Sexta-feira, 31.08.07

FIM DE TARDE

air portugal.jpg
Foto/Imagem: Shark
publicado por shark às 19:37 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

DO NOT DISTURB

Cada um de nós possui pelo menos um episódio, uma emoção ou outro aspecto qualquer que nos embaraça perante os outros ou apenas perante nós próprios (por violar de alguma forma a nossa escala interna de valores ou o grau de exigência que nos impomos, de forma leviana e arrogante, em determinadas matérias).
No entanto, isso não nos impede de nos revelarmos (sim, arrisco a generalização) inflexíveis, intolerantes ou mesmo hostis quando os outros nos desiludem de alguma forma.

É tudo a ajudar ao desastre, inclusivamente a relativa superficialidade das relações que mantemos a medo por temermos precisamente as manifestações dessas fraquezas que a todos caracterizam. Isso mais a falta de sinceridade implícita na fuga à exposição demasiada que, quando estão em causa os aspectos que tomam(os) por negativos, é sempre garantida.
Vistas as coisas sob este prisma trata-se de uma realidade cruel. Um pouco como sermos todos deficientes motores e não perdermos uma oportunidade de achincalhar quem possua uma cadeira de rodas ou não consiga dar um passo sem enfrentar um tropeção.
Um pouco como a crueldade espontânea das crianças, incapazes de discernirem o impacto das suas atoardas nas outras a quem descobrem ou inventam um calcanhar de Aquiles qualquer.

Cada um de nós possui um mecanismo de reacção a esse binómio vítima/carrasco que enfrentamos ao longo da vida porque a vida parece ter sido desenhada mesmo assim. Ou seja, possuímos diferentes motivações (ou nenhuma que não a palermice instantânea) para agredirmos os outros explorando as suas debilidades apanhadas em flagrante, como estamos dotados de diferentes poderes de encaixe quando nos vemos apanhados no lado mais perturbador desta equação.

E sentimos como uma injustiça, esse apontar do dedo a que ninguém parece poupar-nos. E não tenho dúvidas que a essa insistência corresponde um imediato apelo de retribuição, de “legítima defesa” vingativa que afinal não passa de uma forma instintiva de equilibrarmos a parada (que boa parte das vezes só se desequilibra de forma artificial, precisamente porque não existem santos e todos temos consciência, mesmo quando o negamos, das nossas imperfeições).
E sei, por ser demasiado evidente, que boa parte da infelicidade crónica que parece ensombrar o quotidiano da maioria de nós deriva precisamente do conflito desnecessário, da quezília gratuita, do desabafo que no fundo reflecte uma forma de dor que se instala quando nos vemos arrastados para essa troca de piropos imbecil.

Não há cobardes como não existem heróis no que diz respeito à inevitável violação de muitos preceitos ancestrais que nos castram, de muitas imposições que nos contrariam e de um ror de pressupostos quem em nada reflectem a verdadeira natureza da nossa frágil e, em muitos aspectos, estapafúrdia condição.
Coisas que afinal em nada contribuem para algum de nós poder dar-se ao luxo de ser feliz sem evitar o cunho de excêntrico, maluco ou marginal. No mínimo somos tidos como inadaptados a essas regras de conduta falsas moralistas que nos traem quando impõe algo que não devíamos ser forçados pela vida (pelos outros) a engolir.

Há dias em que oscilo entre a vontade de chocar (de acordar, soa melhor) as pessoas com o excesso de zelo na minha rebeldia perante algumas convenções ou, em alternativa, a necessidade de gritar ou demonstrar a falta de pachorra de aturar o (que às vezes parece o) mundo inteiro na sua flagrante estupidez colectiva que, reconheça ou não, me inclui na sua exibição diária.
Precisamente pelo mesmo motivo que imputo aos outros o desconforto que me provocam com as suas denúncias da minha imperfeição e acabo cedo ou tarde no mesmo lado dessa vala onde vamos entrincheirando a simplicidade, a espontaneidade, a liberdade pura que deveria imperar em cada (raro) impulso nosso para a interacção.

Há cada vez menos dias em que anseio pelo toque de uma campainha, de um telemóvel ou qualquer outro sinal da existência dos outros e da minha presença nas suas intenções de partilha.

E há cada vez mais dias em que apenas me apetece fazer de conta que não estou.
publicado por shark às 12:16 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

EU GOSTO DE PESSOAS

de costas para o mar.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 10:08 | linque da posta | sou todo ouvidos

SCOLARIDADE OBRIGATÓRIA

O seleccionador nacional de futebol, Scolari, acaba de convocar para a selecção Pepe, o segundo jogador nascido no Brasil a obter esse estatuto no nosso "escrete".

E eu pergunto: o seleccionador nacional de futebol feminino tá a dormir ou quê?
publicado por shark às 01:05 | linque da posta | sou todo ouvidos

SUPPER'S READY

last meal.jpg

O copo sobre a mesa, vazio.
Ao lado o guardanapo inútil, sem qualquer canto de boca para servir.
Os talheres, reluzentes, ladeavam imóveis como sentinelas o prato cujo conteúdo arrefecia à mercê da brisa gelada de uma noite invernosa.
A janela aberta para entrar o som mais esperado, sempre adiado pelo logro da expectativa que adicionava mais um pedaço de certeza a uma provável desilusão.
As velas compridas acabadas de acender.

O copo sobre a mesa, cheio de ar.
Mesmo ao lado o pano trabalhado nas bordas pelo escopro talentoso em que se transformava a agulha de uma avó, desnecessário, ostensivo, patético perante a cadeira vazia onde alguém tardava a sentar.
Os talheres, indecentes, prata de lei cuidada tão desperdiçada assim. A falta de uso repetida em cada uma das ocasiões previstas, especiais, perfilados, alinhados, na perfeição simétrica à altura de um prato integrante do serviço impressionante que em tempos fizera parte de um ambicioso enxoval.
A janela aberta para entrar a esperança cada vez menos arejada no peito anfitrião. A dificuldade na respiração, entrecortada pelo crescendo de um soluçar reprimido perante o avanço implacável dos ponteiros sobre o momento da desistência que se repetia e depois desistia de si própria a cada som que a noite gelada inventava para enganar.
As velas que brincavam às sombras chinesas nos extremos da mesa quando balbuciavam, desequilibradas pela brisa, os seus últimos suspiros de luz.

Tempo demais.

O copo sobre a mesa, vazio outra vez. Tombado sobre um guardanapo inútil, bordado pelas mãos infatigáveis de uma anciã muito chorada no dia em que o mundo a perdeu. Amparado pelo garfo na queda, inevitável o desalinhamento com a borda do prato partido em dois.
A janela fechada na cara do frio, a sensação de vazio preenchida aos poucos pela raiva alimentada em tantas noites iguais.
As velas, o seu coto, apagadas pelo sopro quente e irado de uma alma em ebulição, transtornada, a garrafa despejada vezes sem conta naquele copo absurdo até explodir na parede quando a sua utilidade se extinguiu.

E a faca de trinchar, feita de prata, tão afiada?

Entretanto desapareceu...
publicado por shark às 00:29 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (3)
Quinta-feira, 30.08.07

FOGO DE VISTA

the roof is on fire.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 18:42 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

ILUSÕES

o passado não se apaga.jpg
Foto/Imagem: Shark
publicado por shark às 18:33 | linque da posta | sou todo ouvidos

APANHEI UM SUSTO

Sonhei que era uma versão moderna do Miguel de Vasconcelos (um visionário iberista) e que me queriam mandar da janela abaixo.

Num prédio com sete andares.
publicado por shark às 18:26 | linque da posta | sou todo ouvidos

FLOWER POWER

bicolor em flor.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 15:07 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

A POSTA SÓ PARA ALGUNS

Para quem costuma contactar-me pelo email do Yahoo informo que essa caixa está desactivada, não a consulto e devem sempre dirigir o correio electrónico para o email associado a este blogue (sharkinho at gmail.com) que passa a ser o único que utilizarei.

Depois não digam que não foram avisados/as... :-)
publicado por shark às 15:02 | linque da posta | sou todo ouvidos

TONS ALENTEJANOS

blue faith.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 11:40 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

too close.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 00:52 | linque da posta | sou todo ouvidos

MAS CONTINUO SEM SABER EXACTAMENTE

Porquê.
publicado por shark às 00:48 | linque da posta | sou todo ouvidos

EM ARRUMAÇÕES

recipiente indicado.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 00:10 | linque da posta | sou todo ouvidos
Quarta-feira, 29.08.07

O CAMINHO DAS ESTRELAS

constelação liberdade.jpg
Imagem: Shark

Deixaram-se ficar, lado a lado, cada corpo encostado ao de outra pessoa afinal tão próxima que se sentia como um prolongamento natural.
Dos corpos como das almas, abraçadas as existências num instante do tempo tão agradável que se deseja imutável e não se quer de todo parar. Um só, naquela dupla fundida pela pele como pelo olhar. Apenas um a deslizar pela caxemira, perdidos os dois na sensação partilhada tão perto, tão dentro, tão intenso o momento que desaparecem as barreiras e são abolidas as fronteiras naqueles corpos como nas almas que se unificam quase, quase, até ao ponto de fusão.

Deixaram-se ficar, lado a lado, cada amor demonstrado com as mãos que tocavam a carne e com os olhos que beijavam ardentes a sua componente imaterial.
Um momento imortal nas memórias conectadas pela sensação comum, interligadas pela partilha de emoções libertadas pela suave fricção de dois corpos nus e os olhares meigos trocados, cada vez mais incendiados pelo calor.

As gotas de suor misturadas também, apanhadas pelo caminho de descida nos corpos de mãos dadas, as gotas igual, molhado o lençol pela transpiração de um crescendo de tesão que os poros libertavam como gueiseres minúsculos nos corpos incapazes de conter aquela força subcutânea, como uma lava subterrânea em busca da saída em cada cone de vulcão.
O acelerar da respiração, ar quente soprado da boca ardente de cada um daqueles amantes tão próximos da ignição. Como bocas de dragão, lança-chamas, e os olhos doces transfigurados, aos poucos, semicerrados pelo conjunto de alterações naquele par de expressões indistintas na sua vontade de transmitir o prazer e a ânsia de um querer tão poderoso que os colava, magnetismo, até nenhuma célula permanecer resistente ao fenómeno de atracção.

Inexorável, a mudança de posição repentina sob a luz filtrada pela cortina brilhando nas gotas sobre os corpos em pequenos pedaços de luz. Como estrelas instantâneas na pele, reproduzido o cenário espacial por onde deambulavam agora as consciências dos dois.

Passageiros sem destino, unidos numa viagem pelo universo paralelo a bordo de uma estranha embarcação baptizada com o nome “Paixão” soprada pelo espaço fora sem rumo, ao sabor de ventos cósmicos que podem de repente parar de soprar, como podem indefinidamente arrastar os corpos para fora da vida terrena e as almas para o interior de um planeta chamado “Amor” de onde poucos pretendem regressar.

E eles deixaram-se ficar, lado a lado, a alma feliz e o corpo cansado, as peles convertidas num firmamento e as almas perdidas algures numa outra dimensão do sentir.

A viagem de exploração inacabada na leitura dos mapas estelares desenhados nos olhares em lume brando cuja fervura iminente anuncia que a qualquer instante chegará, de novo, a hora de partir.
publicado por shark às 13:02 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

FERNÃO CAPELO

like angels.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 10:57 | linque da posta | sou todo ouvidos
Terça-feira, 28.08.07

A POSTA NO FOGO QUE ARDE SEM SE VER

Ontem escrevi acerca de como o Mário Crespo se mandou ao seu entrevistado ambientalista para o pintar como um mau daqueles que incentivam ataques à propriedade alheia para fomentarem o debate (acerca de karaté biológico ou coisa assim).
E pensei com os meus botões: este tipo de “guerrilheiros” ambientalistas não tem qualquer hipótese de impor o uso da força perante o poder, qualquer poder, ao que acresce o triste facto de a sua cruzada comprometer o objectivo global dos restantes movimentos, os não adeptos da defesa do ambiente ao pontapé e à chapada.
Se a Imprensa que o Mário Crespo representa pende para a colagem da iniciativa farsola a termos como eco-terrorismo, os poderosos a quem possa interessar a fragilização do ambientalismo não podem perder a janela de oportunidade que isso representa.

Hoje o entrevistado era outro, tal como o tom quase servil do MC se distinguia à légua do que ontem empregou na sua infeliz arremetida contra os malandros dos vândalos dos campos de milho, coitados, transgénicos.
Mas antes de vos apresentar o protagonista esclareço que a peça anterior à entrevista de hoje foi um pungente corta e cola da tragédia grega incendiária.
Morte, dor, incêndios, questão ambiental.

E entra o convidado da noite, na qualidade de responsável por um daqueles projectos cor-de-rosa que blá blá mostram o lado bom e preocupado do tecido empresarial, blá blá, e reúne empresas portuguesas em torno de um esforço (titânico, com toda a certeza) para combaterem os incêndios em Portugal.
Quer dizer, não é bem combater pois ao que sei nenhum dos quadros da tal associação é bombeiro. Dão assim uma ajuda indirecta e tal, a preocupação dos cidadãos, blá blá, coitadinho do planeta que arde e que preocupação tão ambientalista que a nossa organização possui.

O convidado de hoje, que por acaso é logo a seguir a ontem (dia da chacina premeditada do ideal ambientalista dos “pequenos accionistas” deste planeta envenenado que tanto incomodam, sei lá, a indústria petrolífera), foi (coincidência, claro) o Dr. Murteira Nabo.

O Dr. Murteira Nabo, um eco-anjo, convidado na qualidade de responsável pelo tal eco-não-sei-o-quê para as empresas preocupadas com os incêndios e tal, falou um nadinha acerca do fogo, esse terrível flagelo, blá blá, e depois transitou sem querer para a costela ambientalista destes soldados da paz corporativos (coincidência, claro, esta de aproveitar a boleia dos incêndios para salientar a preocupação profunda, blá blá, com o ambiente, blá blá, e temos todos que despertar para o tema, blá blá) é o presidente da GALP.

(…)

Digam lá se isto não dava uma teoria da conspiração muito combustível?
publicado por shark às 23:55 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

TONS ALENTEJANOS

horizonte alentejano.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 21:06 | linque da posta | sou todo ouvidos

EU GOSTO DE ANIMAIS

isto traz água no bico.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 15:35 | linque da posta | sou todo ouvidos

SEI BEM DO QUE FALO

Não há como uma teoria da conspiração à maneira para desviar a atenção das nossas culpas no cartório, para transferir para os outros a responsabilidade pela nossa conduta errónea e mesmo da estupidez que possamos revelar em determinados momentos da nossa existência.

O problema é que essa abordagem funciona como uma anestesia e nunca como uma cura para a praga de ervas daninhas que por vezes toldam o discernimento e amesquinham quem abraça uma salvação impossível quando a respectiva tábua não passa afinal de uma miragem produzida pelo delírio da inevitável solidão interior que é, no final das novelas, a sua única consequência visível.
publicado por shark às 12:56 | linque da posta | sou todo ouvidos

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

zona oriental.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 11:31 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

MANIPULAÇÃO PATÉTICA

Ninguém me afirmou que ambientalista joga com pacifista. Só rima.
Contudo, confesso que retenho uma imagem que conjuga as duas características nas pessoas mais conotadas com a defesa do planeta.
E por isso, sinto-me desconfortável com os pontapés filmados nas acções de “propaganda” como a que ocorreu por causa dessa incógnita que são as plantas geneticamente alteradas que nos dão a comer, diz-se, pela surra.

De modo algum considero que todos os problemas possuem uma resolução pela via pacífica, embora o anseie. Mas sinto que o movimento ambientalista resvala para uma imagem pública pouco séria com a postura “okupa” de pendor caceteiro.
O vandalismo, ainda que “bem intencionado” ou apenas sustentado pelo desespero perante aquilo que alguns já entendem como uma causa quase perdida, dificilmente poderá angariar apoio junto da população e arrasta os movimentos com tino para uma imagem na opinião pública de grupelhos com um comportamento demasiado similar ao das claques dos clubes de futebol.

Por outro lado, ouvir o Mário Crespo a forçar o paralelo entre a tal acção polémica e o eco-terrorismo soa-me a ético-terrorismo por parte de um profissional da Imprensa a quem se exige a isenção e imparcialidade necessárias para, no mínimo, conter as expressões radicais como instrumento de desestabilização dos seus entrevistados. E para não tentar arrancar respostas comprometedoras com base em perguntas carregadas de opinião pré-formada para proceder ao julgamento televisivo sumário e, no caso concreto, com a sentença proferida pelo próprio tom do jornalista.

Não interessa a ninguém a que clube pertencem as cores dos brutos adeptos do vandalismo em bombas de gasolina ou em transportes públicos. São as claques e ponto.
Da mesma forma, quando o líder de um movimento ambientalista se vê confrontado com um rótulo como o que o MC gosta de impor aos seus “réus” todos os movimentos comem por tabela. O homem gere o noticiário como um apresentador de talk-shows.
E a causa de que se fala não merece mazelas derivadas da arrogância de um profissional que se faz esquecido das regras que qualquer aprendiz da Comunicação Social assimila no ensino secundário, ou da Redacção que impregna (inquina) o seu trabalho com o terreno movediço da interpretação apriorística.

De um lado temos um fulano que decidiu cultivar o que provavelmente constituirá no futuro mais um daqueles erros estúpidos que se revelam sempre tarde demais para evitar a perda de vidas e outras consequências desastrosas.
Do outro temos um bando de putos que embarcaram numa ideia no mínimo palerma e justificada em directo pelo líder do GAIA como um estímulo ao debate do assunto em causa.

Um debate acerca de assuntos sérios não se suscita desta forma teenager, não se impõe à bruta.

E uma notícia não se constrói desta forma tendenciosa e que, na prática, também brutaliza.

Uma e outra são brutais para quem distingue a informação e a convicção sérias destas manipulações patéticas.
publicado por shark às 01:19 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (7)
Segunda-feira, 27.08.07

BLACK & WHITE

sem vento.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 23:14 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

KONTRASTES

O João Ferreira Dias é um dos mais activos e dinâmicos blogueiros que encontrei. O homem não pára e insiste na busca de caminhos virtuais para o explanar das suas ideias e convicções que, concorde-se ou não com o seu teor, sabe arrumar muito bem neste suporte que nos une de alguma forma.
É o criador de diversos trabalhos e participa em mais uns quantos. E eu admiro pessoas assim, capazes de fazer.

Tenho-o por um gajo inteligente e bem estruturado e os seus posts podem sustentar na boa esta minha opinião, tal como me fazem sentir vaidade no linque do charco que o Kontraste exibe numa coluna cheia de gente boa a blogar.
E por isso fiquei entusiasmado com a versão 3.0 de um Kontrastes que faz jus ao nome numa comunidade de songamongas.
publicado por shark às 23:04 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

TAMBÉM PARO NA ZONA CENTRO

turquel open wide.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 21:21 | linque da posta | sou todo ouvidos

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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