Quinta-feira, 05.07.07

SÓ PARA EU FICAR MAL VISTO...

...Agora a caixa está a aceitar comentários sem problemas.
E nesse caso, o presente documento anula e substitui o anterior...
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publicado por shark às 10:36 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

SEM CAIXA DE COMENTÁRIOS...

...Não brinco.
E por isso hoje a coisa vai acontecer na Casa de Alterne, tirando alguma cena que me ocorra e que possa dispensar esse enorme privilégio de uma caixa de comentários funcional.

Este regime manter-se-à até eu descobrir que este blogue tem tudo a funcionar outra vez.

A gerência apresenta as suas desculpas por qualquer transtorno causado.
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publicado por shark às 09:17 | linque da posta | sou todo ouvidos
Quarta-feira, 04.07.07

EU GOSTO DE PESSOAS

ofuscante.jpg
Foto/Imagem: Shark
publicado por shark às 17:25 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

IT WORKS! IT WORKS!

Parece que correu muito bem a migração de servidor no Weblog.
Pelo menos o charco parece estar intacto e, ainda mais gratificante, para já está tudo a funcionar bem e na pirisga.

Velinhas para acender, alguém me desenrasca?
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publicado por shark às 17:18 | linque da posta | sou todo ouvidos

BLACK & WHITE

silverado.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 10:01 | linque da posta | sou todo ouvidos
Terça-feira, 03.07.07

A POSTA PERDIDA

Ao longo da vida que já desbundei fui tomando contacto com as mais variadas concepções (teóricas e práticas) acerca daquilo que a amizade representa e de qual o entendimento mais correcto para o conceito em causa.
Depois do amor, e em alguns casos mesmo em primeiro lugar, a amizade é tida como uma das ligações mais importantes para a maioria dos cidadãos.
De resto, (quase) toda a gente afirma ter amigos apesar de muitas vezes passarem anos sem com eles comunicar.

A amizade surge assim como um chavão, um rótulo para qualquer ligação que se afigure duradoura e sem ter a conta o grau de intensidade na partilha ou mesmo da emoção envolvida.
Somos amigos porque trocamos emails ou porque nos falamos em ocasiões especiais (aniversários, casamentos, alguns baptizados e os inevitáveis funerais), ou mesmo porque cai mal chamar “conhecido” a alguém que até tem gravado o nosso número no telemóvel que um dia acabará por perder.

(Nota: daqui prá frente segue um extenso lençol)
Cada um de nós entende a amizade, tal como acontece com o amor, de forma distinta. São inúmeros os aspectos que podem moldar a definição individual e inerente grau de exigência quanto a uma relação de amizade existente.
As influências do passado (condicionando as amizades futuras a um inconsciente processo interno de comparação), os constrangimentos pontuais do presente (a vida tal como se apresenta não deixa muito espaço de manobra em matéria de tempo e mesmo de motivação) e mesmo as perspectivas de futuro (alguns conflitos de interesse podem nascer, por exemplo, da entrada de um novo elemento por ligação emocional ou outra) podem fazer toda a diferença quando se combinam entre si.

E depois surge a questão dos feitios, delicada, forçando acertos e cedência que qualquer amor exige mas a amizade moderna parece não tolerar.
Daí podem derivar milhentas barreiras que só não se revelam intransponíveis quando imperam a popular hipocrisia ou a desistência implícita na atitude “a gente depois combina”, “um dia destes a gente fala” ou similar até a ligação se esboroar na simples evidência do peso dos anos nos hábitos e nas reacções das pessoas.

Por tudo isto, uma amizade séria é sem margem para dúvidas um bem valioso e pelo qual se justifica pugnar. Mesmo tendo em conta os tais critérios de valoração diversos, mais o interminável rol de desculpas que se inventam hoje em dia para, na prática, deixar cair as pessoas.
Porque nos saturamos, porque nos zangamos ou apenas porque o ritmo actual mais a ameaça que as relações de treta representam para o equilíbrio emocional da maioria nos empurram cada vez mais para o centro da circunferência que apenas permitimos intersectada de raspão.

Jogamos estupidamente à defesa e até hoje ainda não encontrei um porquê. E essa postura defensiva pode denunciar-se das mais variadas formas, consoante o carácter dos/as envolvidos/as ou a natureza dos desafios a que uma amizade se expõe, pior quanto mais próxima e sincera no choque que essa versão requintada da desconfiança pode provocar.

Porque falamos pouco e quando isso acontece falamos pouco claro. Porque receamos a exploração das nossas fraquezas, o abuso de confiança possível na sequência das mais sensíveis revelações ou porque o mundo nos ensina que é perigoso amar (a amizade séria, forte, voluntária, empenhada, pode chamar-se assim) sob essa forma sem compromisso formal.
Um amigo pode simbolizar a lealdade como personificar a traição.

E é quase sempre com desilusão que nos maus momentos não encontramos alguém que chamamos amigo/a a “cobrir-nos a retaguarda”, a servir-nos de amparo quando a necessidade mais se acentua.
Pior ainda, quando descobrimos que esse mesmo amigo renega princípios acordados em função dos seus interesses, impulsos e/ou objectivos pessoais. Por vezes, meramente em função de uma conjuntura temporária.
O egoísmo a prevalecer. E a mentira ou a omissão que o ocultam, sempre mal, aos olhos de quem nomeamos “uma pessoa da nossa confiança”.

Eu sei o que isso quer dizer e na minha concepção invariavelmente extremada de qualquer ligação do tipo emocional não existe lugar a fissuras. Não existem meios-termos ou excepções. É sim ou é sopas e ou se abre o jogo por completo ou estamos a brincar (como tantas vezes acontece nos matrimónios com o resultado que se vê).
Não entendo uma amizade assim-assim. E isso inclui-me de imediato na lista dos indesejáveis, pelo surrealismo do grau de exigência que se pressupõe.

E esse não é aceite de todo pela esmagadora maioria de pessoas conformadas com a falência inevitável das relações. É tido como inconveniente, excessivo, obsessivo até.
Contudo, raramente me é concedida a oportunidade de estipular sem cerimónias os aspectos de que não abdico numa ligação que se diga de amizade e eu aceite designar dessa forma.

Confiança absoluta e intocável. Carinho (os amigos homens também o dão, com palavras e com acções). Interesse. Contacto regular e sincero. Lealdade incondicional, exceptuando com clareza as situações de conflito que possam impor escolhas difíceis mas necessárias.

Eu sei que é pedir demais.
Ficamos todos conversados assim.
publicado por shark às 23:27 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

A POSTA TRIANGULAR

triângulo amoroso.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 23:20 | linque da posta | sou todo ouvidos

LAST PICTURE

the art.jpg

O olhar recusou-se a fugir da expressão daquele homem cuja boca fechada contrariava a sua óbvia intenção de berrar.
E se calhar até berrava, lá dentro, no interior daquele corpo vergado ao peso da pressão que não conseguia libertar.

E a testemunha a observar em silêncio o percurso do olhar daquele homem que seguia os pássaros no seu voo sem ver mais do que a versão de negro por si estampada naquele céu azul.
A revolta abafada como um princípio de incêndio sufocado por cobertores, panaceias sem sucesso para a vontade irreprimível de abrir a boca e soltar os demónios cujas garras retalhavam, sem piedade, o centro nevrálgico da dor.

Mas a boca permanecia fechada e a loucura progredia aos poucos na sua lenta caminhada até à demência total.
Nenhuma ajuda possível por parte da pessoa estranha que percebia, do outro lado da linha, a iminência medonha de uma coincidência horária no ponto de saturação.
E o homem sentado num banco da estação, a sós com o seu desespero mudo, incapaz de encontrar uma saída naquele labirinto isento de luz.

O outro, preocupado com a sua impotência, massacrava a consciência pelo dilema entre a indiferença prudente e a intervenção que lhe parecia urgente se de alguma forma quisesse protagonizar uma salvação.
Ou um simples adiamento de uma cena macabra, marcada no calendário sem folhas daquele homem que não berrava pelas forças esgotadas demais.

O bando de aves já desaparecia no horizonte, acaso foleiro, quando o olhar que recusava fugir seguiu o impulso inconsciente de procurar uns metros adiante, por uma fracção de segundos, a silhueta crescente do comboio que avançava sobre a linha rumo à hora de ponta de outra estação qualquer.
publicado por shark às 16:03 | linque da posta | sou todo ouvidos

DEIXAR ANDAR

para onde soprar.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 11:47 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

TU NÃO TENS MESMO VERGONHA NA CARA...

Rapazola.
publicado por shark às 10:40 | linque da posta | sou todo ouvidos

RESTA-NOS O CONSOLO DE SABER

Que o tempo ainda está pior em Kiev.

E em Calcutá...
publicado por shark às 09:56 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)
Segunda-feira, 02.07.07

NIGHT FALL

cai o pano.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 23:17 | linque da posta | sou todo ouvidos

THE PAIN IN THE ASS

pessoas que possuem o condão de nos carregarem as costas com todos os pesos que o quotidiano lhes impõe.
Se o permitimos, acabamos sem apelo transformados no alvo preferencial para os desabafos azedos.

E por inerência excluídos, digamos o que dissermos, de qualquer assomo de boa disposição.
publicado por shark às 22:53 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

A PUBLICIDADE FAZ DE MIM O QUE QUER

o que la vai la vai.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 18:12 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (6)

BLACK & WHITE

gata em telhado de zinco morno.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 12:22 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (14)

DIÁRIO DE UM QUIOSQUE

ardinario.jpg
O grande Ardinário, himself, mais os ossos do ofício...


Blogar como eu é fácil, à vista do nível de exigência de um blogue como aquele que o Ardinário criou e mantém.
Este colega, à luz dos meus critérios, é uma referência neste meio. Consegue tornar interessante um registo da sua actividade profissional e tem um sentido de humor notável, para além de não escrever (de todo) com os pés...

E agora fiquei a saber que vem a caminho mais um elemento para a família.
Melhor pretexto não podia haver para vos relembrar que vale a pena passar pelo Quiosque para dar uma espreitadela nas parangonas.
publicado por shark às 10:50 | linque da posta | sou todo ouvidos
Domingo, 01.07.07

E A PARTIR DE AMANHÃ VOLTA A SER

sempre a abrir.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 23:15 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

ACHO QUE RESULTOU BEM

Um post a meias entre mim e a Maria.
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publicado por shark às 22:05 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

ROSTOS QUE FALAM

emoção retratada.jpg
Foto/Imagem: Shark
publicado por shark às 21:47 | linque da posta | sou todo ouvidos

AS FAR AS YOU CAN GO

Existem momentos em que me confronto com as limitações à liberdade de expressão que a perda do meu anonimato (e o das pessoas que me estão ligadas) implica.
Porque preciso de dizer coisas que não posso, desabafar pequenas desilusões, retorquir a quem me escarnece pela surra, desmascarar, confessar, reagir, coisas que não posso porque não quero correr o risco de prejudicar seja quem for com a minha perspectiva das coisas.

Se existe uma realidade neste espaço (como na minha vida) é a forma óbvia como não gosto de brincar às escondidas. Foi isso, aliás, que me custou ter que assumir a identidade analógica ou admitir em público factos que só a mim interessariam.
Escrevo o que sinto e toda a gente sabe que é proibido sentir à mercê de outras pessoas, pelo que isso implica de exposição e da vulnerabilidade que lhe está associada.
Tal como digo o que penso, mesmo quando arrisco hipotecar a fragilidade de ligações baseadas numa imagem perfeita que nunca defendi da minha pessoa.

É castrante constatar que nem no meio que defendo enquanto palco privilegiado de liberdade consigo usufrui-la sem arriscar consequências.
De bom grado aceito as minhas.

Nunca aceitarei de bom grado impô-las de forma egoísta ou enviesada a outras pessoas.
publicado por shark às 21:34 | linque da posta | sou todo ouvidos

BLACK & WHITE

amputada.jpg
Foto: Shark
publicado por shark às 18:01 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (2)

OK, VAMOS CUMPRIR A LEI. TODA A LEI E NÃO APENAS ALGUMA

Senti hoje pela primeira vez o impacto da nova cruzada anti-tabagista que a aprovação da nova lei no Parlamento irá alimentar.
Num restaurante particularmente arejado e de ampla dimensão que já frequentava passou a ser proibido fumar. Não porque a lei o exija mas porque os proprietários do tasco assim o entenderam, aproveitando a boleia legislativa para o concretizar.

Quando a senhora se aproximou de mim para me informar da sua decisão (muito mal anunciada no interior do estabelecimento, pois se eu a tivesse topado já nem me sentava), comecei por fazer má cara. Mas isso apenas porque fui apanhado de surpresa, claro, pois tratei de apagar de imediato o cigarro e de entregar a mente à dissecação do episódio.

Não tardei a concluir que a vida é assim e um gajo tem mesmo que alinhar nesta política de respeito pela lei e pela disciplina. E quando a senhora me trouxe a conta, num talão muito parecido com uma factura mas onde não constava o número de contribuinte do restaurante, pedi delicadamente que me trouxesse uma factura a sério, daquelas que a lei obriga a emitir.
E depois saí com a satisfação do dever cumprido, para nunca mais voltar.

Para quem opte desta forma por banir os fumadores para não ter que investir em condições para os receber, garantindo os direitos de quem não fuma, esta parece-me a forma mais correcta de mostrar que somos todos cidadãos cumpridores da lei (de toda a lei e não apenas aquela que lhes interessa) e de fazê-los pagar os impostos que se calhar lhes sairão mais caros do que o exaustor, se esta moda pega...
publicado por shark às 16:50 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (12)

(LIS)BOA TODOS OS DIAS

meridien lisboa.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 16:24 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (5)

OPUS REI

Reina a confusão nos bastidores do BCP, agora que estalou em definitivo o verniz entre Jardim Gonçalves e o seu antigo delfim.
É curioso perceber como mesmo no mundo do dinheiro a sério também entram em conta os feitios dos protagonistas, para além de ficar claro que não basta ter a massa. A malta também luta pelo poder...

No meio do conflito de interesses na monarquia millenium, imprevisível há uns tempos atrás, surge um general "plebeu" cuja voz de comando já provou ecoar bem fundo nas tomadas de decisão dos accionistas de qualquer empresa onde se faça sentir a sua presença.
Joe Berardo, frontal, não se compadece dos engulhos no processo de sucessão e exibe os galões com a autoridade de quem sabe que nisto do pilim aos milhões tanto faz um regime monárquico como uma república.

Acho que já adivinhei quem sairá ganhador no conflito entre o rei "morto" e o rei "posto".
E sei que depois desta, o "defunto" jamais voltará a conseguir deixar a tumba...
publicado por shark às 13:07 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (4)

FLOWER POWER

lady in red.JPG
Foto: Shark
publicado por shark às 00:00 | linque da posta | sou todo ouvidos | cuscar sem medos (8)

Sim, sou eu...

Mas alguém usa isto?

 

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