A POSTA QUE EU ATÉ NEM SOU PARTE INTERESSADA NO PROBLEMA

Abordei o problema no Cabra apenas para dar voz a um assunto que sei ser relevante para as pessoas com pila e também para fornecer uma oportunidade para que as apreciadoras de um XL pudessem sair do armário e desmentissem esta linha de raciocínio. Até deixaria ficar a coisa (neste caso o coiso) por ali, não fossem esta mais esta representantes do género insistirem numa perspectiva que dá imenso jeito à rapaziada menos “abastada” mas deixa os restantes (eu, como qualquer gajo, faço parte dos restantes) com uns centímetros de pila pró boneco...

 

Eu sei que devia estar aqui a falar de política, de sociedade ou de outros temas fascinantes do interesse da maioria das pessoas que blogam. Contudo, é inegável a relevância de um assunto com o qual lidamos literalmente todos os dias. É possível fugir do espelho e da sua sinceridade cruel mas não há maneira de fazer uma mijinha sem olhar para o que uma ilustre pensadora do nosso tempo apelida, com imenso rigor e sentido de oportunidade, de pingente.

E é aí que o problema se coloca, por exemplo, a quem possui uma pila de extremos.

 

Uma pila de extremos pauta-se pela divergência entre a sua dimensão em repouso e a outra. Ou seja, passa dos oito aos dezoito (e não estou a falar da aceleração, nem da idade, tal como as medidas apresentadas podem não corresponder ao modelo em apreço).

Mas esse não é o fulcro da questão nesta posta. O tamanho conta mas é preciso desmistificar alguma imprecisão que a posta publicada por mim no Cabra possa suscitar.

É que até eu, que sou muito homem, aprendi ao longo de anos de enorme perseverança e sacrifício pessoal a distinguir alhos e bugalhos (sim, eu sei que esta rima neste tema pode ser escorregadia), tendo a perfeita noção de que não basta um bom berbequim para furar em condições e é preciso saber usá-lo, nomeadamente em perfeita coordenação com um intelecto inteiramente sintonizado com os milhentos detalhes de que uma mulher em condições se compõe.

 

Sei que nada disto é novidade para os meus estimados leitores, mas temos que ter em conta os jovens que precisam de informação no início da sua caminhada por estes meandros e assim. A ilustração da pila de extremos mais acima tinha a ver com a reacção instintiva que (eu sei que sim) qualquer moça tem perante o extremo mais discreto. Sim, elas não ligam nada a isso do tamanho (em sendo grande, tanto faz) mas não reprimem a paródiazinha ou o esgar de preocupação quando confrontadas com uma pila dessas com maior amplitude térmica.

E acaba por ser esse o objectivo desta posta. Desmistificar o pressuposto de que nós machos a sério, lá por avaliarmos as coisas (os coisos) numa perspectiva métrica não deixamos de dar o devido valor ao empenho e à dedicação e a tudo mais de que sabemos as moças necessitadas quando nos concedem os seus favores, aproveitando de caminho para deixar no ar a noção de que elas não ligam nada a essas coisas mas é até se depararem com a dura (e às vezes nem isso) realidade de um pingente (gostei mesmo desta) que apenas cumpra os tais mínimos anatómicos.

 

O resto é faloclore...

publicado por shark às 15:56 | linque da posta | sou todo ouvidos