçoso.
Isto, claro, se continuarmos a partir do princípio de que os futebolistas que envergam as cores nacionais nos representam em campo enquanto nação e não assumirmos que o excesso de mimo e de protagonismo os leva a representarem-se apenas a si próprios…
 
Quero com isto dizer, e apesar da minha indisfarçável irritação pela trampa de exibição dos astros do futebol milionário dos clubes que, sob a égide das quinas, parecem fazer gala da preguiça que está a deitar tudo a perder no que concerne à qualificação.
Pior ainda, esta geração de platina (que a de ouro foi o que se viu) está a desenhar no horizonte um retrocesso que nos transporta de novo ao tempo em que partíamos a tola a fazer contas. Se a equipa A perder com a C e a B não ganhar por mais de não sei quantos golos e a D empatar dois jogos seguidos vamos lá.
Isto, claro, se ganharmos alguns desafios entretanto. Uma tarefa que se revela quase impossível em face do que hoje se passou.
 
Nem vale a pena falarmos de futebol, esse desporto rei que vai nu, ou de cada uma das (fracas) figuras que hoje envergaram uma camisola que é uma bandeira e por isso justifica que dêem o litro com muito mais gana do que o fazem nos jogos de treta das taças disto e daquilo contra o Paços de Ferreira ou o Leixões.
A selecção nacional jogou contra um dos mais débeis adversários que lhe podem calhar, metade do jogo em superioridade numérica, e não ganhou e, pior ainda, não fez por merecer essa vitória que no caso em apreço seria quase uma obrigação.
O empenho nota-se, como os fraquitos albaneses demonstraram (enfatizando ainda mais a ronha preguiçosa das vedetas a quem o povo glorifica sem nexo algum).
 
Estou desiludido, naturalmente, mas estou acima de tudo saturado de investir tempo e emoção num conjunto de palermas incapazes de perceberem que a sua glória dura meia dúzia de anos e é esse o tempo em que podem provar-se à altura.
 
À altura de um povo que, em boa parte, ainda não ganhou coragem para tirar das varandas e janelas as bandeiras esfarrapadas que pelo Euro 2004 quase toda a gente instalou.
publicado por shark às 00:33 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)
Quarta-feira, 15.10.08

BOM BOM ERAM DUAS GOLEADAS NAS PRÓXIMAS HORAS...

Uma da selecção portuguesa de futebol sobre a Albânia e a outra do Obama sobre o McCain.

publicado por shark às 20:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

DIAS ATAREFADOS

Um gajo até estranha, estes dias em que nem sobra tempo para publicar uma posta em condições.

Mas é mesmo o caso, tenham paciência...

publicado por shark às 12:05 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Terça-feira, 14.10.08

FLOWER POWER

vila nova de milflores

Foto: Shark

publicado por shark às 20:50 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

A LUTA (CONTI)NUA

Salvem as baleias, acabem com a fome no mundo!

 

E já agora...

publicado por shark às 10:14 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)

REALIDADE VIRTUAL?

Percebo o quanto tem de real a vida nos blogues quando dou comigo a sentir-me desconfortável pela inconveniência de partilhar a presença nas caixas de comentários com pessoas com as quais de alguma forma me incompatibilizei ou apenas me deixaram cair algures.

publicado por shark às 09:34 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Segunda-feira, 13.10.08

BLACK & WHITE

rua salvador allende moscavide

Foto: Shark

publicado por shark às 22:41 | linque da posta | sou todo ouvidos

LOURES CONVIDA

Para quem mora nas minhas bandas (concelho de Loures) recordo que está patente na Biblioteca Municipal José Saramago a XIII Exposição de Arte Sénior.

 

Só até ao final de Outubro.

publicado por shark às 16:22 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (13)

PRINCIPADOS, FEUDOS E CAPELINHAS

Pode ser impressão minha, pois já não circulo tanto pelos blogues de topo, ou da moda, ou como lhes queiramos chamar, mas parece estar a renascer o espírito trauliteiro nos posts e nas caixas de comentários. Curiosamente, esta onda dos recados postados e dos insultos cifrados faz-se sentir mais entre aqueles que olham para blogueiros como eu e lhes atribuem o rótulo de small blogger (uma expressão que me arrepiou no próprio dia em que a encontrei, provinda de um geek ou lá como os chamam).

 
Eu presumo que small blogger não tenha a ver com o tamanho da pessoa que bloga ou mesmo com o do seu QI mas sim com a dimensão dos números nos contadores, o que ainda torna mais arrepiante a tal expressão vinda da boca de gajos que percebem muito do xpto desta cena e até conseguem o milagre da multiplicação dos cliques mas ou escrevem com os pés ou são tão desinteressantes como as pedras da calçada que com eles pisam.
Mas isto é só a minha opinião, irrelevante nesse contexto da menoridade atribuída pelos “big bloggers” como o Pacheco Pereira e mais um grupelho de colegas que queriam ser como ele quando forem grandes, pelo menos no número de visitas e na notoriedade.
 
Certo é que mesmo os blogues tidos por mais inteligentes (ou feitos por pessoas com essa reputação, o que vai dar quase o mesmo mas não necessariamente) desdobram-se em invectivas contra os seus pares e entramos na tal pescadinha de rabo na boca em que toda a gente opina acerca das opiniões dos outros e de original pouco ou nada se produz.
E essa onda foleira contagia mesmo os melhores de entre nós, esses dez por cento que agora já estão reduzidos a apenas um (um por cento e um abrupto), tudo servindo de pretexto para se engalfinharem aqui e além (isoladamente ou em grupo) mesmo quando o assunto é a própria blogosfera e a sua (re)definição à medida da evolução do tempo e das reacções alérgicas de alguns poderes instalados.
 
Pode ser impressão minha, mas estas vagas de hostilidade verbal diminuem de alguma forma o interesse que um blogue pode despertar nos “de fora”, nas pessoas que buscam sites nos motores e vêm parar aos espaços desta comunidade que formamos (quase) sem elos de ligação que não os da traulitada recíproca. São tantos e tão empenhados em inventariar os defeitos e as lacunas, como é típico da atoarda mais ou menos personalizada (honra seja feita aos que pelo menos lincam os bois que querem mesmo chamar pelos nomes) que dantes era apanágio de zé-ninguéns como eu e agora chegou aos notáveis da cena, são tantas as palavras e o esforço intelectual investidos nesse terreno pantanoso que acabam por ficar de fora muitos dos argumentos que sustentam a validade da blogosfera enquanto veículo de opinião séria e de informação não filtrada.
Ou seja, um desperdício que nos desprestigia enquanto pessoas capazes de pensar (sentir) bem e comunicar melhor como é suposto acontecer na blogosfera mais crescidinha.
 
Que, de resto, não é a minha.
Mas vistos cá de baixo, convenhamos que os grandes deste nosso mundo aparte soam e parecem cada vez mais chavalos.
 

E alguns se calhar só vão parecer tão crescidos até ao dia em que já não aguentarem as dores por ficarem tanto tempo em bicos de pés.

publicado por shark às 16:14 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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