Quarta-feira, 30.04.08

ARROZ DOCE

Clicar não dói...

publicado por shark às 23:20 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

SETE ASSOALHADAS COMO OS RICOS

Agora que o sapal virou blogomínio de luxo eu, penetra, tornei-me vizinho dos mais ilustres da nossa praça.

 

E é tudo gente abastada, como se pode confirmar com uma simples vista de olhos pelos seus casarões.

publicado por shark às 23:06 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

SALTOS ALTOS

saltos altos

Foto: Shark

publicado por shark às 19:26 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

E UM FERIADO QUE VEM MESMO A CALHAR, HÃ?

Depois destes últimos dois dias, o feriado de amanhã surge no horizonte como uma oferenda divina.

Há alturas em que se torna mesmo cansativo um gajo ganhar a vidinha...

publicado por shark às 19:20 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Terça-feira, 29.04.08

DANCE WITH ME

luz de flamenco

Foto: Shark

publicado por shark às 23:22 | linque da posta | sou todo ouvidos

A POSTA NO ÚLTIMO A RIR

Uma das coisas que mais pica parece dar a isto da blogosfera é a facilidade com que a malta pode falar mal dos outros sem arriscar, devidamente recatada a identidade por detrás de um nick qualquer, nenhuma consequência que não a de um troco à altura por parte de algum/a visado/a que se pique com a cena.
É um pequeno preço a pagar se tivermos em conta o natural instinto para a maledicência (sobretudo a vertente cobarde, pelas costas ou com mascarilha), para a cusquice sem vergonhas (nisto tanto alinha o comentador como o blogueiro anónimo) e para o despeito mal contido (as gajas é que têm a fama, mas a rapaziada desde que começou a depilar perdeu um bocado o sentido de orientação dos cromossomas) que grassa na vida analógica também.
 
Daí, é incontornável depararmo-nos nas caixas de quase todos os blogues, ou mesmo no teor dos seus posts, com manifestações destes apelos interiores que a blogosfera parece talhada para libertar.
Há dois anitos atrás isto fazia-me uma confusão do caraças, virava-me do avesso e conduzia-me a disputas acesas e a intervenções apagadas (algumas ainda bem…).
Hoje, contudo, reconheço sinais da minha veterania nestas andanças no facto de reconhecer o papel fundamental da blogosfera como um espaço de liberdade (também) para asneirar.
 
O segredo está no sentido de humor. É mesmo a única opção, devidamente contidos os excessos de zelo dos que se esticam no meio da euforia libertária/libertina para não permitir que na caixa de comentários se passe do divã da psicanálise ao balcão da tasca.
O resto é show business e o que interessa é a malta dar por bem gasto o tempo que aqui partilhamos, bastando que mesmo os trolls puxem pelos brios na sua ingrata missão de tirar os outros do sério e levarem-nos à peixeirada virtual que só serve para espantar quem passa de raspão pelos espaços desta comunidade maluca.
 
Vista assim, a coisa até se faz na boa e bate aos pontos a seca da televisão e outras com que levamos sem a facilidade que aqui temos           de za(r)par quando o “programa” não presta…
 
E nesse aspecto o comando também é meu.
publicado por shark às 16:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

SUBLIMINAR

miragem

Foto: Shark

publicado por shark às 10:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

SERÁ UMA BOCA PARA O ALBERTO JOÃO?

Manuela Ferreira Leite afirmou sentir-se incomodada com a falta de respeito com que se começa a tratar os social-democratas.
publicado por shark às 00:03 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Segunda-feira, 28.04.08

DESCANSEM A VISTA

one boat

Foto: Shark

publicado por shark às 18:08 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

ESQUADRA DA PSP INVADIDA EM MOSCAVIDE

esquadra psp moscavide

Foto: Shark

 

A 35ª Esquadra da PSP, em Moscavide, foi invadida ontem cerca das 17 horas, por um grupo de 10 a 15 pessoas que ali entraram para impedir pela força a apresentação de uma queixa por parte de alguém.
Aparentemente lograram o intento.
 
A Esquadra em causa situa-se a umas dezenas de metros do local onde trabalho, numa vila que faz parte do meu quotidiano há vários anos, pelo que conheço o espaço e tenho a perfeita noção da relevância que a presença policial assume numa localidade onde habitam mais de 10 mil pessoas, na sua maioria idosos.
Trata-se, pois, de uma população particularmente vulnerável à criminalidade e à sensação de insegurança que um acontecimento desta natureza suscita.
 
Uma Esquadra é, por princípio, um espaço cujas portas franqueiam o acesso a um bastião de salvaguarda para quem a ele recorra.
Neste caso concreto, alguém convicto de razões para formalizar uma queixa contra terceiros. Os mesmos que nem precisaram forçar a entrada para impedir a concretização de um acto que à Polícia de Segurança compete dar sequência em condições de segurança para qualquer cidadão.
Mas na 35ª Esquadra da PSP de Moscavide, numa tarde de domingo, alguém entendeu que apenas um agente bastaria para garantir a presença da autoridade num núcleo urbano na periferia da capital…
 
A situação é de tal forma inconcebível que nem sei por onde pegar primeiro.
Mas é na pele da população de Moscavide que tento colocar-me, conhecedora que fica agora do facto de que se ontem tivesse ocorrido a dezenas de metros da Esquadra uma tentativa de assassinato ou outro crime qualquer não haveria a quem recorrer. Havendo apenas um homem presente, não é credível que o mesmo pudesse em alguma circunstância abandonar as instalações.
Contudo, isto apenas alimenta a minha estupefacção.
 
A preocupação que deriva da tomada de consciência do que isto implica, não apenas pelo caricato, essa sim dispara perante a conjugação do estado a que chegaram as forças de segurança e a falta de respeito pela autoridade que um acontecimento destes expõe na sua vertente mais assustadora.
 
É que perdido o respeito, e esse demora anos a reconquistar, só o medo poderá de alguma forma inverter a situação e não serão necessários muitos mais destes episódios para o receio da população se conjugar com a revolta dos agentes da autoridade e estarem reunidas as condições para os excessos que se aplaudem até comermos por tabela no meio de uma confusão ou de um momento menos bom.
A violência “tolerada” pelo medo da criminalidade, pela necessidade instintiva de uma reacção, acaba sempre por se virar contra os cidadãos pois quando o respeito é palavra vã só à bruta a polícia pode impor o medo como alternativa.
 
Só não temo as consequências dessa realidade a curto prazo porque em face do que ontem aconteceu na 35ª Esquadra é óbvio que não haverá quem a possa concretizar.
publicado por shark às 11:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

FLOWER POWER

tons fortes

Foto: Shark

publicado por shark às 09:16 | linque da posta | sou todo ouvidos

DO AMOR QUE BASTA VIVER

Na maioria dos casos a vida ensina-nos que mal sabemos vivê-lo e no entanto tantos nos esforçamos por interpretar o amor, por compreender as suas infinitas variações e, pior ainda, hierarquizá-las.
É quase como reflectir acerca de Deus e se calhar até é disso que se trata, pelo que mais do que uma questão de lógica é um tema do domínio do instinto e, se quisermos elevar a fasquia, do âmbito da fé.
Daí proliferarem as teorias acerca de como fazer vencer uma relação, quase todas assinadas por quem interveio no fracasso de algumas, e mesmo como definir os respectivos contornos à luz da análise arrogante de episódios pontuais e fora do contexto.
 
Já pouco crédito me merecem os doutrinários do amor, não só pelo evidente desacerto das mais elaboradas conjecturas mas também pela constatação pessoal de que não é possível a criação de uma ciência exacta acerca de um tema que pintamos no coração mas acontece na cabeça. E quanto ao que se sabe do funcionamento desse centro nevrálgico das emoções, a Psiquiatria e a Psicologia não escondem haver ainda muito terreno para desbravar até se avançar com alguma certeza.
Se adicionarmos as emoções à equação, as variáveis são tantas que é impossível extrair uma conclusão consensual.
 
Como fogo ao vento
 
As emoções são como cavalos selvagens, só a custo conseguimos domá-las e fica sempre no ar a dúvida se isso de facto aconteceu ou se apenas tentamos enganar-nos e aos outros quando nos afirmamos no controlo da situação quando esta envolve a paixão ou outro sentimento igualmente inesperado e arrebatador.
Não existe um dispositivo na natureza humana que garanta o absoluto controlo emocional e mesmo no seio de quem se prova mais frio e distante acontecem tantas excepções que a regra acaba confirmada por si.
E quando aceitamos tal pressuposto, qualquer teoria por mais rebuscada não transcende a mais discutível tentativa de adivinhação.
 
O amor pode até escrever-se, pintar-se ou exprimir-se perante os outros de uma forma intensa, realista e absolutamente fiel à realidade que algum talento imortalizou.
Contudo, estaremos sempre perante uma perspectiva individual, perante um caso específico que pode apenas transmitir-nos com maior ou menor rigor e beleza a essência das emoções sentidas para quem as viveu. Quaisquer paralelos encontrados resultam de coincidências nas características ou nas peripécias de episódios experimentados por outras pessoas.
Quando aprofundamos essa proximidade aparente damos de caras com os desmentidos que a diferença nos pormenores oferece e voltamos à estaca zero em matéria de padrões.
 
O amor é o viveiro das emoções que mais nos perturbam, que mais nos arrastam, que mais nos justificam as reacções despropositadas, as cedências “impossíveis” e os desvios que nos surpreendem por não encaixarem no perfil que traçamos ou no que, de forma ainda mais leviana, no que traçam de cada um de nós.
É imprevisível mas desejado, é inexplicável mas universalmente reconhecido, é um estado emocional que mesmo quando nascido de uma relação parental pode fugir a todas as normas e modelos com que o tentemos caracterizar.
 
Acho que talvez…
 
A cada pessoa corresponde uma forma de amar e mesmo essa oscila em função do comportamento de quem se ama ou das contingências enfrentadas ao longo da evolução de um enlevo ou de uma relação a dois ou mesmo mais.
E isso invalida o reclamar de uma sabedoria que só pode apelidar-se fanfarrona, apoiada em análises racionais a fenómenos que só a irracionalidade consegue por vezes explicar.
 
O amor não é sequer quantificável, excepto à luz de uma bitola grosseira que se vê desmascarada por situações extremas ou pela subjectividade indissociável das suas “medições”.
 
É uma explosão interior tão difícil de prever como uma erupção, tanto no momento da ocorrência como na devastação (por vezes em sentido literal) que pode causar nesta ou naquela pessoa, no próprio discernimento de quem se tenha habituado em demasia às vitórias fáceis sobre paixonetas de circunstância ou quaisquer outras emoções superficiais.
 
Quando é amor digno desse nome, tudo se torna tão aleatório como a eventual queda na Terra de um asteróide de grandes dimensões.
E o único dado adquirido é que somos igualmente vulneráveis, indefesos até, perante qualquer destes “cataclismos” naturais…
publicado por shark às 00:17 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (31)
Domingo, 27.04.08

SENTINELA

pombo empoleirado

Foto: Shark

publicado por shark às 16:41 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)

CADÁVER ESQUISITO

Que bem descreve o poeta a vida que acontece lá fora. A vida lá fora daquele esconso no sótão da consciência do poeta que nos conta, talentoso e sensível, a vida que acontece lá fora.

 

Mas se a vida acontece toda lá fora será que entretanto o poeta morreu?

publicado por shark às 11:14 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)
Sábado, 26.04.08

TAVA CAPAZ...

veleiro portuga

Foto: Shark

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publicado por shark às 22:10 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

SORRISO INTERIOR

Aquele joelho parecia pintado de vermelho quando sem querer a saia deixou de cumprir a sua função e o ofereceu, generosa, ao meu olhar afortunado que por acaso ali pousou.
publicado por shark às 21:35 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (10)

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

Foto: Shark

publicado por shark às 20:24 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

E A SEGUIR...

Vou praticar uma das minhas modalidades preferidas para estes dias primaveris.

Como compete a um tubarão vou praticar a natação.

 

A minha especialidade é Esplanadar.

publicado por shark às 11:47 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

Hi5 PORCA

Foto: Shark

publicado por shark às 11:30 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)
Sexta-feira, 25.04.08

LOOK UP!

Foto: Shark

publicado por shark às 21:57 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)

A POSTA NA DÍVIDA DE GRATIDÃO

Nem sequer ambiciono a bagagem necessária para vos explicar com definição ideológica porque me assumo um homem de Esquerda. Jamais iria por aí.
Vou antes pelo que nas minhas emoções, nas minhas reacções instintivas, me leva a celebrar com sorrisos e com lágrimas o dia 25 de Abril.
Foi uma peça de um noticiário televisivo que me esbofeteou com essa verdade insofismável da minha ligação profunda com os valores da Revolução que hoje se comemora. Falava-se de José Dias Coelho, um escultor abatido a tiro pela PIDE em Alcântara, um homem que me arranca lágrimas porque gosto de me acreditar tão corajoso, tão capaz de morrer por uma causa como ele, tragicamente, se revelou capaz.
 
José Dias Coelho, um comuna, abdicou da vidinha santa de que tantos “antifascistas” nossos contemporâneos usufruíram enquanto a Revolução tardava por falta de mobilização popular.
Foi nesse contexto que a peça da SIC Notícias me fez saltarem as lágrimas, me fez chorar. Porque consegui vestir por instantes a pele daquele e de outros homens obrigados a penar pelas suas convicções, pelo apelo terrível que a Liberdade constitui na alma de quem dela se vê privado.
 
Indiferença Leviana
Custa-me a acreditar que pessoas de bom senso, inteligentes, sensíveis, de Esquerda ou de Direita, consigam reduzir a luta dos que defenderam a Liberdade aos ícones que a descrença vai transformando em clichés ou aos excessos que derivam do desespero de perceber a agonia de toda uma ideologia à mercê do que a História lhe deu a provar.
Custa-me a entender esse desprezo mal fundamentado como não identifico qualquer lógica na indiferença leviana a que se vota esta efeméride na maioria da população, qualquer que seja a sua faixa etária ou condição social.
 
A Liberdade de Expressão, por exemplo, é um valor universal. Nem os simpatizantes da extrema-direita abdicam do usufruto desse direito, paradoxo, apesar de se identificarem com os rostos e os regimes que mais o cercearam no passado e com as ideias que mais a ameaçam no futuro.
O debate, a troca de impressões, a divulgação das diferentes opiniões constituem de forma natural o principal motor da evolução do pensamento, das mutações que o Mundo precisa de enfrentar para que as pessoas consigam acompanhar a passada do progresso que provocam.
Antes do 25 de Abril, isso não oferece discussão, essas realidades não existiam porque eram entendidas como ameaças e nisso temos exposta a maior incongruência de qualquer ditadura: a de se afogar inexoravelmente no lodo criado pela respectiva estagnação.
 
Essa foi a verdade que a Revolução nos permitiu comprovar de forma inequívoca, como a simples publicação desta posta livre, da minha opinião, faz prova.
Não se trata de uma verdade comunista, nem mesmo exclusiva da Esquerda.
É um facto que nenhuma atoarda canhestra consegue desmentir.
 
E por isso chorei quando de repente me lembrei dos milhares de clandestinos que sacrificaram a estabilidade precária de uma vidinha sem sal, cinzenta e calada, pelo desespero de uma luta insana contra um país de alimárias conformadas às mãos de uma elite confrangedoramente minoritária que as manipulava e silenciava para não poderem reclamar injustiças tão óbvias como a ausência de férias ou a impossibilidade de oferecerem aos filhos a hipótese de um percurso escolar.
Nesses clandestinos, maioritariamente comunistas (justiça faz-se assim), englobavam-se pessoas cujas vidas nem padeciam dos males contra os quais se insurgiram.
A sua coragem e abnegação, a sua dedicação voluntária, merecem-me o respeito que nenhuma colagem aos erros de líderes prepotentes ou estruturas partidárias decadentes possam evidenciar.
 
Embora considere que os princípios em causa não são de Esquerda ou de Direita, pelo menos os mais puros, os fundamentais, reconheço nas prioridades e nos discursos da minha corrente preferida a Liberdade definida quase como uma obsessão.
 
É isso que me impõe, como o Natal, por exemplo, deveria impor a qualquer católico, uma gratidão eterna a quem lutou por mim numa época em que eu não o podia fazer.
 
É por isso que os valores que Abril representa constituem na minha postura de agnóstico o mais próximo que algum dia sentirei como milagres da Fé.
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publicado por shark às 16:34 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (13)

ANTES DO 25 DE ABRIL... (3)

...A blogosfera jamais poderia acontecer neste país.
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publicado por shark às 13:59 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

ANTES DO 25 DE ABRIL... (2)

...A maioria dos casais partilhavam parte da casa com hóspedes, sendo essa a única forma de uma família normal de classe média suportar a renda de um T2.
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publicado por shark às 13:56 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

ANTES DO 25 DE ABRIL...

...As pessoas davam mais atenção às músicas que os seus vizinhos ouviam do que aos gritos de mulheres espancadas.

 

E jamais lhes passaria pela cabeça denunciar gritos de aflição, embora parecesse normal (e até essencial) denunciarem as canções proibidas.

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publicado por shark às 13:51 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

O ABRIL DA EMIÉLE

É sempre o que me suscita as emoções mais intensas e as recordações mais marcantes.
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publicado por shark às 13:20 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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