Sexta-feira, 25.04.08

SEMPRE!

A poesia está na rua
publicado por shark às 00:04 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (9)
Quinta-feira, 24.04.08

O ROSTO DA UTOPIA

o rosto da utopia
publicado por shark às 23:55 | linque da posta | sou todo ouvidos

PURE CHESS

PRÍNCIPEÃO
 
A Rainha concentrou em mim o olhar e percebi de imediato o sarilho que se preparava.
Sem escapatória, entendi por bem devolver-lhe um ar de desafio que me pareceu fazer nascer um sorriso trocista naquele rosto de amazona. E ela começou a avançar, elegante, poderosa, a multidão imóvel a assistir impotente ao que parecia evidente, game over para mim, peão branco atrevido no seu posto na última linha de defesa do Rei.
 
E ela como que flutuava um pouco acima do chão, caminhando na minha direcção. Matadora.
Todos sabíamos o que de errado envolvia aquele movimento, contra natura, mas apelei a toda a minha bravura quando me preparei para a enfrentar.
Não arredei pé do meu lugar, mesmo quando os olhos incendiários de Sua Alteza já quase tocavam os meus.
 
O desfecho da jogada desvendou-se quando um dos Bispos se benzeu.
E quando finalmente ela me comeu, ao alcance da vista de El-Rei percebi que sem querer quase o matei de desgosto.
Uma espécie de xeque-mate no seu rosto, eu nada podia fazer, tinha mesmo que me deixar comer pela guerreira de sangue azul que me encurralou com o seu olhar majestoso.
Nenhum peão conseguiria escapar a tal adversária assim, isso não causou espanto.
 
A bronca é que aquela Rainha trajava de branco, como eu, naquele festim debochado e  acabei renegado por aceitar o seu desejo primeiro e o seu amor logo depois.
 
Abandonei o tabuleiro com o estatuto de traidor, mas ela acompanhou-me na debandada, a minha amante enamorada.

E seríamos para sempre (ou pelo menos naquele instante) felizes os dois.

Tags:
publicado por shark às 23:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

BLACK & WHITE

dois poleiros

Foto: Shark

publicado por shark às 09:02 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

SANTANA vs ALBERTO JOÃO?

Um duelo de titãs.

(E se o Sócrates sair do PS vamos ouvir falar outra vez do Tino de Rans...)

publicado por shark às 00:06 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

MENEZES SAI EM LÁGRIMAS DO CONSELHO NACIONAL DO PSD

(Foi antes ou depois de chegar o Alberto João?)

publicado por shark às 00:04 | linque da posta | sou todo ouvidos

PALAVRA DE HONRA

Estou a torcer imenso para que se confirme a candidatura do Alberto João.

E se ele vier a ganhar a cena, aproximam-se tempos felizes para a blogosfera esquerdalha...

publicado por shark às 00:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)
Quarta-feira, 23.04.08

LOOK DOWN!

mar do alentejo

Foto: Shark

publicado por shark às 16:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

LOOK UP!

tela divina

Foto: Shark

publicado por shark às 11:23 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)
Terça-feira, 22.04.08

SEM MEDO DE FUGIR

Correu sem parar, como lhe recomendaram, logo que cruzou a fronteira.
Uma pequena trouxa ao ombro e na alma uma dor alimentada pelo dilema, a bagagem possível para um foragido, um exilado, um desertor.
E afinal fugia por amor à liberdade de que o privavam, a de escolher como e quais os valores que gostava de defender no seu país. No seu país e nunca na terra de outros onde sobreviviam ou morriam aqueles que não fugiam por vergonha ou porque abraçavam um estranho sentido de dever.
 
Ele não tinha medo de morrer, mas recusava-se a entregar a vida por tal pretexto ou a deixá-la comprometida, estropiado no meio do capim.
A sua aparente cobardia explicava-a assim, a si próprio, enquanto corria sem parar como lhe recomendaram em voz baixa dois amigos sem nome que o haviam instruído nos caminhos secretos que outros haviam calcorreado antes de si.
E outros se seguiriam, certamente, pois as mães e as mulheres começavam a despertar do medo de um papão e a optar pelo coração que não resistia à hipótese de uma despedida dramática no cais, talvez para nunca mais abraçarem os amores da sua vida depois de entregues à multidão, entregues ao líder de um pelotão cujas fileiras se viam assim remendadas.
 
Por isso enchiam-se as madrugadas de mancebos que corriam para França, os cobardes que perseguiam a esperança de uma vida melhor ou apenas de uma vida qualquer que na guerra já muitas tinham sido negadas aos bravos que aceitavam embarcar no Niassa, essa imensa barcaça onde os medos navegavam travestidos em uniformes de falsos heróis (que a nobreza da causa é sempre indissociável do feito que a coragem consiga alimentar).
 
Por isso corria sem parar, na direcção de uma pequena aldeia onde havia uma maneira de dar a volta à situação, onde havia um Manolo que estendia a mão aos que fugiam de algo que também na sua terra nascera, aos tiros, do vermelho consanguíneo que tingira o solo com uma cor idêntica daquele que se vertia por África em nome de Portugal.
 
Nos rostos fardados que as mensagens de Natal, adeus e até ao meu regresso e se calhar até me despeço nesta última saudação, via jovens como ele, soldados que poderiam morrer em vão, pela teimosia obstinada de quem não combatia mas mandava sem perceber a dimensão da asneira.
 
Recusava obedecer e por isso não parava de correr na direcção do apeadeiro na terra vizinha, a meio da sua viagem clandestina para uma existência sem medo numa liberdade estrangeira.
Tags:
publicado por shark às 22:53 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

O ANSIADO REGRESSO DA DAMA DE FERRO LARANJA

Foto: Shark

publicado por shark às 14:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

ATERRA CIDADÃO!

A Terra!
publicado por shark às 12:43 | linque da posta | sou todo ouvidos
Segunda-feira, 21.04.08

ASAS DE VENTO

pássaro de Abril

Foto: Shark

publicado por shark às 19:46 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

JANELA COM GRADES

Olhava de vez em quando para o raio de sol que entrava pela janela com grades da sua prisão.
Na maioria do tempo olhava para o chão e tentava fugir à esperança de escapar à custódia impiedosa dos seus carcereiros. Tentava reprimir por si próprio a ânsia que o torturava muito mais do que aqueles lacaios de um regime cruel, aquela voz doce como o mel que misturava com o som do vento que soprava nas grades da sua janela interior.
 
Sabia-se enfraquecido pelo castigo do delito de opinião. Falava a voz da razão, incomodativa, e um dia falou alto demais aos ouvidos de quem bufaria depois.
Gritava a palavra proibida quando o arrastaram pelo chão do café e não a calava quando o mordia um bastão, nas costas, zurzido por um fiel, um cão, a soldo de um mandante ditador.
 
Mas os dias que passavam, terríveis e iguais, os dias que faltavam nos seus projectos pessoais de felicidade negada pela luta sem fim, já faziam sentir os efeitos da sua acção.
E ele vedava o coração à saudade como o isolava do amor, negava a esperança para concentrar o resto da vontade na força das convicções.
A resistência possível no antro da besta temível que perseguia sem cessar os seus inimigos identificados, os clandestinos desmascarados por uma infeliz coincidência ou pela denúncia, inconsciência, de um vizinho cobarde ou mesmo de um familiar, era o silêncio rasgado com um grito desesperado, a palavra proibida a galope no som de cada dor.
 
Era esse o desafio que o obrigava a viver para poder combater aquela praga maldita que tresandava a decadência, mal disfarçada pelos sorrisos de circunstância nos meandros do poder civil. Uma elite empenhada em silenciar os protestos, em conter os insurrectos que ameaçavam sair do quartel para acabar com os excessos cometidos em nome de uma causa sem valor.
 
E por isso olhava de vez em quando para o raio de sol que entrava pela janela cujas grades lembrava hoje como um símbolo do que jamais voltaria a aceitar, a palavra proscrita, a liberdade maldita para os que encarceravam a de expressão, o direito de falar.
O sol que brilhava no céu quando alguém surgiu para o libertar.
 
No dia em que a revolução finalmente aconteceu.
Tags:
publicado por shark às 17:25 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

SOMEWHERE OVER THE RAINBOW

somewhere over the rainbow

Foto: Shark

publicado por shark às 09:06 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (13)

CHOVEU DEMAIS...

Foto: Shark

publicado por shark às 00:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)
Domingo, 20.04.08

PATINHA, POIS ANTÃO!

Depois do celebérrimo Aguiar Branco, um ex-Ministro de que poucos recordam o pelouro e de Passos Coelho, um ex-líder da JSD para quem só esta bagunça poderia abrir uma janela de oportunidade que nem nos seus wildest dreams previa, agora avança também o famoso, o badalado, o ilustre Patinha Antão.

 

Claro que pode sempre haver um Cavaco escondido no interior de cada viatura com a rodagem por fazer, um qualquer José Mourinho da política partidária oculto em candidatos promessa como Rui Rio, Manuela Ferreira Leite, Miguel Cadilhe (a quem o apoio de Alberto João Jardim liquidou quaisquer veleidades), Santana Lopes (o maior terror para a população em geral e para os notáveis do PSD em particular) e o próprio demissionário "por apelo das bases".

Mas assim à primeira vista as figuras de proa, os líderes-sombra deste pesadelo laranja que nem o Benfica de rastos logrou (anda lá perto) reproduzir, parecem adoptar a mesma estratégia que deixou Marques Mendes a falar sozinho quando o Camacho de Gaia atacou o poder.

 

Com nada menos do que três candidatos à liderança já perfilados, esgota-se o espaço de manobra dos outros candidatos potenciais e o PSD prepara-se outra vez para ver o título disputado pelas suas reservas, perante o silêncio sepulcral de um não confirmo nem desminto dos notáveis que adiam as suas decisões até ser mesmo tarde demais.

Mas a rapidez deste trio pode prenunciar algo de ainda mais caótico e fracturante para um partido que se arvora pluralista mas nem por isso enfrenta o melhor momento para a diversidade de projectos e de ambições: mais dois ou três que avancem e ficam criadas as condições para um beco sem saída, para um efectivo vazio de poder (a realidade prática das lideranças sustentadas pelas fracas linhas com que se cosem os acordos de conveniência com as diferentes sensibilidades à mercê dos amuos mediáticos dos que ficam sempre de fora...).

 

Note-se que esta caldeirada acontece no seio do único partido da oposição com hipóteses estatísticas e, convenhamos, realistas de disputar a maioria absoluta ao PS de Sócrates que, tal como o FC Porto, nem precisa de conquistar pontos para garantir a manutenção do troféu...

 

E isto só me preocupa pelas inúmeras coincidências que vão cimentando o triste paralelo entre a política e o futebol de que uma Democracia saudável jamais poderá beneficiar.

 

 

 

 

 

publicado por shark às 21:15 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

AGIGANTAM-SE CONTRA O GLORIOSO...

...E acabam goleados pelo último da tabela?

Só podem estar a brincar...

publicado por shark às 21:12 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

TAMBÉM PODIA RIMAR COM CALÇÕES...

Gostamos das coisas e das pessoas pelos motivos mais estapafúrdios ou mesmo sem qualquer razão aparente. Gostamos porque sim e até temos a sorte de não gostarmos todos do mesmo.
Faz parte da nossa capacidade intrínseca para amar, esse mecanismo aleatório que nos controla as afeições e nos descontrola as emoções. E faz parte da nossa tenacidade para resistir aos inúmeros desgostos que a falta de um sensor na maquineta nos impõe.
 
Esse sensor seria como uma espécie de chip, e aqui já entro nos meandros da Ficção Científica que muito aprecio, capaz de topar à légua as paixões e os afectos potencialmente desastrados ou mesmo inúteis.
Seria como uma espécie de detector de sarilhos, de dissuasor de desilusões, capaz de nos impedir de sermos adeptos do Benfica durante esta década malvada ou de nos apaixonarmos pela pessoa errada ou de evitarmos ceder ao olhar ternurento do cachorrinho abandonado que nos destruirá a mobília ao longo dos anos seguintes.
 
Claro que isso retirava boa parte da pica, pois mesmo os mais prudentes e atinados definham de tédio ao longo de uma existência desprovida desse frisson que nos proporcionam as falhas na mira. Por outro lado, a frieza e o calculismo implícitos num dispositivo dessa natureza criariam provavelmente problemas ainda graves para resolver.
Por isso somos obrigados a viver sob o jugo da nossa emotividade arbitrária e, por tabela, reféns de todos os padrões com que a sensibilidade (ou a mesquinhez) colectiva refina os múltiplos sentimentos de culpa que castram os afectos que sejam alvo de uma proibição ou de uma censura qualquer.
É uma gaita, bem o sabemos todos quantos partilhamos a cegueira típica da paixão exacerbada ou a mera parcialidade que nas questões da amizade nos cega também.
 
Somos, na prática, uma enorme confusão interior no que respeita ao amor e às suas inúmeras manifestações. E isso transparece para a bagunça externa em que de uma forma ou de outra acabamos por mergulhar, seja num episódio esporádico ou nas sequelas mais ou menos definitivas de uma decisão errada no domínio da Mãe (e do Pai) de todas as emoções.
 
Somos, por isso, cruéis quando nos martirizamos ou aos outros pelos desacertos que ao longo de uma vida normal (na minha versão da coisa, claro) um ser humano consegue protagonizar, podendo até essa má pontaria ser imputável à combinação explosiva em termos emocionais de uma dupla de invisuais das emoções.
 
Eu gosto de gostar, sobretudo de pessoas, como gosto da liberdade para escolher mal num dos poucos domínios que só a mim dizem respeito.
E aceito com cada vez menor contrariedade as facturas que isso implica, pois entendo-as como cicatrizes de que só as almas irrequietas e, neste nosso tempo apático, quase guerreiras podem orgulhar-se, sem vergonha alguma daquilo que dá imenso jeito aos mais cépticos ou invejosos apelidar de imperfeições.
 
Podem chamar imperfeitos mas é aos corações.
publicado por shark às 20:46 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

Foto: Shark

publicado por shark às 15:16 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)

WHAT ELSE?

Tão simples como deixar a vista voar sobre um horizonte esplendoroso que quase nos faz perder a respiração.

Tão fácil como prestar atenção ao som da vida a acontecer, a voz de uma mulher cativa de um grande amor ou o canto que imaginamos alegre da passarada em dias de sol.

Tão natural como a reacção instintiva a um cheiro que o apetite identifica como o toque de alvorada, como a hora certa para despertar.

 

Tão óbvia que não se entende como tanta gente finge estranhar a possibilidade de alguém conseguir viver num estado de permanente paixão.

publicado por shark às 14:59 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

O MEU RIO CHAMA-SE TEJO

Foto: Shark

Tags:
publicado por shark às 01:09 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)
Sábado, 19.04.08

EU GOSTO DE NOTICIÁRIOS

news flash

Foto: Shark (a partir de imagens da SIC Notícias)

publicado por shark às 19:43 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

DA RESPONSABILIDADE EXTRACURRICULAR

Se uma criança não for ensinada, dificilmente chega lá por si. Isto aplica-se a coisas muito sérias como se aplica a assuntos triviais.
Por exemplo: se não ensinarmos a uma criança a obrigatoriedade de despejar o autoclismo sempre que usa a sanita ela jamais o entenderá como necessário. E a obrigação de ensinar esse procedimento à criança assume igual preponderância nos educadores que o façam ou nos que não o fazendo (puxar o autoclismo) pretendem que os seus educandos sigam pelo caminho que não adoptam mas entendem como o melhor.
 
Não dou lições acerca da educação de crianças seja a quem for, tal como os resultados práticos me permitem não as aceitar a ninguém. Mas conselhos, avisos e sugestões são sempre bem vindos pois ninguém nasce ensinado para educar (tal como não aprende por si a limpar o rabo no momento fulcral.).
Agora que a histeria colectiva dos telemóveis na escola já abrandou sinto-me mais à vontade para vos transmitir o que assumo como mais importante de tudo quanto a imersão mediática me deu a provar nessa questão específica.
E nem pego pelas imagens da bandalheira, pois a origem do despautério não se encontra no perímetro de qualquer escola.
 
Pego pelo papel dos educadores, por norma os pais, que não possuem legitimidade para apontarem o dedo aos professores quando estão em causa os hábitos das suas crianças.
A minha filha tem oito anos e sabe perfeitamente o que está em causa nessa relação impossível entre telemóveis e salas de aula. E mais, sabe exactamente porque não existe compatibilidade entre o uso de telemóveis e a participação em actividades de grupo ou que requeiram especial concentração.
Não consigo perceber como uma adolescente com 15 anos não chega lá por si, mas ainda menos me entra na cabeça como uma mãe ou um pai julgam normal permitirem aos filhos o uso de qualquer dispositivo de comunicação numa sala de aula e ainda o fomentarem, ligando-lhes durante o período das aulas.
 
Se aceitamos a missão de criar um ser humano, a respectiva educação é um dever inalienável e a sua ausência ou deficiência é imputável única e exclusivamente aos seus pais ou educadores, se nos reportamos aos conceitos elementares de integração social.
Que ninguém descarte a sua responsabilidade para o efeito nocivo da rua, pois uma criança educada pressupõe-se ser uma criança com capacidade para discernir e tomar as decisões que melhor a sirvam em circunstâncias específicas.
É essa a parte da “bagagem” que compete aos pais e aos educadores, o conhecimento suficiente para que a criança ou adolescente consigam distinguir o bem e o mal, o correcto e o inconveniente, tudo aquilo que aceitamos como pressuposto universal.
 
As consequências, de tão espalhafatosas, centram as atenções no supérfluo e distraem-nas do essencial.
 
E esse mora na mesma casa onde cada protagonista destas cenas foleiras cresceu com montes de privilégios e de mimos dispendiosos por parte dos progenitores, mas sem o mínimo desejável da sua atenção.
publicado por shark às 15:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)

E AS ANDORINHAS, COITADAS?

Foto: Shark

publicado por shark às 13:24 | linque da posta | sou todo ouvidos

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

Postas mais frescas

Para cuscar

2017:

 J F M A M J J A S O N D

2016:

 J F M A M J J A S O N D

2015:

 J F M A M J J A S O N D

2014:

 J F M A M J J A S O N D

2013:

 J F M A M J J A S O N D

2012:

 J F M A M J J A S O N D

2011:

 J F M A M J J A S O N D

2010:

 J F M A M J J A S O N D

2009:

 J F M A M J J A S O N D

2008:

 J F M A M J J A S O N D

2007:

 J F M A M J J A S O N D

2006:

 J F M A M J J A S O N D

2005:

 J F M A M J J A S O N D

2004:

 J F M A M J J A S O N D

Tags

A verdade inconveniente

Já lá estão?

Berço de Ouro

BERÇO DE OURO

blogs SAPO